Gente que adota animais de rua

Gente que adota animais de rua

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Desde pequena eu sempre convivi muito mais com cachorros do que gatos e por isso nunca entendia o amor que as pessoas sentiam pelos felinos. Assim como muita gente, eu tinha uma visão de gatos por desenhos animados e histórias: traiçoeiros, independentes, frios – por mais que eu achasse gatos muito fofinhos e só. Apesar disso todo mundo me dizia que era uma relação daquelas “tem que ter pra amar”, e foi justamente isso que aconteceu.

Há dois anos eu fui morar com meu namorado e para aumentar a família nós decidimos adotar dois gatinhos, pensando principalmente na questão da independência: com nós dois trabalhando fora e sem tempo pra nada, seria bem difícil sair pra passar com cachorros, além da falta de espaço para um dog aqui no nosso apertamento de um dormitório.

Pegamos então dois filhotinhos irmãos: a Arya e o Lannister. Aconselho muito para quem for adotar pegar dois gatinhos de uma vez: o trabalho de um é o mesmo que cuidar de dois, acreditem, e eles ficam mais felizes se fazendo companhia e brincando juntos o dia todo <3 Além disso, irmãos de nascimento são unidos por natureza e a relação deles é super gostosa e saudável.

Depois de um ano com os dois nós tivemos uma surpresa: um dia o Lannister começou a ter muita febre e descobrimos que ele tinha PIF, uma das doenças mais sérias entre gatinhos e também muito comum. A doença é transmissível para outros gatos, mas apesar disso ela precisa de uma série de fatores para reagir no bichinho e pode matar o animal em questão de dias. Você não tem muito como prever nem existe cura. Você se sente totalmente impotente e é uma tristeza sem fim, só de lembrar eu choro. É algo terrível para não dizer outra coisa, basicamente. Nós cuidamos dele até o último segundo e eu percebi o quanto eu o amava e amava gatos. A Arya ficou aqui com a gente, não contraiu a doença, e continua linda, carinhosa e super saudável. Com o passar do tempo ela foi ficando cada vez mais carente e sentindo falta de um irmão para brincar. Como nós já tínhamos planos de ter 3 gatinhos resolvemos adotar dois filhotes: o Pudim e a Zooey.

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Foi então que no final do mês passado eu e o namorado fomos visitar a sogra no nordeste e resolvemos resgatar um gatinho de rua lá de Campina Grande, trazendo a pecinha de avião aqui para São Paulo. Foi uma história meio maluca, e eu contei um pouquinho sobre ela nesse #100HappyDays aqui no blog. Hoje o Batiminha está em casa e estamos cuidando dele, dando amor, carinho e vitaminas pra ele ficar mais forte. Muita gente me perguntou quais foram os nossos cuidados ao adotar um gato e como é possível ajudar animais de rua quando os encontramos. Por isso resolvi contar um pouco sobre formas de adotar gatos e também cachorros <3

Como adotar Gatos de Rua

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No meu caso nós não decidimos que íamos adotá-lo logo de cara, mas resolvemos começar a cuidar e dar comida todos os dias, próximo de onde havíamos encontrado o Batminha. O ideal é que você veja se o animal está machucado, pressionando levemente na barriguinha pra ver se ele sente dor ou algum tipo de incômodo. Observe também se ele aparenta estar saudável, com os olhinhos normais – sem nenhuma membrana ou sombra – e se está respondendo bem aos reflexos. Um teste bobinho que você pode fazer é soltar alguma coisa próximo ao gatinho e ver se ele olha o movimento, para testar os reflexos dele mesmo.

Outra coisa que você pode observar: abra bem a boca do gatinho para ver se os dentes estão normais ou existe algum quebrado, e também se as mucosas não estão amareladas. Isso ajuda a identificar os primeiros passos de certas doenças comuns em gatos de rua como o caso da própria PIF que eu comentei, entre outras. Claro, isso não quer dizer que o gato tenha qualquer doença, mas te ajuda na hora de chegar ao veterinário com alguma noção sobre a saúde do felino. É importante “dar uma geral” olhando todos os detalhes do gatinho: olhe bem as unhas, orelhas, articulações das patinhas e se o focinho está quente – o que pode sinalizar febre.

Se o gatinho for muito arisco, tente fazer amizade dando um biscoitinho ou ração. Às vezes o gato sofreu algum tipo de trauma e ficou mais arredio, ou mesmo gatos que nasceram na rua são mais ariscos; mas nem por isso a gente deve deixar de cuidar e dar atenção, né?

Após essa primeira olhada toda, leve o gatinho até um veterinário! Ninguém pode te passar um diagnóstico mais preciso do que um profissional. Tudo que eu comentei aqui são experiências pessoais, eu não sou médica nem nada, mas são pequenos passos que podem te ajudar a resgatar um bichinho que você tenha encontrado e queira dar um lar :)

Quando você chegar ao veterinário peça para que ele faça todos os exames, dê as primeiras vacinas e um vermífugo para ir controlando os vermes da barriga do gato. Geralmente eu já compro o anti pulgas também e se o gatinho estiver muito fraco o veterinário recomenda uma vitamina ou uma ração mais calórica, como o A/D. Ah, outro detalhe: como o gato pode ter uma doença transmissível para outros gatos, é importante que você o leve diretamente para o veterinário, e não para sua casa caso você já tenha outros felinos. Assim você se assegura que todos estejam saudáveis e fortes para um convívio bem tranquilo <3

Uma ONG que eu conheço o trabalho e recomendo a ação é a Confraria dos Miados e Latidos. Se você conhecer alguma outra deixe aqui nos comentários, certo?

