O super-herói do seu signo

Cantou muito, na última semana, a canção Disney do seu signo? Hora de descobrir outro lado do que o zodíaco separou para você.

Todo mundo tem seus superpoderes e o potencial de salvar, nas pequenas coisas, o mundo. Mas se você vivesse no universo da Marvel ou da DC Comics, que tipo de super-herói você seria? Sombrio ou engraçado? Moderno ou idealista? Conheça agora os traços que marcam o papel em que você foi desenhado, e forme times com seus amigos superpoderosos!

Áries – Tocha Humana

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Flame on! Aventureiro, ousado e sem medo de chamar atenção, Johnny Storm tem como um de seus maiores poderes a auto-confiança e a coragem – ah sim, além da capacidade de se transformar em um meteoro flamejante. Esquentadinho é apelido, e quando você fica nervoso, você transforma sua cabeça quente em um verdadeiro rastro de chamas.

Leão – Iron Man

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Identidade secreta? Quem iria querer esconder seus feitos heroicos do mundo? Super-herói e super-celebridade, Tony Stark é charmoso, bem humorado e escolhe bem o palco em que pousa os propulsores da sua armadura hi-tech. Inteligente e dinâmico, o leonino nasceu para liderar, de preferência do topo de uma torre como a Stark Tower.

Câncer – Professor X

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Cancerianos são tão intuitivos que, às vezes, parecem ter a capacidade de entrar na mente de seus amigos e entender perfeitamente o que está acontecendo – quase como telepatas mutantes. Eles são calorosos e protetores em relação às suas famílias – mesmo que seja uma enorme família de pupilos e amigos como os X-Men, liderados pelo sábio Professor X, um típico canceriano.

Aquário – Surfista Prateado

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O aquariano está sempre buscando o que há de mais novo, e se para isso, precisar de viajar para novos mundos e planetas, melhor ainda. Atento às energias do mundo, ele é o verdadeiro sensor do cosmos, e é um humanitário nato. A atmosfera new-age do viajante galáctico Surfista Prateado é perfeita para o aquariano.

Escorpião – Batman

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Como o leonino ama a luz e a fama, você ama as sombras e o anonimato. O mistério é a maior paixão e a maior força de quem é regido por escorpião, e cada pessoa do signo é Batman e Bruce Wayne ao mesmo tempo. Um pouco obsessivo, você não esquece de nada e pode fazer inimigos facilmente – mas também encanta, e é um dos mais amados super-heróis da história por sua obstinação e superação.

Capricórnio – Demolidor

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A disciplina e o cuidado são elementos chave na vida do sério advogado Matt Murdoch, e seu alter-ego, o homem sem medo, Demolidor. Você é também reservado, um pouco pessimista e solitário – e sofre calado em meio ao tumulto que viveu.

Peixes – Doutor Manhattan

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O peso do mundo está sobre seus ombros, não, é, pisciano? E isso te traz muita melancolia e te faz sonhar com um local melhor, que existe apenas na sua cabeça. Você tem um universo dentro de você e como o Dr. Manhattan, de Watchmen, isso o torna difícil de alcançar. Você muda de ideia facilmente, pois deseja agradar a todos, como Manhattan que moldou sua vida para agradar o seu pai e foi transformado ao tentar ajudar sua namorada.

Sagitário – Thor

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Como um executivo preso na ponte aérea entre Rio e São Paulo, Thor é um herói em movimento, indeciso sobre o lugar ao qual pertence. O deus nórdico do Trovão não tem medo de barulho, aventura e uma boa briga, e vê a vida como um grande esporte assim como o sagitariano. Mas mesmo com um exterior de atleta, livre e despreocupado, você tem seus momentos de profundidade e reflexão, como o guardião de todo o universo, ponderando em Asgard.

Libra – Mulher Maravilha

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Defensora da justiça, da diplomacia e da paz, você resolve qualquer conflito. Luta pelo que é certo e valoriza a sinceridade, possuindo consigo um laço da verdade que daria inveja à Mulher Maravilha em si. Assim como Diana, você é uma peça central do seu grupo de amigos, cheia de ideais, charme e magnetismo pessoal.

Virgem – Capitão América

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Seus ideais são altos, beirando a perfeição, e você é prático, estrategista, tendo assim os métodos necessários para tornar esses ideais uma realidade. Como o líder dos Vingadores, você é modesto mas sabe bem da sua própria competência e potencial – mas o seu lado perfeccionista e crítico pode diminuir o seu senso de humor e te manter constantemente preocupado com o rumo das coisas.

