Você vai amar o Diario de una Volátil, de Agustina Guerrero

Você vai amar o Diario de una Volátil, de Agustina Guerrero

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Há alguns anos acompanho pelos meus feeds favoritos o trabalho da ilustradora Agustina Guerrero, conhecida pela sua série Diario de Una Volátil. Quando soube que ela lançaria um livro, fiquei louca pra comprar. Hesitei por um tempinho, mas não aguentei: corri para o Book Depository para garantir o meu. É claro que daí em diante foi um parto: as entregas do site demoram meia vida pra chegar (poxa, Correios!) e eu fiquei aqui ansiosa esperando. Valeu a pena. hihihi

Agustina, sendo linda.

Agustina, sendo linda.

Agustina é designer gráfica e nasceu na Argentina, mas mora na Espanha. Além de muitas tirinhas já publicadas no próprio blog/fanpage, ela colocou no livro algumas ilustrações inéditas. O que todas elas tem em comum? Dilemas que eu, você e a maioria das garotas que a gente conhece vivem. De uma forma MUITO divertida, por sinal. A personagem, a Volátil, é um alter ego da autora: está na casa dos trinta anos e é extremamente simpática, insegura e muito, muito expressiva, num universo colorido e cheio de exageros que a gente adora. E quem mora com ela é o namorado, com quem divide algumas situações peculiares. :P

O estilo dela é uma graça, e você já deve ter visto várias tirinhas parecidas por aí. Aliás, as ilustradoras estão bombando cada vez mais e isso é super bacana. Então vem comigo que conhecer a fonte de inspiração dos seus artistas favoritos é uma delícia e vocês deviam mergulhar nela sim! São todas em espanhol, mas eu que tenho um conhecimento extremamente básico da língua entendo perfeitamente, então creio que seja simples. Como já disse, é bem expressivo! <3

Quem nunca tentou fugir do mundo com os fones de ouvido? <3

Quem nunca tentou fugir do mundo com os fones de ouvido? <3

E a melhor parte é que, mesmo com todas as ~rabugices~ da personagem, a mensagem é sempre tão positiva! Arranca sorrisos da gente até naquele dia mais amargo. Como não pensar em colocar mais cores no dia depois de algumas mensagens dessas? :)

volatil2 volatil9 volatil8 volatil10 volatil4 volatil5 volatil6 Quer ver mais? Tem quase tudo lá no blog da Agustina, na página do Facebook e ainda dá pra acompanhar o processo criativo (e a gravidez!) da autora lá no Instagram! :) 285765_335412809889765_1077894372_n 563268_403103139787398_100133615_n 10154052_598895123541531_1873880462836065956_n

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Hora de conhecer Jenny Lewis – uma mixtape

Jenny Lewis voltou com um álbum novinho. Um álbum novinho produzido por Ryan Adams. Um álbum novinho excelente, disponibilizado na íntegra pros curiosos no site da NPR First Listen. Se você está se perguntando quem é Jenny Lewis, vem comigo numa jornada pela carreira da ruiva.

Jenny é a célebre líder de uma das bandas mais icônicas dos anos 00, a Rilo Kiley. As músicas da Rilo Kiley tocaram em inúmeras séries, como Girls, The O.C., Weeds e na melhor série de todos os tempos, Six Feet Under (um dia falo dessa série por aqui), mas seu posicionamento mais famoso foi no piloto de Grey’s Anatomy, onde o petardo pop Portions for Foxes embalou Meredith Grey.

Não faltam projetos paralelos na carreira da moça. Seja o seu projeto solo, que gerou esse novo disco lindo, seja sua parceria com o namorado Johnathan Rice no duo de surf music Jenny and Johnny, e até mesmo como uma das vozes do delicioso The Postal Service de Ben Gibbard (DCFC), sempre vale uma audição.

A marca registrada de Jenny, na finada Rilo Kiley e em sua carreira solo, é o atrito entre melodias pop graciosas, mergulhadas em uma produção que pode nos lembrar de Fleetwood Mac, e as letras pesadas, reflexivas, polêmicas – tristes, muitas vezes.

Você deve ter visto por aí o novo clipe de Jenny, que junta Kristen Stewart (curiosamente roubando a cena), Anne Hathaway e Brie Larson. É a deixa perfeita para conhecer a carreira de Jenny. Vamos lá?