Como adotar Cachorros de Rua

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Eu pessoalmente nunca adotei um cachorro de rua mas tenho uma amiga que participa ativamente de resgates aqui em São Paulo, a Mariana Fischer. Junto com um grupo de protetores, eles cuidam de mais de 200 cachorros e procuram um lar para eles pela página do Facebook “Doação de cachorros”.

A Mari me contou que a primeira coisa que eles fazem ao encontrar um cachorro na rua é retirá-lo daquele local, que pode ser perigoso: muitos cachorros são encontrados em rodovias ou estradas movimentadas. Depois de levar o cachorro para um lugar seguro, dê comida e água, e veja se ele está com algum tipo de ferimento – se isso acontecer leve-o até o veterinário o quanto antes! É importante observar bem atentamente os machucados, já que muitas vezes eles podem sentir dor e por já estarem assustados com a situação diferente, acabam mordendo ou avançando na gente. Depois de recuperado os próximos passos são semelhantes aos dos gatos: dar os vermífugos, as vacinas e também castrar. Se a pessoa não pode ficar com o cachorro, a Mari recomenda que ela comece uma divulgação na internet com foto e histórico do bichinho. Assim ele tem a chance de conseguir um lar com amor e muito carinho <3

Esses são os processos que o pessoal da Doação de cachorros faz: publicando as fotos lá na sua página e movimentando a internet para conseguir um lar para os dogs.
Geralmente eles costumam fazer uma entrevista por telefone com a pessoa interessada na adoção, perguntando uma série de coisas importantes para o convívio do cachorro na sua futura casa – um dos acordos que é a pessoa envie fotos do bichinho ao longo do tempo, para que eles acompanhem seu crescimento e adaptação. Após o ok do pessoal eles levam o cachorro até a casa da pessoa aqui em São Paulo, capital. “O mais importante é ter um lar rodeado de amor e espaço, para que eles cresçam felizes!” – conta a Mari <3

Para quem quiser ajudar o pessoal da Doação de Cachorros, eles não são uma ONG por motivos financeiros (ainda!). Mas eles sempre precisam de vacinas, vermífugos, e dinheiro para castração, além de ração e jornal – principalmente – para os mais de 200 cachorros e um saco de 25 kilos de comida por dia! Qualquer ajuda é sempre muito bem vinda e você pode conhecer mais sobre o trabalho deles lá no Facebook.

Você conhece outra instituição legal? Já resgatou um bichinho de rua? Conta pra gente! Quero conhecer as histórias de vocês :)

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Por que amamos o Turn Blue, dos Black Keys

The Black Keys - CREDIT Alysse Gafkjen

Eu tinha 19 anos, estava começando a me apaixonar e um dia, no meio dos flertes via mensagem, pedi a ele que me mandasse uma música. “Algo que você ache que eu devo ouvir.”, eu disse. Ele mandou I’ll Be Your Man, do The Big Come Up – primeiro álbum do The Black Keys. Na minha cabeça, a mensagem era: se entrega. E eu me entreguei. A paixão pelo rapaz não vingou, mas a pelos Black Keys só aumentou desde então.

Eu ouvia Too Afraid To Love You e sorria sozinha como se alguém finalmente me compreendesse. Foram horas e horas de exclusividade dos seus álbuns nos meus fones de ouvido. Aulas de guitarra, passeios noturnos ao som da dupla. Um show que vi sozinha, chorando de felicidade, perdida na multidão. E alguns (não muitos) dramas inspirados no blues rock dos caras. Black Keys forma caráter, meus amigos. <3

Esse ano, quando recebi a notícia de que um novo álbum seria lançado, não consegui controlar a ansiedade. Afinal, eles não liberavam um desde 2011. E a espera valeu: Turn Blue veio cheio de canções para balançar – e, por que não, enfrentar a vida? – do jeito sofrido que só eles sabem fazer valer. Aqui no Brasil, o álbum já está disponível para compra no iTunes e vale cada segundo.

No meio dos riffs de guitarra e da bateria marcante, o novo disco do duo Dan Auerbach e Patrick Carney é quase que um abraço. Todo mundo falou que era um dos mais emocionantes discos deles – e eu confesso que duvidei até ouvir pela primeira vez. Mas aí a melancolia me pegou de jeito e… Vamos lá: tem tanta coisa pra amar que eu não consegui evitar separar minhas favoritas.

Eles não tem medo de falar de amor

Não aquele amor bonitinho, bem comportado, feliz da vida. Não aquela paixão não correspondida mas que ainda dá uma poesia. Não. O amor amargo, o amor abandonado que continua firme, o amor que sobrevive mesmo que, com isso, faça a gente morrer um pouquinho por dentro. E é de músicas assim que eu gosto.

“Cause people they don’t wanna be lonely
Never want to be lonely
Never want to be an only one”

Para ouvir: Weight of Love, Turn Blue, Fever

Eles lembram a gente que às vezes é melhor deixar pra lá

É inevitável: quando as coisas desandam, a gente tende a buscar culpados. Muitas vezes, aponta o dedo pro espelho. E, depois de muitos conflitos, descobre que não adianta nada. Se acabou, acabou. Vale lembrar o que foi bom? Talvez sim. Mas, sobretudo, o importante é aceitar que a escolha do outro é do outro – e às vezes você tem que lidar com isso.