Touro – Superman

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Ninguém é mais confiável que você, Taurino – e o mais famoso herói da história se identifica, bastante, com o seu signo. Apaixonado por seu amor, sua família (ou famílias) e por tudo que você acredita, você é uma rocha segura na vida de todos, paciente, pacífico, persistente.

Gêmeos – Homem-Aranha

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Sem a máscara, você é um estudante tímido, desajeitado, com um passado triste e angustiado. Mas colocando o seu uniforme, você vira a alma da festa, um herói que encontra tempo, no meio da luta, para soltar uma piada ou fazer uma pegadinha. O mais jovial dos heróis.

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Degustação Pop #1 – West Coast (Lana Del Rey)

Nenhum homem é uma ilha - podemos reescrever essa expressão? Nenhuma música pop é uma ilha. É, na verdade, como uma série de vulcões em erupção, cuja lava se resfria sobre tudo que está próximo e forma novos picos. Tudo influencia tudo.

Ouvir uma música, então, é ouvir várias outras, que a influenciaram, ou por ela foram influenciadas, ou apenas parecem e fazer parte de um mesmo movimento ou época.

Lana Del Rey saiu de sua tristeza de verão e voltou com single novo, o primeiro do disco Ultraviolence, produzido pelo antes solitário garoto Dan Auerbach, do The Black Keys. A música em questão é West Coast, uma mistura de baixo marcado, vocais sussurrados com ritmo de rap, guitarra dos anos 60 e um refrão romântico.

Gostou de West Coast? Que tal então ouvir uma mixtape inteira de músicas que se relacionam com esse novo sucesso? Dos antepassados diretos de Lana como Nancy Sinatra e Peggy Lee, até os donos daquela guitarrinha do refrão, os Beatles. De artistas novos do pop minimalista como The xx até a primeira voz feminina produzida pelo mesmo Dan Auerbach, Jessica Lea Mayfield.

Aperta o play!

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Serge Gainsbourg – Bonnie and Clyde
Peggy Lee – Fever
Nancy Sinatra – Bang Bang
The Beatles – And I Love Her
Exlovers – Wicked Game
The xx – Islands
Chet Faker – No Diggity
Jessica Lea Mayfield – Our Hearts are wrong
Tori Amos – Cornflake Girl
Charlotte Gainsbourg – The Operation

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Vamos trocar umas figurinhas?

Essa seria uma proposição mais comum se fosse apenas um convite para uma conversa amigável, na velha gíria. Mas não, ignore a fachada dos vinte e poucos anos, estou falando de figurinhas mesmo – daquelas autocolantes e colecionáveis.

Foto: Tumblr | iamzantuu

Foto: Tumblr | iamzantuu

Coleção não é coisa de criança – Franklin Roosevelt e Johnny Cash, por exemplo, colecionavam respectivamente selos e moedas – e completar um álbum requer uma persistência e paciência que crianças, muitas vezes, não tem. Eu só fui completar meu primeiro álbum depois dos 12 anos de idade, o que acabou se tornando uma espécie de rito de passagem para uma nova era da vida. E agora que “vai ter copa sim” e todos resolveram reviver os bons dias de roda de bafo e clube de trocas, não faltam jovens adultos comprando seus álbuns de figurinhas.

Em cada pacote, pode não ter uma holográfica ou um escudo, mas tem lições de positividade.

1. Uma página vazia não é uma decepção, é um incentivo a completá-la

É assim que funciona a persistência – quanto mais vazio o álbum, maior é a vontade de trabalhar pra que as páginas fiquem cheias (e olhar as páginas cheias é apenas um jeito de ver o fruto de sua persistência lá, materializado, sorrindo para você). Está muito distante de um objetivo da sua vida? Mais um motivo para correr atrás. E quando essa página do seu álbum estiver cheia… aproveite a felicidade!

2. Brincar é aprender

Aprender não deve ser uma atividade chata, maçante, sisuda. Com um álbum da Copa, até o fã mais ausente de futebol consegue aprender a escalação da seleção da Algéria e os times nos quais jogam todos os goleiros do Leste Europeu. Com o velho álbum do Pokémon, decorei todos os 150.