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Assistimos a Guardiões da Galáxia (e amamos)

Assistimos a Guardiões da Galáxia (e amamos)

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Ontem eu tive um daqueles dias terríveis, sabe, aqueles em que tudo parece conspirar contra você. Aquele dia em que você almoça em menos de dez minutos, aquele em que você corre atrás de ônibus (mas perde a corrida), esquece coisas importantes em casa, passa um frio inesquecível… bem, vocês já entenderam. Mas não consegui ficar mal humorada de verdade. Afinal, o dia terrível havia começado com uma sessão de um dos melhores filmes do ano, e um instante de felicidade como o proporcionado por Guardiões da Galáxia é combustível para uns 100 happy days.

Pegue tudo o que você pode estar esperando de Guardiões da Galáxia, multiplique por dez e talvez você terá uma estimativa concreta do que o filme realmente é. E se você não estava esperando muito dessa aventura, por favor, me dê a oportunidade de convencê-lo com alguns tópicos. Quero ver todo mundo no cinema assistindo!

O elenco

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Em alguns filmes, você se apaixona por um personagem e esquece do resto. Neste, você se apaixona por, no mínimo, 5 personagens. E o mérito vai para o elenco, extremamente competente e carismático. Chris Pratt é a próxima grande estrela (nosso eterno Andy Dwyer estará também no holofote em Jurassic World), Zoe Saldana nos faz esquecer dos Na’vis e de Uhura – pois ela nasceu para ser Gamora, e Dave Bautista e Bradley Cooper estão hilários. Lee Pace é um vilão ameaçador. Até pontas como as de Michael Rooker e Karen Gillan são imperdíveis.

O visual

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Vá, e vá em 3D. O visual é de encher os olhos. O design das naves e figurinos, especialmente dos vilões, é de tirar o fôlego. E o ritmo do filme é moderno sem nunca esquecer um pouco das aventuras dos anos 80 e 70.

O humor

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O tom cômico do filme é perfeitamente fiel ao conteúdo dos quadrinhos (nunca leu um volume de Guardians of the Galaxy? VAI LER!). É uma mistura de Star Wars, Star Trek e Firefly temperada com muito sarcasmo (e algumas pitadas de tudo que é politicamente incorreto). Engraçado sem nunca ser forçado.

A mensagem

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O final do filme te deixará com vontade de dar aquele abraço no seu grupo de amigos, e te lembrará da maravilha que é ter um grupo, mesmo desconjuntado e excêntrico, ao seu redor… não posso contar muito ou viraria spoiler, né?

Awesome Mix Nº1 (ou a trilha sonora que também é personagem)

Primeiramente gostaria de lembrar a vocês que não é permitido dançar no cinema. Você vai precisar de se lembrar disso quando entrar na sessão de Guardians. A trilha sonora do filme sai diretamente de uma fita dada ao herói Peter Quill por sua mãe, e dentre as canções, pode esperar muito pop dos anos 70, como Jackson 5 e David Bowie.

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Ainda somos os mesmos?

Não, até que mudamos muito. Mas vivemos muitas vezes como nossos pais.

Você deve se lembrar daquela pré-adolescência chata, aquele período em que você não quer ser deixado na porta do colégio para não “queimar seu filme”. Eu estava me lembrando dessa época agora mesmo. Nessa época, eu ouvia Nu Metal e Emo – quanto mais gritos melhor – e se ouvia um elogio em relação a minha roupa, vindo de um adulto da família, era bem provável que aquela roupa entraria na minha lista negra. Em menor ou maior grau, todos nós passamos por uma fase de rebelião juvenil, uma época em que queremos nos diferenciar o máximo possível dos nossos pais, e declarar nossa própria identidade. Como diria Will Smith, “Parents just don’t understand“.

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Agora estou chegando ao meu aniversário de 24 anos. E estou escrevendo esse texto ouvindo Simply Red.

A primeira coisa “de velho” que eu jurava odiar e descobri, com a idade, que amava, era esse tipo de música de rádio-de-mãe (pra evitar falar exatamente o nome da rádio, mas todo mundo aqui sabe). Descobri que adorava esse soft-rock ou pop de cafeteria mais ou menos aos 17 anos, quando uma virose me fez passar um longo período entediada em casa, e sintonizei a rádio em um belo “No Fundo do Baú”. Hoje, a paixão é tanta, que tenho uma mixtape enorme dedicada ao gênero no Grooveshark.

Outra coisa que eu jurava odiar era um dos filmes favoritos da minha mãe, “Cinema Paradiso”. Na adolescência, falava que o filme era arrastado e sentimental, e rolava os olhos quando ela dizia que ia o assistir. Hoje em dia é um dos meus 20 filmes favoritos, e eu choro compulsivamente quando o assisto.

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Quem nunca disse “URGH, VERDURAS” quando era pequeno? Hoje, se me aparecerem com um risotto de espinafre, não vai sobrar um grão no prato (mesmo que a alimentação saudável ainda é algo para qual torço meu nariz drasticamente).