“You wanted to love but you didn’t know how
That’s o. k., it’s up to you now
It got so bad to where I wouldn’t allow
But no more, it’s up to you now”

Para ouvir: Year In Review, It’s Up To You Now, In Our Prime

Eles curtem a tristeza… E depois bola pra frente. :)

Dói. Dói pra caramba. E todo mundo vai te dizer que vai passar, que logo você vai amar de novo, que está tudo bem. Todo mundo vai te mandar sorrir. Eles não: vão mandar a real. Aquilo que você morre de vontade de dizer: NUNCA MAIS ME DEIXE AQUI APAIXONADO DE NOVO. EU VOU QUEBRAR. Mas aí a chuva cai. Você chora até esgotar. O tempo passa (sempre, né). E as coisas vão se acertando. Valeu curtir a tristeza? Valeu. Vai sobrar um pouquinho de medo de amar de novo? Vai. Mas a gente arrisca, e quebra, e conserta de novo. Tamo junto, caras.

“If I found another love
They must be forever true
Cause if someone breaks this heart
Your old man right here is through
Heaven just seems so far away
When there’s nothing left to say

Don’t leave us not in love again
Cause we might break instead of bend
I felt a little strain in the pouring rain
It washed away most everything”

Para ouvir: In Time, 10 Lovers

Mas, sobretudo, eles nos ajudam a lembrar que amar também é deixar ir. :)

E aí vamos para a minha parte favorita do álbum. O adeus. Porque a gente sabe como é duro deixar pra lá quando ama. Como é complicado aceitar que, o que ontem era lindo, hoje acabou. Que o amor só existe do lado de cá, ou existe dos dois lados, mas não se sustenta sozinho. É lindo ouvir Waiting On Words e sentir que não estamos sozinhos. Que amar é isso, e está tudo bem. Não sei para onde você está indo, não vou tentar te fazer ficar, mas espero que você saiba que o meu amor é real. Fugir não resolve, buscar outro em qualquer lugar não resolve quando a gente ama e quer apenas aquele. Só que encanta, depois de muito insistir, concluir que é melhor desaparecer a continuar o mesmo. A gente precisa mudar, deixar ir. É a vida. :)

“Looking back on where we used to be
Everything was clear, still I refuse to see
Hearts began to rust
The diamond turned to dust
You made me talk the pain all out of me

Bullet in the brain
I prefer than to remain the same”

Para ouvir: Waiting On Words, Bullet In The Brain, Gotta Get Away

um preview das músicas pra vocês irem curtindo no caminho <3

Para ouvir o álbum na íntegra é só comprar aqui.

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Você já aqueceu um coração hoje?

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Noite passada eu sofri pra caramba pra dormir. Assim, MUITO. Meu quarto é bem gelado e nem três edredões e um pijama quentinho me salvaram. E não foi só aqui em casa: vários amigos postaram reclamações nas redes sociais. Aquecedores, secadores de cabelo, meiões, pantufas – tudo foi estratégia pra conseguir dormir quentinho no conforto do lar.

Mas e quem não tem tudo isso pra passar o dia e a noite? E quem mal tem um lar?

É muito importante doar as roupas que você não usa mais e ficam lá, em boas condições, mofando no seu armário. Sério. E, se é importante durante o ano inteiro, é principalmente no inverno que você pode fazer a diferença. Vale tudo: buscar instituições que você conhece e confia – existem várias, como o Exército da Salvação, as Casas André Luiz, o Hospital Mandaqui - , doar em pontos de coleta pela cidade, juntar os amigos pra visitar abrigos… O que não pode é deixar pra lá. Eu já separei as minhas aqui!

E, se você já doou suas peças, tem também outras formas de ajudar: a Flogoral, por exemplo, depois de descobrir que todos os dias o Facebook tem 3,2 bilhões de likes, criou um aplicativo chamado LIKE SOLIDÁRIO, um mecanismo que transforma likes em roupas de verdade para serem doadas. Sabe aquela hora em que você estiver tranquilo pelo Facebook? Aproveita e passa no aplicativo! Quanto mais likes, mais vidas aquecidas. A cada 30 likes, uma peça de roupa será doada – com os rostos e nomes de quem curtiu. Que tal? <3

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#100HappyDays ~ Semana 5

Eta! Tardamos mas não falhamos! Lá vem mais sete dias de amor.

Semana da Ari

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Domingo: Passei o dia pesquisando referências para uns desenhos que queria fazer. Quero criar uma nova coleção na Laboratório Monstro e precisava sentar pra montar paletas de cores, separar trechos ilustráveis dos meus textos, pensar nos rabiscos… Foi bom porque foi como visitar a Ariane antiga. Adoro ler meu blog e ver como mudei em alguns aspectos e continuo a mesma em outros. Sempre me faz bem, até quando eu sofro. :P

Segunda: Já contei pra vocês, mas vou repetir: quando o carteiro chega aqui, eu fico mais feliz que no Natal! Comprei uma câmera pra começar a fazer vlogs (a minha, velhinha, não filmava) e fiquei esperando ansiosa desde cedo pela chegada dela. E que momento feliz aquele de abrir a caixa, montar tudo, começar a testar com todas as lentes, planejar os vídeos… <3

Terça: Eu sei, não deveria descontar minhas frustrações nas compras, maaaaas… Poxa, tento focar nas coisas úteis! E nessa terça chegou a cafeteira que comprei pra deixar meus dias mais felizes (porque eu fico o dia todo sozinha em casa e o café que eu passo é um horror, haha!). Comprei um monte de cápsulas de Capuccino, chá, espressos diferentes… Fiquei extremamente feliz. É rápida, é prática, é uma delícia e eu não passo mais vontade de uma bebida quentinha no meio da tarde. <3

Quarta: Essa semana completamos 3 milhões de fãs no Facebook e ficamos radiantes. Como ando passando por alguns problemas, aproveitei a marca pra sentar, respirar fundo e lembrar do tanto de coisas boas que me aconteceram no último ano. Foi um monte! E meu coração se encheu de alegria ao recordar que não é fácil, mas vale a pena.