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3. Compartilhar é fazer amigos

Amizades são eternas trocas, de sorrisos, situações e sentimentos. E de figurinhas, porque não? Alguém sempre tem o que você precisa em excesso, e você sempre tem algo em troca para fazer o dia daquela pessoa um pouco melhor. E assim uma brincadeira solitária se torna um esforço em grupo que pode te dar novos amigos. Além de novas figurinhas, claro.

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4. Fique feliz com as pequenas (e por vezes inúteis) coisas

No mundo moderno precisamos cada vez de compras maiores e conquistas mais impressionantes para abrirmos um sorriso. E se alguns centavos puderem causar o mesmo efeito? Com um pouco de sorte, você consegue histeria por apenas um pedacinho de papel com adesivo.

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5. Nostalgia faz bem

Perceber que você ainda luta para conseguir colar a figurinha certa, que ainda pula de alegria ao conseguir aquela holográfica e que ainda fica procurando o pacotinho mais cheio pra tentar achar o escudo que estava precisando é perceber que a data na sua certidão de nascimento não quer dizer nada. Nunca é tarde demais para ser criança.

Foto: Tumblr | guajarocho

Foto: Tumblr | guajarocho

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Gente que se faz presente – Projeto ursinho Elo

Gente que se faz presente – Projeto ursinho Elo

ou… Como o Whatsapp transformou a vida dessas crianças com câncer <3

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Existem muitas formas da gente se fazer presente na vida de quem gostamos: seja fazendo uma visita surpresa, ligando, escrevendo um email longo de saudades ou até mesmo mandando um Whatsapp. Não existe distância física que supere aquela vontade enorme de estar com o outro e participar da sua vida de alguma forma.  

Em algumas situações, a gente não consegue romper as barreiras da distância tão facilmente e a saudade aperta como a gente nunca poderia imaginar.  Ficar sem ter notícias de alguém, sem falar um minuto sequer com quem a gente ama, é um milhão de vezes pior que a distância física, já repararam nisso?

Em Jaú, São Paulo, o Hospital Amaral Carvalho é referência no tratamento do câncer infantil em toda a América Latina e por isso recebe muitas crianças de vários lugares do Brasil. Durante o processo as crianças passam um bom tempo isoladas de todos. Longe dos pais, dos amigos e da escola, ela precisa aprender a lidar com a solidão e a nova rotina de remédios e tratamentos fortes :(

Pensando em toda a dificuldade que essas crianças estão passando, o Hospital resolveu inventar uma forma de aproximar os amigos e a família dos internados: presentearam cada um deles com um ursinho chamado Elo, conectado com um número de Whatsapp ele recebe gravações de áudio e transmite para a criança lá no isolamento.

O resultado vocês conferem nesse vídeo emocionante! Preparem o lencinho, viu?

 

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Love Me Do: mais uma maneira de morrer de amores pelos Beatles

Love Me Do: mais uma maneira de morrer de amores pelos Beatles

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Eu não sei qual a sua relação com os Beatles – mas sei que eles suscitam amor e ódio em bate-papos, almoços e, obviamente, conversas na internet todos os dias. Como eu sei disso? Já apanhei verbalmente várias vezes só de proferir por aí a frase “Prefiro os Stones”. Mas só faço pra provocar, claro. E como minha paixão pela música sempre desperta a curiosidade, eu amei Love Me Do – 50 Momentos Marcantes dos Beatles desde o momento em que o carteiro deixou o livro na porta de casa.

Motivo? Biografias rápidas e ilustradas de grandes bandas me ganham no “olá”. Já contei aqui que sou, sim, do tipo que compra o livro pela capa, né? E esse é um exemplar recheado de informações sobre a carreira da banda – tanto em relação aos textos, como às fotos. Nada é mais legal do que passear por fotos e depoimentos antigos e constatar que o mundo mudou um monte, mas algumas coisas serão sempre atuais.

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Love Me Do reúne alguns dos maiores eventos na história dos Beatles para apresentar a banda de maneira fluida, prazerosa e divertida tanto para quem já é fã e quer relembrar quanto para quem está conhecendo o fab four agora.  É claro, existem momentos trágicos também, mas em geral o conteúdo é apaixonante. Eu fiquei louca de vontade de fazer uma lista contando lições que aprendi com a história dos Beatles mas guardei a ideia pra mais tarde porque sei que vai ter fã querendo me bater e estou na defensiva esses dias. hihihi. Aguardem, porque não vou resistir! Em breve solto por aqui. :P

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O autor é Paolo Hewitt, o mesmo cara que escreveu 50 Fatos que Mudaram a História do Rock, e ele fala sobre proezas juvenis do grupo, o estilo de vida glamouroso, o encontro com astros como Bob Dylan e Elvis Presley, além de seu salto artístico – é surreal como a banda cresceu de forma espantosa tão rapidamente num tempo em que não havia internet. Se hoje esse fenômeno acontece com frequência (obviamente em menor escala), naquele tempo era um marco realmente assustador para todos os padrões. É divertido pensar nisso também.

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Bom pra mergulhar na história e ler ouvindo os clássicos que eles nos deixaram. Afinal, os discos dos Beatles são a única coisa melhor que qualquer herança histórica que eles possam ter deixado. <3

PARA LER EM CASA

Love Me Do – 50 Momentos Marcantes dos Beatles
Paolo Hewitt
Verus Editora

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Trixmix Cabaret: Para se transportar para outra época… No meio da semana!

Chegamos ao teatro por uma escadinha lateral por trás das cortinas e nos deparamos, do palco, não com uma plateia convencional, mas com um salão, com mesas divididas para grupos e um sofá no canto. Escolhemos nossa mesa – embaixo do pole dance, encostada no palco – e já começamos a nos sentir em outros tempos. O clima é bem film noir mesmo, com as atrizes passeando em seu figurino sensual pelo salão. Ah, esse espaço cabaret fez meu coraçãozinho acelerar. Fico encantada. Pedimos as bebidas enquanto o salão começava a encher rapidamente. Como a passagem é pelo palco, depois que o espetáculo começa, ninguém mais entra.

Salão cheio, pronto para o início do espetáculo.

Salão cheio, pronto para o início do espetáculo.

Confesso que estava ansiosa: nunca havia ido a uma apresentação que misturasse tantos estilos de uma vez. Dança, poesia, humor, beleza, circo… Quando a gente ouve a proposta assim, de cara, fica com um pouco de medo de qual pode ser o resultado, né? Mas a minha curiosidade falou mais alto – primeiro porque adoro o clima noir. Segundo porque programa diferente com o namorado é sempre legal. E, por último, saber que o diretor artístico, Mark Bromilow, trabalhou com nomes de peso como o Cirque du Soleil ajudou a acalmar os ânimos e confiar. Valeu a pena.

Quando tudo começa...

Quando tudo começa…

SILÊNCIO! Começou o espetáculo. No topo, um escritor narra a própria história e viajamos por dentro de seus sonhos, delírios e escritos. Pole dance, balé, circo, boa música, projeções, são tantas pessoas indo e vindo e fazendo coisas inacreditáveis com o corpo que a gente fica vidrado e começa a se sentir parte daquilo. Chega uma hora em que estamos tão concentrados nos movimentos dos artistas que eles passam a parecer triviais, fáceis. Mas não são nem de longe simples. E é nessa complexidade que mora o maior barato do show.

Ficamos apaixonados – confesso que rolou um ciuminho durante as cenas calientes no pole dance porque o namorado e eu estávamos assistindo tudo de um ângulo privilegiado! rs.

Sobre essas duas: Ai, meu coração.

Sobre essas duas: Ai, meu coração.

O Trixmix Cabaret 2014 é sensual, alegre, envolvente e animou nossa quinta-feira. O horário é ótimo: chegamos às 20h30, quando a casa abre,  conversamos um pouco, o show começou pontualmente às 21h30 e às 23h já estávamos voltando pra casa. Sabe aquele escape para respirar antes da semana acabar? Então. Você sai de casa, visita um ambiente novo, ouve uma história que, apesar de ser no passado, é extremamente atual, e ainda volta pra casa cedo. Para quem quiser curtir, esse é o sétimo ano do espetáculo Trixmix Cabaret, que está em cartaz às quintas feiras até o dia 29 de maio no Teatro Viradalata, em Perdizes! <3

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Trixmix temporada 2014

Temporada: até 29 de maio.
Espetáculos as quintas-feiras
Casa abre 20h30
Show começa 21h30

Duração: 75 minutos
Ingressos: Inteira R$50,00 / Meia entrada R$25,00

Na bilheteria do Teatro ou
pela internet: trixmix.org
Televendas: 4003 1212

• Aceita os cartões de débito e crédito da Mastercard, Redecard, Visa e Visa Electron. Não aceita cheques.