Quinta: Minha mãe sofreu uma distensão no trabalho e tive de levá-la até a Paulista pra fazer uma perícia médica. Passeamos pela avenida, levei ela a um dos meus lugares favoritos no mundo e terminei o dia com ela vendo novela no sofá, no colinho, tentando acreditar que tudo vai passar sim senhor. Quinta-feira é o meu dia de receber amor há quase um ano. Se não é mais da mesma pessoa, isso é apenas um detalhe. ^^

Sexta: Dei um pulo com a Jess no Youpix pra acompanhar a Bru! Foi ótimo reencontrar alguns amigos. Pra melhorar, depois nós fomos ao karaokê, bebemos bons drinks, cantamos muuuuuito e aproveitamos ao máximo. Fazia tempo que eu não fugia do mundo assim e me fez bem. Só minha voz que não curtiu muito: já era!

Sábado: O que foi a descoberta de que Oreo e Laka se juntaram? MEUS AMIGOS, MEU CORAÇÃO PERTENCE A ESTE CHOCOLATE. ME PERDOEM MAS NADA MAIS FEZ SENTIDO NA MINHA VIDA. Fiquei vendo filminho água com açúcar e comendo meus bons Oreos PORQUE EU MEREÇO.

Semana da Jess

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Domingo: Como um bom domingo que se preze, continuei com a minha maratona no Netflix assistindo Orphan Black e mais umas series aleatórias. Achei bem legal o final de temporada de Orphan Black e é uma pena ainda não ter a segunda disponível por lá. Como vocês devem ter reparado a minha segunda casa é o Netflix sim, obrigada hahaha <3

Segunda: Há um tempo eu cultivava uma vontade de ter minha própria hortinha em casa. Na segunda-feira eu tomei coragem e saí pra comprar algumas coisas: mudinhas de alecrim e manjericão, além de uma planta para gatinhos, que ajuda a melhorar a digestão deles. Fiquei bem empolgada com o meu novo brinquedo e já saí lendo um milhão de coisas pra aprender a cuidar direitinho das minhas plantinhas. Não vejo a hora de comprar mais algumas mudas pra aumentar o canteiro aqui na varanda de casa!

Terça: Finalmente o Batman está se integrando com os outros gatos: o Pudim é o mais receptivo e eles já estão melhores amigos! Fiquei tão feliz em ver os dois juntos e brincando que tirei um milhão de fotos e fiz mais um milhão de vídeos. Terça-feira também foi o dia que eu e o namorado completamos 3 anos juntos

Quarta: A melhor época para encontrar minha fruta favorita chegou! Eu amo morangos e sempre que vejo no mercado acabo levando umas 2 caixinhas pelo menos, o que acaba tornando minha alimentação dos próximos dias um verdadeiro Festival do Morango (não que eu esteja reclamando, veja bem).

Quinta: Fui visitar a minha vó e passei a tarde com ela, minha mãe e minhas tias, foi bem legal! Minha vó também me deu um sapatinho de lã super quente pra usar na hora de dormir. Eu obviamente estou usando o tempo todo, já que o frio só aumentou nessa semana aqui em São Paulo. Ah, finalmente o inverno <3

Sexta: Eu e a Ari fomos até o YouPix encontrar os amigos e ver a Bruna falar no stand da HP. Que saudades que eu tava de apertar as duas! Vimos bastante gente conhecida, outras que conhecemos na hora e até encontramos alguns de vocês por lá! Obrigada por virem conversar com a gente, adoramos conhecer todo mundo! :D

Sábado: Fui até o Beco lá na Rua Augusta ver o namorado tocar (sim meu namorado é DJ e toca em varias festas haha). O tema da vez era “Clube da Luta’ e dois DJs revezam entre temas diferentes em batalhas do tipo: punk x trilhas sonoras ou indie x pop. Eu gosto muito dessa festa porque não cansa, e cada hora tem uma coisa diferente acontecendo. É super divertido e a minha parte preferida são das trilhas sonoras – quando você vai ouvir a música tema de Ghostbusters e do Maluco no Pedaço em uma mesma noite? É demais!

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O retorno do Interpol e do Spoon

ou Como eu parei de me preocupar e voltei a acreditar no Indie Rock

Eu estava passando por um longo, longo divórcio com o Indie Rock. Não aguentava mais ouvir falar de Strokes e Arctic Monkeys. Ou ir a uma boate e ouvir MGMT e Kaiser Chiefs. A reconciliação parecia impossível, e eu já ouvia só folk, country e pop, ou rock clássico, todo dia.

Aí duas bandas voltaram.

O Spoon é uma banda texana que se você não conhece, suas bandas favoritas conhecem. O The Black Keys, por exemplo, deve muito ao trabalho da banda. Músicas deles estiveram em séries como The O.C., Chuck e Veronica Mars e filmes como Mais estranho que a ficção e 500 dias com ela.

Eles voltaram, e a música nova de Britt Daniel e cia., chamada Rent I Pay, é provavelmente a música mais repetida nos últimos dias aqui em casa. Meu Spotify já deve estar até enjoado. Perfeita para aqueles dias em que você precisa de uma última gota de energia antes da sexta feira chegar.

Ouviu e quer mais? Eles já tocaram outras duas inéditas, Do You e a espetacular Rainy Taxi. Elas fazem parte de um novo álbum, They want my soul, cujo lançamento está programado para o dia 5 de agosto.

Em um lado mais sombrio do espectro, temos o Interpol, banda do eterno galã indie Paul Banks. O Interpol andava meio perdido, os garotos lançaram um disco medíocre após a saída do baixista Carlos D., e tudo parecia sem volta. Maior mentira. A música nova da banda, primeira do disco El Pintor, é uma das melhores do ano. All the rage back home é um hino para relacionamentos complicados, e ainda ganhou um clipe classudo em preto e branco, com imagens que dão vontade de emoldurar e colocar na parede.