Teatro Viradalata – Sala Cabaret
Rua Apinajés, 1387 – tel: 11. 3868.2535
Capacidade: 120 lugares

• Acesso para deficientes físicos
• Ar condicionado
• Serviço de Vallet no local: R$ 15,00

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Temporário 12: um filme solidário

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Eu vi Temporário 12 há exatamente uma semana, e eu raramente escrevo sobre um filme com uma margem tão “grande” de tempo me separando da experiência em si – no máximo eu o revejo, antes de escrever sobre, para reavivar as memórias. No caso de Temporário 12 eu não precisei disso, nem mesmo com um Lollapalooza inteiro de sensações me separando do filme. Temporário 12 está vivo demais em minha memória.

O filme independente de Destin Cretton não chegou aos cinemas brasileiros, mas está circulando na programação do canal pago Max (que anda acertando lindamente em seus lançamentos semanais) e, se você não liga de chorar um pouco (muito) hoje, é o que você deveria assistir.

Temporário 12 é um filme emocionante, sim, mas é o raro filme realista E otimista – uma espécie em extinção. Seus protagonistas, os brilhantes Brie Larson (de Scott Pilgrim) e John Gallagher Jr. (da série The Newsroom), interpretam respectivamente Grace e Mason, um casal de jovens que viveram o abandono e a violência em suas adolescências, conseguiram se desenvolver como pessoas incríveis e devolvem o que aprenderam e a solidariedade que receberam para a comunidade, trabalhando em um abrigo temporário para jovens em risco.

Mas é um filme também dos coadjuvantes – dos garotos e garotas do abrigo temporário 12, personagens que misturam em si amor, raiva, angústia, solidão, fragilidade e vontade de superação. Eles comunicam seus problemas através de arte, música, escrita, expressividade. Os temas são difíceis, reais, tristes, mas a conclusão é positiva: a de que a recuperação é possível se um espaço amoroso e seguro receber a criança ou adolescente.

O filme vira uma celebração do que é realmente ajudar o próximo e abrir os braços para acolher, da melhor maneira possível, quem precisa. É também um filme que pode ajudar, acolher, quem o vir e se sentir angustiado. Solidário, cheio de esperança e generoso.

Não faltam, na internet, depoimentos de pessoas que trabalham ou trabalharam em abrigos similares e se identificam com o filme, o julgando especial e realista. Mas é claro – o diretor e roteirista, Destin Cretton, se baseou nas suas próprias experiências.

Admito que para escrever isso, evoquei o filme de alguma maneira – ouvindo uma canção que nem está na trilha do filme, mas poderia. Open Arms, da banda britância Elbow, que foi escrita sobre um centro comunitário de Manchester. Assista, escute e me diga que não tem tudo a ver!

“Nós temos braços abertos para corações partidos”.

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Cinco coisas que aprendemos com Divergente

Cinco coisas que aprendemos com Divergente

Eu sei, estou viciada. Mas é que essa semana no México conversando sobre Divergente me fez relembrar várias coisas que aprendi com a história e que são, veja bem, claramente aplicáveis à nossa vida.

Quando perguntei ao Theo e à Shay na Fan Conference qual foi a característica mais desafiadora que eles encontraram na hora de interpretar os personagens Quatro e Tris, os dois foram pelo mesmo caminho: os personagens são fortes, cheios de opiniões e não entregam muito de primeira – vão se construindo aos poucos, ao longo da história.

Tietar no Meet & Greet pós-Conference? Pode sim! Euzinha, a Bruna e um fã que não conhecemos. Foto do Phelipe

Tietar no Meet & Greet pós-Conference? Pode sim! Euzinha, a Bruna e um fã que não conhecemos. Foto do Phelipe

“Tris é forte e tem muitas opiniões que internaliza, o que permite que ela se expresse, e isso é muito diferente do que eu sou. Então tive dificuldade nesse desenvolvimento da personagem: em mantê-la pequena quando começamos e só então evoluir”, contou Shailene. Theo emendou que sentiu o mesmo: “eu queria que o Quatro não fosse tão agradável no começo. Foi um desafio para mim porque queria manter a impressão de que ele é um enigma. Você não sabe de cara se ele é bom ou mau, e isso é importante porque quando ele começa a aparecer e crescer, é uma recompensa. É gratificante”. Desafio vencido! Os dois convencem bem.

E, com personagens tão complexos se desenvolvendo nas páginas e telas e provando que é normal não saber que direção tomar às vezes, a gente acaba aprendendo as lições juntinho. Separei as minhas favoritas para compartilhar aqui.

Se você não leu o livro/viu o filme, cuidado! Contém alguns spoilers/revelações sobre o enredo. Nada que estrague sua experiência, mas né? Não custa avisar.

1. A ganância é mãe da inveja

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“Se possuímos pouco e queremos pouco, e se somos todos iguais, não invejamos ninguém. Esforço-me para amar essa filosofia”

Durante toda a história, Tris – ainda sem entender bem o que é a Divergência – luta entre suas tendências para a Abnegação e a Audácia. Desde criança ela se sente deslocada na Abnegação. No entanto, foi criada seguindo seus preceitos e isso, de certa forma, é intrínseco à sua natureza. Por isso, as lições de seus pais tocam-na com tanta intensidade.

Na Abnegação, Tris aprendeu que é importante que todos sejam iguais – que nossa preocupação deve ser ajudar o outro, em primeiro lugar – e que quando não colocamos nosso coração nas coisas ou no poder, não criamos brigas nem sofremos de inveja. Parece bobagem, mas é verdade: quanto menos gananciosos formos, menos inveja alimentamos. Dá pra viver com o necessário e ser feliz, né?

2. Tudo é substituível, tudo passa

“Com o passar do tempo, o vazio desaparecerá, como ocorre quando um órgão é removido e os fluidos corporais preenchem o espaço que deixou. Os humanos não conseguem tolerar o vazio por muito tempo.”

Coisas se perdem, lugares mudam, relacionamentos acabam, pessoas morrem e a vida segue. Não estamos dizendo que você deve tornar os laços da sua vida descartáveis, pelo contrário: eles são importantíssimos. No entanto, é necessário entender que existe a hora de deixar ir. Faz parte das escolhas que fazemos na vida. Superar é essencial para seguir em frente.

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3. Honestidade exige coragem

“Ser honesto o tempo todo deve exigir coragem.”

Diferente dos moradores da facção da Franqueza, acredito que ninguém passa o dia todo dizendo verdades por aí, né? Algumas coisas não precisam ser ditas, simplesmente: não dá pra confundir sinceridade com intolerância. Além de deselegante, sair vomitando verdades a todos é incoerente. Mas honestidade – este sim é um valor importante. Nem sempre ser honesto é fácil, nem sempre acaba bem. Mas é o melhor caminho a seguir. Você só precisa reunir toda a coragem – e o caráter! – que tiver para tal.

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4. Reconhecer é ser valente

“Um homem valente sabe reconhecer a força dos outros”

Somos criados para ir até o fim, não deixar as coisas para trás. E é importante, sim, concluir o que começamos. Mas também é essencial saber mudar de rumo quando necessário. Muito se engana quem acha que valentia está em encarar qualquer desafio ou sempre lutar até perecer. Ser valente é saber a hora de reconhecer a força do outro, definir até que ponto vale a pena seguir ou desistir.

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5. Cuidado com a fofoca

“A fofoca é uma forma de autocomplacência.”
“A razão humana é capaz de justificar qualquer mal; é por isso que não devemos depender dela. Isso é o que meu pai costumava dizer.”
“as boas maneiras são apenas uma forma mascarada de enganação.”

Muito cuidado com quem é sempre gentil com você, mas adora compartilhar uma fofoca sobre os outros. Primeiro porque fofoca é apenas uma das diversas maneiras que as pessoas encontram de validarem os próprios erros e fraquezas. Segundo porque quem fala dos outros pra você, provavelmente fala de você para os outros. E terceiro porque quem força demais pra parecer educado e sempre tem uma desculpa pra tudo na ponta da língua pode ser apenas alguém muito bom de teatro. Quem é bom de verdade não quer crédito ou mérito: quer resultado. E, sobretudo, não arranja desculpa: faz. Sem se ocupar de falar de ninguém. :)

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Bônus track: A atitude deve ser maior que o medo

“Há uma diferença clara entre alguém que não tem medo e alguém que toma atitudes, apesar do medo”

Quando você precisa encontrar algo, apesar de ser importante pensar por dois minutos para iniciar as buscas, o que vale é correr atrás. Essa linha de pensamento dialoga bastante com o tal do “Dreams don’t work unless you do”, sabe? Não adianta sonhar e ficar esperando as coisas caírem no seu colo. Medo todo mundo tem: o que importa é saber olhar pra ele, enfrentar e seguir em frente.