El Pintor será lançado no dia 8 de setembro.

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#MixtapeDoBem: As melhores músicas internacionais de 2014 (até agora)

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Foto: NH1 / Flickr

Algumas pessoas passam por uma crise de meia-idade, um momento da vida, mais ou menos na metade da jornada, em que você pensa: o que eu fiz até agora? E o que eu farei com o resto de tudo? Essa é, então, uma mixtape de crise de meio-ano. O primeiro semestre de 2014 acabou, e nessa hora, bate aquela vontade de pensar nas melhores coisas que surgiram no mundo da música durante esses seis últimos meses. Fiz isso, e o resultado foi uma bela mixtape de 30 faixas, celebrando esse 2014 louco e excelente. Não espere uma mixtape de um gênero só. Essa lista vai do pop de Ariana Grande até o punk do The Menzingers, do indie do The New Pornographers até o folk do Hozier, do country de Miranda Lambert até o rap do The Roots. Um dos meus passatempos favoritos é ouvir as seleções de melhores músicas do ano de outras pessoas – nelas, eu conheço músicas novas que podem vir a entrar na minha própria lista. Então, se você tiver alguma pérola do coração que você acha que eu não posso deixar de ouvir… manda aí!

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O fabuloso mundo da literatura clássica

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Você entra em uma livraria e é imediatamente bombardeado pelos best-sellers, que ocupam as primeiras mesas e estantes, próximas às portas, e ganham rico material de divulgação, diferentes capas, cartazes e banners. Um pouco empoeirados, nos cantos onde a luz chega mais fraca das mesmas livrarias, se esconde um mundo delicioso.

Quando pequena, eu era uma rata de biblioteca – uma leitora que não se sentia intimidada por livro algum. Aos 10, meu amor era O Conde de Monte Cristo. Aos 12, lia os clássicos de fantasia como Senhor dos Anéis, e aos 15, naquela fase tumultuada (e meio emocore) da adolescência, me afundei em Dostoiévski, Nietzsche e outros otimistas. Eis que chegou o vestibular e o início da faculdade e esse ímpeto de leitora diminuiu drasticamente. Ainda lia, mas só aqueles livros que viravam hits e não podiam ser ignorados, os que eram transformados em filmes ou fenômenos pop.

Há pouco mais de um ano a paixão voltou e voltou fulminante.

Porque redescobrir os clássicos? Bem, primeiramente, porque eles são incríveis – e assim como o cinema “cult” e os discos antigos, eles parecem muito mais intimidadores e “intelectuais” do que realmente são. São clássicos porque são tão bons que não saem de moda. Como um vestido preto básico.

Um outro motivo convincente é a sua acessibilidade. Hoje, com os pocket books e os livros eletrônicos, você pode comprar um pedaço da história da literatura e uma experiência inesquecível por menos de 20 reais, e levá-lo para todos os lugares. Uma distração nas filas, salas de espera e linhas de ônibus.

Nesse último ano, as jornadas que mais me encantaram foram as seguintes:

- Conhecer o mundo. Me encantar pelas estradas americanas dos Beatniks como Kerouac, Ginsberg e Ferlinghetti. Passear por Paris ao lado de Hemingway no livro que inspirou o filme de Woody Allen, Paris é uma festa. Andar com Virginia Woolf na sua Londres angustiada.

- Me arriscar no maior desafio literário da minha vida: encarar Ulysses, clássico louco de James Joyce, na sua língua original. Mas te indico: leia Joyce, mesmo que traduzido, urgentemente.

- Me arrepiar com os contos sombrios de Poe e Lovecraft, perfeitos para serem lidos à noite, em voz alta, para os amigos em uma viagem…

- Ler Homero e descobrir que o mundo grego do século 10 a.c. é estranhamente parecido com o nosso.

- Começar a ler peças de teatro de autores como Ibsen, Tchekov, e até mesmo Shakespeare. É uma leitura absurdamente rápida (não é difícil ler uma peça inteira em uma tarde), normalmente leve, divertida, e que passa por sua cabeça como um filme. Você pode até pensar no elenco perfeito!

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Gente que é #Nota10 – Instituto Ayrton Senna

Gente que é #Nota10 – Instituto Ayrton Senna

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Em 2014, nós completamos 20 anos sem o piloto Ayrton Senna. Dá pra acreditar que passou tão rápido? Eu lembro como se fosse hoje quando assistia a corrida com meu pai pela televisão e o acidente aconteceu – foi tudo muito rápido e marcou demais os brasileiros. Eu tinha só 4 anos de idade e ainda me lembro de todos os detalhes, acho que é uma das minhas memórias mais antigas, aliás. Se você não tem idade para lembrar, pergunte para alguém da sua família e com certeza eles te dirão o que estavam fazendo em 1 de maio de 1994.

Naquele mesmo ano, um pouco antes do Senna nos deixar, ele criou o Instituto Ayrton Senna. O Instituto é uma das organizações sem fins lucrativos mais conceituadas do país, formada hoje por 5 mil educadores, e beneficia diretamente cerca de 2 milhões de alunos com seus programas em mais de 1.300 municípios nas diversas regiões do Brasil. O objetivo do Instituto é formar cada vez mais alunos capacitados, melhorando seu desempenho na escola e na carreira profissional que o aguarda. É um trabalho bem legal e você pode ler mais sobre ele aqui.

Para celebrar os 20 anos do legado de Senna, o Instituto está promovendo diversas ações ao longo do todo ano e uma delas é a Educação #Nota10, em parecia com o Google.  A campanha mostra que é possível ajudar na educação do país doando um pouquinho por mês. Pouquinho mesmo: uma doação de 10 reais por mês equivale a uma criança alfabetizada pelos programas educacionais do Instituto Ayrton Senna.