Não se esqueçam: há algo de maravilhoso no caos. É só estar pronto para descobrir. :P

Enquanto Divergente não estreia nos cinemas – é dia 17 de abril! – você pode descobrir sua facção, assistir aos vídeos de divulgação do filme e criar gifs exclusivos com as cenas em http://divergenteofilme.com.br/

AH! Também já contamos aqui no blog o que achamos do filme Divergente e por que você devia ler o livro!

Theo e Shai lindinhos no tapete vermelho lá no México. "Alfombra roja", na língua local! haha <3

Theo e Shai lindinhos no tapete vermelho lá no México. “Alfombra roja”, na língua local! haha <3

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Sobre gente que é de outro mundo

ou A exposição David Bowie no MIS, em São Paulo

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Desde que a exposição do Bowie chegou a São Paulo, estava louca para visitar. A anterior, do Stanley Kubrick, havia sido incrível e emendar com outra das minhas grandes referências artísticas não podia ter um resultado diferente, né? Só que andamos meio atarefadas por aqui, minha agenda e a do namorado não estavam compatíveis e, no fim, ainda não tínhamos chegado a um acordo sobre a data. Foi quando recebemos aqui no QG do Indiretas do bem o convite da Youcom, uma das patrocinadoras da exposição, para uma visita exclusiva.

O convite incrível da @lojayoucom e a foto que tiramos lá no dia da exposição <3

O convite incrível da @lojayoucom e a foto que tiramos lá no dia da exposição <3

O que você encontra lá

Play na trilha antes de continuar, né? <3

A exposição, organizada pelo Victoria & Albert Museum (V&A) de Londres, é incrível – uma imersão audiovisual pela carreira de Bowie. Se você quer caminhar atentamente e curtir cada detalhe, o ideal é separar pelo menos três horas do seu dia só pra passear por lá!

São três andares cheios de peças de figurino, croquis, rascunhos, trechos dos filmes e videoclipes, imagens ainda pouco conhecidas… Conforme você anda pelo museu, sensores detectam sua presença e iniciam o áudio de documentários, entrevistas e músicas relacionadas às peças expostas, uma maneira extraordinária de alimentar ainda mais a imersão no processo criativo do inglês.

Aproveite! A exposição rola até o dia 20 de abril (estamos avisando! depois não adianta chorar!) e estamos apaixonadas – querendo ver de novo e de novo!

Bowie pra mim é…

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Eu lembro exatamente quando eu descobri que o David Bowie existia. Tinha 15 anos e vi a foto dele com a pintura do raio em algum lugar da internet. Achei aquela imagem tão forte e incrível que resolvi descobrir quem era aquele cara na hora. Foi engraçado porque a primeira coisa que eu li sobre ele é que seu nome era Ziggy Stardust e um cara chamado David Bowie tinha ~matado~ ele no palco. Minha cabeça deu um nó!!! A partir daí fiquei meio obcecada: cada coisa nova que eu descobria sobre ele me deixava mais encantada. Suas ideias, as letras das músicas, as melodias inventadas. Virei uma grande fã do Bowie e descobri nele uma grande inspiração para seguir tudo aquilo que eu acreditava e que eu gostaria de criar. Que um dia minha criatividade seja um terço da genialidade dele. <3 (Jessica Grecco)

As vantagens de ser camaleão

Uma das minhas músicas favoritas desde pequena é Under Pressure, do Queen, performada com o David Bowie. É o tipo de faixa que me emociona e ao mesmo tempo me motiva, sabe? Então eu canto. Especialmente nos dias ruins. E as coisas passam. Mas ela não é exclusividade catártica do Camaleão na minha vida. Além de toda a sua obra inspiradora – como não amar um homem multi-talento? – e a história por trás de cada um dos seus trabalhos (eu fiquei emocionada enquanto caminhava pelo MIS e descobria seu genial processo criativo)… Desde a primeira vez em que, sozinha no cinema, assisti Às vantagens de ser invisível, de Stephen Chbosky, a faixa Heroes tem lugar especial no meu coração. Clichê, eu sei, mas não dá pra evitar. Não são só as lembranças do filme ou do que eu vivia àquela época, não. David Bowie e vento nos cabelos me fazem, sim senhor, sentir infinita. (Ariane Freitas)

*Visitamos a exposição a convite da Loja Youcom, uma das apoiadoras do projeto, que lançou uma coleção (LINDONA) especial inspirada no David Bowie.

David Bowie no Museu da Imagem e do Som até o dia 20 de abril

Avenida Europa, 158 – Jardim Europa – São Paulo – SP – Tel.: (11) 2117 4777
Ingressos
Antecipados: (R$ 25) à venda pelo site www.ingressorapido.com.br e nas lojas Youcom de São Paulo*
Bilheteria: à venda a partir de 31 de janeiro na recepção do MIS R$ 10(inteira) e R$ 5 (meia).
Às terças-feiras a entrada no MIS é gratuita.

*Nas lojas: Ibirapuera, Bourbon e Frei Caneca

Confira a coleção de Almofadas inspiradas nas nossas paixões! Tem tudo em bit.ly/AlmofadasDoBem

Logo temos novidades lá no Laboratório Monstro! Confira a coleção de Almofadas inspiradas nas nossas paixões! Tem tudo em bit.ly/AlmofadasDoBem

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Como viver um festival de música inesquecível – parte 2

Na semana anterior a um grande evento musical, os blogs ficam apinhados de dicas para os visitantes, guias de trânsito e previsões do tempo, indicações de quais podem ser os melhores shows e os melhores espaços para curtir e recarregar as baterias. É redundante? Na verdade não. Dicas de quem frequenta esses eventos são sempre úteis, e Festivais de Música requerem um pequeno planejamento para que você não perca os melhores momentos da sua banda favorita. Vamos lá?

Se você quer aguentar a longa jornada, beba com moderação

Controle é tudo nessa vida, né?

Controle é tudo nessa vida, né?

Ter que ir ao banheiro no meio daquele show é um dos efeitos colaterais da cerveja, mas o verdadeiro perigo é exagerar na dose e terminar o dia passando mal e conhecendo a enfermaria do festival – melhor conhecer os palcos, os lounges, as tendas. Ah, e se for dirigir não precisamos nem comentar, né?

Durma bem no dia anterior

Boa noite de sono é motivo pra rir à toa

Uma boa noite de sono é motivo pra rir à toa

História de quem já passou por isso: uma vez julguei que ver um show do Paul McCartney após virar a noite seria uma boa ideia. Nem preciso de dizer que não foi, não é? Se você vai aos dois dias de festival, esse conselho vale dobrado.

Roupa confortável pode não te levar a um blog de moda, mas te dará um festival melhor

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Uma blusa leve para os momentos de calor, um moletom ou casaco mediano para o possível frio noturno (quem estava no SWU não se esquece dessa regra) e acima de tudo, sapatos que não machuquem o seu pé. Não estreie sapatos novos no festival (se lembrem daquele filme em que a patinadora coloca novos patins na final e sofre com a dor). As bolhas, elas não perdoam.

Quer merchandising ou fichas dos stands? Compre assim que chegar

Ou no caos da situação, você pode se esquecer, deixar para lá ou se arrepender. Isso ainda ajuda a evitar filas, especialmente se você chegar cedo.

Se o horário permite, não se feche apenas nas suas bandas favoritas

E se você estiver prestes a conhecer a banda da sua vida?

E se você estiver prestes a conhecer a banda da sua vida?

Festival também é momento de conhecer bandas novas ou se surpreender com a performance ao vivo daquelas que você não curtia tanto assim. Chegou cedo? Prestigie os excelentes artistas nacionais, para os quais um festival é uma grande oportunidade. Os mesmos curadores que deram espaço para a sua banda de coração também curtiram e confiaram nesses artistas – então deve valer a pena, não?

A companhia faz o show

Gente que curte tudo ao nosso lado <3

Gente que curte tudo ao nosso lado <3

Quando você olhar para trás, você se lembrará com o mesmo carinho da cantoria da sua música favorita e do fim de tarde compartilhado com os amigos. Essas memórias serão divididas por vocês em mesas de bar para resto das suas vidas. A magia dos festivais está nisso. Acredite.

Seja um fã do bem e compartilhe o festival com gentileza e coração aberto!

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