Para engrossar o coro e fazer todo mundo pensar por um minuto na educação do nosso país, eles propõem ao Banco Central do Brasil uma ideia ousada, assim como o próprio Ayrton era: a criação da nova cédula de R$ 10, com a figura do Ayrton Senna. Assim a mensagem fica bem clara, todo mundo passa a conhecer o projeto e mais crianças podem ganhar uma educação de qualidade! <3

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Muitos artistas, atletas e cantores estão apoiando o projeto e ajudando a repassar a mensagem da #Nota10 do Senna por aí: Pelé, Kaka, Sandy, Rodrigo Santoro, Murilo Rosa, Fresno, Popó, e muitos outros. Olha só:

Assista todos os vídeos aqui!

A discussão aqui fica ainda maior: como nós podemos ajudar na educação do nosso país? Como podemos fazer algo para mudar e tornar a vida de outras pessoas ainda melhor? Você apoia alguma instituição?

Conta pra gente nos comentários :)

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#100HappyDays – Semana 4 :)

#100HappyDays – Semana 4 :)

Quase um mês se passou desde que começamos o projeto, quem diria! Um mês difícil e dolorido, em que às vezes parecia até que não íamos achar nada pra contar. Por isso é tão legal saber que estamos seguindo aqui, com uma pilulazinha de alegria atrás da outra. <3

Semana da Ari

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Domingo: ¡Hace Frío! Buenos Aires está congelante. Nos ambientes fechados, todos protegidos pela calefação, é simples encarar o dia. O problema é andar nas ruas: a garoa fininha parece cortar o nosso rosto quando bate com o vento gelado. Todo mundo odeia a sensação – mas eu preciso confessar: isso me fez sentir viva. Além da visita ao El Ateneo, é claro, que é aquilo que mais gosto no mundo: uma livraria. Sabe quando você está vivendo um furacão por dentro e, de repente, algo te traz de volta à realidade? Então. O frio e o passeio me fizeram isso. E daí eu chorei, sem medo, e abracei o caos. Por pior que seja o que estou vivendo, é a realidade. E a gente encara como tem que ser. Foi um a boa maneira de encerrar a viagem. :)

Segunda: Finalmente em casa! Foi muito bom rever o pai mais amoroso do mundo depois de uma semana longe. Quando o coração começou a apertar, corri pro colo dos amigos mais queridos e pronto: fava tudo bem de novo: chope, fritas com cheddar, calabresa… COMIDA E AMOR DE AMIGO NÃO DÁ PRA COMPETIR. <3

Terça: Antes da hora do jogo do Brasil, aproveitei pra buscar os últimos bonequinhos que chegaram nos Correios e escrever um post sobre como comprá-los. Depois, tensão por tensão, escolhi assistir tudo quietinha no meu cantinho. Melhor coisa que eu fiz, convenhamos!

Quarta: Não consegui parar de pensar um segundo no meu vôo de volta pra casa. Escrevi um monte naquelas três horinhas, e fiquei revendo tudo e pensando em como me sinto bem quando estou no ar. No fim do dia, um beijo de aniversário nos amigos que conheci depois de adulta mas que parecem estar ao meu lado desde a infância. O coração sempre fica quentinho quando a gente lembra que tem amor sempre por perto.

Quinta: Chegaram alguns dos livros que comprei no BookDepository! Aliás, o que eu mais esperei (queria desde o lançamento): o “Diario de una Volátil”, da Agustina Guerrero, uma das ilustradoras que eu mais curto neste mundão de meudeus. Passei o dia lendo e preparando posts pra cá… Vai ter resenhas sim! <3

Sexta: Ahhhh, todo mundo só falou no dia da Pizza na quinta e eu resisti. Mas, na sexta, estava morrendo de desejo. Não segurei a onda: pedi a tal Brasileiríssima de que todos comentaram (vi no Facebook e fiquei com muita vontade) e ME APAIXONEI. Estou em um relacionamento sério com aquele pedaço de pizza. Depois fiz maratona pra ver a sétima temporada de Skins, uma das minhas séries favoritas. Melhor sexta à noite!

Sábado: Passei o dia inteiro na cama PORQUE SIIIIM. Desenhei, li, vi o jogo ainda descrente… Não tão sendo fáceis os dias por aqui, e a gente enfrenta como pode. Eu, no caso, enfrento hibernando. HAHAHA <3

Semana da Jess

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Domingo: Ainda em Campina Grande e ainda em ritmo de festa junina! É muito legal ver como toda a cidade fica decorada para o mês de São João e as pessoas ficam realmente muito empolgadas com as festas. No domingo nós fomos até o Parque do Povo para o último dia de festa: o evento reúne cerca de 100 mil pessoas em um dia! Todo mundo parou pra assistir a final do Superstar no telão e torcer para o conterrâneo Luan e Forró Estilizado – a energia do lugar é uma coisa que eu nunca vi na vida, você se contagia mesmo. Por fim a noite fechou com show do Garota Safada! Achei muito engraçado as letras deles e o Weasley Safadão é ótimo, ele pegava o celular das pessoas que estavam tirando fotos dele, dava uma olhada nas mensagens do cara, tirava umas selfies e devolvia! hahahaha Melhor pessoa!

Segunda: Mesmo viajando eu ainda estava seguindo a rotina de trabalho normal, então passava a maior parte dos dias na casa da minha sogra em frente ao computador. Enquanto isso a rotina seguia: computador, comidinhas e seriados no fim do dia. Enquanto a vida seguia nós começamos a notar um gatinho de rua que ficava na frente da casa da minha sogra, mega fraquinho e machucado :( Começamos a trazer comida e água pra ele, fazer carinho e cuidar. O pessoal do condomínio também começou a cuidar dele, mas ficamos preocupados porque lá o pessoal, principalmente as crianças, costumam maltratar e até envenenar os gatinhos. Então nós começamos a procurar um lar pra ele, entrei em contato com algumas ONGs e pessoas pra ver o que conseguíamos fazer. Ele era tão fofo e amoroso que às vezes a gente descia só pra fazer carinho nele <3

Terça: Depois do jogo terrível e de ver todo mundo levantar e ir embora do bar em que nós estávamos, nós encontramos uns amigos pra jogar Game Of Thrones de tabuleiro que trouxemos de São Paulo. Pra quem não sabe um dos nossos maiores hobbies por aqui é alugar jogos de tabuleiro e fazer noite de jogos em casa. O jogo é muuito longo, mas não é super complexo depois que você pega o jeito. Pra quem é fã da série e dos livros a coisa fica ainda mais divertida, mas não tem problema se você quiser jogar e não souber nada da história. Nossa partida foi super “rápida”: durou 3 horas e meia (no dia anterior nós jogamos também e durou CINCO HORAS). Pior que você fica tão empolgado jogando que nem sente o tempo passar, recomendo muito o jogo pra quem gosta desse tipo de coisa!

Quarta: Um dia para voltarmos pra São Paulo e nada de encontrarmos um dono pro gatinho. Nos vimos com um dilema: deixar ele lá e rezar pra ninguém fazer nada com ele ou a mais difícil delas, levá-lo pra SP. Muitos amigos já tinham se interessado em ficar com ele se nós conseguíssemos trazê-lo, mas no fim a gente queria mesmo era fica com ele, cuidar e dar amor lá em casa. Conversamos bastante, pesquisamos na internet como funciona pra levar um bichinho de avião e no fim decidimos que íamos levá-lo com a gente. Então corremos atrás de avisar na TAM, comprar uma casinha de transporte e dar as vacinas no veterinário para garantirmos que eles estava bom o suficiente pra viajar. Para a nossa sorte ele não tinha nada muito sério, só estava bem fraquinho. Nesse dia mesmo nós trouxemos ele pro apartamento, demos um banho e um cantinho confortável. The street days were over haha

Quinta: A viagem era puxada: ônibus e avião, e não conseguimos antecipar nosso voo como pretendíamos. Ficamos mais de 12 horas viajando, sendo 8 delas no aeroporto esperando pra embarcar, fazendo hora e comendo pizza. Tudo isso com um gato na bolsinha de mão, dando água, comida e trocando as fraldinhas quando ele fazia xixi. Me senti mãe de uma criança pequena de verdade. O Batman agora ficou sensação do aeroporto e a tripulação do avião achou o máximo que ~o Batman estava abordo~. Foi muito engraçado e bem feliz ver como todo mundo estava querendo ajudar e se importando com a saúde do Batiminha.

Sexta: Enfim em casa! A adaptação de gatos não é fácil e ficamos o dia todo cuidando deles e descansando da viagem. Aproveitei pra começar a assistir Orphan Black que todo mundo estava falando. Fiquei tão empolgada que vi uns 5 episódios de uma só vez!! Pra quem gosta de ficção científica eu recomendo DEMAIS! É um daqueles seriados que tem tudo pra ser horrível mas eles conseguem fazer a coisa ficar incrível e maravilhosa. Dá nervoso, dá medo e você não consegue parar de ver, esse é o meu tipo de série preferida <3

Sábado: Fui bem cedinho encontrar o Ricardo, um amigo tatuador que veio passar uma semana em SP. Tinha vontade de fazer uma rosa em preto e branco faz um bom tempo e o traço do Ricardo era exatamente como eu imaginava meu desenho! Estava com saudades de tatuar e de quebra ainda conheci um amigo que eu nunca tinha visto pessoalmente. Foi muito divertido e eu amei o resultado final, não vejo a hora dele voltar pra fazer outras! A lição que tiramos dessa minha semana é que: tatuagem e gatos são coisas que viciam meus amigos, quanto mais você tem mais você quer ter haha! Foi uma semana cheia de grandes mudanças e alegrias, e fico muito feliz de estarmos cuidando do Batiminha e dando um lar quentinho pra ele! <3

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Como comprar bonecos Funko no Brasil

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Eu sempre fui apaixonada por bonequinhos. Sou obcecada, sério mesmo. Não tem mais espaço em casa, mas eu quero mais.

Os da Funko – especialmente a linha Funko Pop – eram os que mais me faziam ficar toda cheia de vontade a cada nova coleção que via lançar por aí. Sempre. Mas, como os personagens que curto são difíceis de comprar – no Brasil, além de vender em poucos lugares, eles custam caro – e eu não costumo pedir para as pessoas me trazerem nada das viagens (acho deselegante, acho abusivo, resumo: tenho vergonha), demorei a começar minha coleção. Minha wishlist é enorme e só cresce (até porque recentemente lancaram as coleções Rei Leão e Bambi, não sei lidaaaaar!!!).

Nesse meio tempo, já procurei em vários lugares onde comprar bonecos Funko POP no Brasil, quanto custa, quanto tempo demora, se vale a pena ir até a loja ou se online é mais barato… E bom, já apanhei um bocado dessas compras. Como compartilhei esses dias um monte de fotos dos meus, que comprei recentemente num acesso de tristeza e consumismo online (a vida tem dessas coisas) – e a Jessica também ganhou alguns de aniversário e publicou – muita gente perguntou um monte nos comentários e resolvemos fazer um post ajudando. Vamos lá? Quem quer comprar bonequinhos põe o dedo aquiii!

Em primeiro lugar, esse post reflete minhas experiências – os lugares que usei e cotei, mais a dica de alguns amigos. Se você tiver uma boa sugestão, sempre pode mandar pra gente!

A maneira mais barata de comprar Funko Pop ainda é fora do país. Nos EUA eles custam cerca de dez dólares cada, alguns mais baratos, outros bem mais caros: tudo depende do personagem, da disponibilidade e da loja em que você compra. Se puder pedir pra alguém trazer: faça isso! Se não puder, a internet taí pra te ajudar. Mas vai ser mais salgado mesmo.

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O favorito: Amazon.com

Gosto da Amazon porque nunca fui aos Estados Unidos e não sei onde encontrá-los por lá. Já na Amazon, a entrega é ágil, o preço é bom e os bonecos já vem taxados – você não terá imposto surpresa, produto retido na alfândega, estresse com entrega.

Por que muita gente não gosta da Amazon: além do imposto já vir embutido no valor, o frete é salgado – aí assusta quando você olha o valor. Mas acontece que, mesmo com o imposto e o frete, dependendo da cotação do dólar, ainda é mais barato comprar lá mesmo.

Eu, pelo menos, sempre saí no lucro, então não se assuste. Não é baratinho mesmo: os bonecos que você encontra lá por 8, 9, 10 dólares, acabam saindo cada um por mais ou menos 50 reais. Pelo menos foi o mais barato que consegui pagar até hoje. Mas chegam no prazo estimado (é consideravelmente rápido), certinhos e, caso você tenha problema com a entrega, a Amazon é muito tranquila com reembolsos e trocas.

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Uma alternativa: Free shop

Nunca dei muita sorte nos freeshops da vida. Geralmente, são poucas opções de bonecos (quando tem!). Mas, como freeshop não tem custo de frete (duh) e nem imposto, o valor, mesmo que mais alto que o da Amazon compensa – então se você encontrar o que estava procurando, se joga! Quando vi da última vez, na volta das minhas férias, aqui em Guarulhos cada boneco estava custando cerca de 25 dólares.

Por que não compr0 no Aliexpress/Ebay

Tenho um sério problema com esses sites: você não rastreia a entrega. Compra e esquece, que um dia ela chega. A passagem pela alfândega demora uma eternidade e quando chega, provavelmente é taxada (não era, mas isso vai mudar em breve) e você ainda precisa ir buscar nos Correios e pagar taxa de retirada. Não, né? Quero conforto e saber o preço que estou pagando desde o começo.

Além disso, os valores no Aliexpress, por exemplo, são mais altos que na Amazon – o que meio que anula a alegria do frete grátis. A média dos bonecos por lá é fica entre 15 e 25 dólares. Prefiro garantir tudo direitinho, sem surpresas. Aboli da minha vida ebay e Aliexpress (tenho compras feitas há mais de 3 meses que ainda não chegaram!) e ultimamente minha única aventura com compras internacionais sem rastreio é mesmo com o BookDepository, porque livros ainda não podem ser taxados e bom, o frete da Amazon desanima nessas horas.

UPDATE: Se você não liga de esperar e quer correr o risco (muita gente comentou que era tranquilo depois que eu postei aqui), o Ebay é uma alternativa mais econômica sim! A Jess Vieira deu a dica dos vendedores que ela já conhece e confia, um com frete grátis e o outro com frete pago, pra você ver se encontra os bonequinhos que está procurando! Sempre chegou tudo certinho. :)

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Para quem não tem cartão internacional ou não quer arriscar comprar fora do país

Se você não tem cartão internacional ou não quer pensar na dor de cabeça que é comprar um produto fora do país e ficar esperando (apesar de ser tranquilo!), tem opções aqui também – como sempre, um pouco mais caras. E o preço já é salgado, né? Então tem que garimpar bastante. O meu Woody eu comprei no Funkomania, que tem vááárias opções e entrega bem rápido, mas ainda é meio limitado em estoque em relação a Amazon e ao Ebay, claro. O preço médio por lá é 70 reais (você encontra alguns por menos, outros por mais, mas se for pensar já no boneco+frete, é isso).

UPDATE: Nunca comprei no Mercado Livre (!), então esqueci de falar dele por aqui! Ainda bem que vocês me lembraram. Por lá, você encontra os bonecos a partir de R$50 (tem uns um pouco mais baratos, mas a média é essa). Só é preciso ficar de olho nas qualificações do vendedor e mandar ver! Vou procurar algum que eu queira bastante pra testar o serviço e depois conto minha experiência pra vocês. :D

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Para quem quer comprar na loja física, não online

Se você tem problemas com compras na internet, dá pra correr por aí. Não tenho muitas dicas pelo Brasil porque sou paulista e não acho certo indicar lugares que não conheço por aqui. Os bonequinhos de Game Of Thrones, o Breno comprou pra Jessica depois de bater pernas por SP: tem lojinhas que revendem por aí – como a Coleciona, na Augusta, e a Casa do Herói, no Shopping Ibirapuera. Nos comentários, a Thaís lembrou que a Limited Edition, na Consolação, também tem muitas opções na média dos 70 reais por boneco. O meu Batman eu comprei na Endossa da Augusta e paguei 60 reais. A dica do Breno é dar uma search em “colecionáveis” no 4sq pra encontrar as lojas próximas de você. :D

Curtiu? Vai montando sua wishlist por aí! :D

Estou dando um tempo do consumismo por motivos de SEGURA ESSA ONDA ARIANE, mas a minha já tá enorme. Aliás: aceito de presente siiiiim!!! hahahaha

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