Você também aprendeu a amar algo do “mundo adulto” que quando era jovem, jurava odiar como forma de rebeldia? Se sim, conte a história para mim. Podemos discutir isso ouvindo um Phil Collins e chamando Pasta de Dente de Dentifrício.

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Weird Al Yankovic e as paródias na era da internet

Nos anos 90, Weird Al Yankovic tinha uma espécie de monopólio no mundo das paródias. Bem, essa era a época em que a MTV não tinha uma programação dedicada exclusivamente ao humor (salvo talvez as pérolas do início da carreira do Marcos Mion em Os Piores Clipes do Mundo e a alegria anual do RockGol) então quando um clipe de Yankovic passava, era um respiro de bom humor no meio da overdose musical. Dessa época, meus favoritos eram Eat It,White and Nerdy e a politicamente incorreta Amish Paradise, que admito: até hoje, confundo as letras quando escuto a original do Coolio.

O tempo passou (sofremos calados) e a internet chegou com uma tonelada de paródias (a maioria ruins). As minhas favoritas dessa nova onda? Elas não são chamadas paródias estritamente. Ganham um outro nome: “Literal video versions”. O meu amor por uma dessas Literal Video Versions, a de Total Eclipse of the Heart, é tão grande que um dia uma frase dessa paródia foi parar na bio do meu Twitter…e nunca mais saiu.

Mas a internet não matou o video star, e Yankovic acaba de lançar seu disco novo, Mandatory Fun. Ainda vale a pena ouvir Weird Al?

Bem, o disco, como um conjunto, é chato. Mas os seus destaques individuais… prepare-se para rir bastante. A primeira dica é Tacky, a versão do hit Happy de Pharrell, um ataque às pessoas mais bregas que você conhece, um hino para os indivíduos que aqui no Brasil hoje chamamos de “coxinhas”. No clipe, astros que não são nada tacky, como Eric Stonestreet de Modern Family e Jack Black.

Foil paródia de Royals da Lorde, também é hilária. Pena que não é tão inteligente, por exemplo, quanto uma outra paródia de Royals, a absolutamente brilhante Typecast.

A melhor paródia de Mandatory Fun, porém, é a que transforma a música mais polêmica de 2013 em uma aula de gramática irônica. Word Crimes é uma das melhores músicas da carreira de Weird Al, e garante um espaço para a velha guarda mesmo na era da internet.

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#100HappyDays ~ Semana 6 :)

Que correria que foi essa semana! Com tanta coisa acontecendo, quase nem deu tempo de separar o que houve de melhor. Mas a gente sempre arruma um espacinho na agenda! Vamos lá? <3

Semana da Ari

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Domingo: Curti um dia de preguiça em casa, com direito a foto das olheiras, enrolar na cama até tarde (e um pouco mais) e depois descansar. Queria sentir culpa por não fazer nada, mas ó: impossível. É muito bom relaxar no fds.

Segunda-feira: Começamos a maratona pra fazer a nossa festa funcionar. Na segunda, foi dia de preparar posts, organizar as coisas, em resumo, passei o dia sentadinha e bem focada – mas sempre curtindo muito com boa música. <3

Terça-feira: Fazia muito, muito tempo que eu não comia porcaria. Aí tivemos reunião fora e Jess e eu resolvemos sair pra matar as saudades, combinar algumas coisas e conversar bastante. Onde? No St. Louis, um dos meus hambúrgueres favoritos do mundo. MIGOS, COMO NÃO SER FELIZ COM GORGONZOLA E BACON?

Quarta-feira: Tem mais reunião? Tem siiim! Mas olha só: é no Outback! Matei saudades da Vicky, conheci o noivo dela, falamos dos nossos projetos futuros (hihihihi segredooooo) e eu comi muita, muita Ribs on The Barbie. Deus existe nas pequenas coisas, migos.

Quinta-feira: Evento de gordinho: fomos ao Shopping Santa Cruz comer no KFC! O Thássius topou ser meu escudeiro do dia na missão de MUITOS FRANGOS!!!!! E o Coronel Sanders, esse senhor ultra simpático, nos animou a noite toda. Fui muito, muito bom.

Sexta-feira: Dia da nossa festa! Corri atrás dos últimos preparativos, separei brigadeiros e beijinhos e bichos de pé e pipocas e… Voei pra casa da Jess e fomos comer e montar as coisa tudo. É uma loucura, mas quando a gente começa a ver a pista encher e se diverte escolhendo as músicas, dançando, reencontrando os amigos… Nossa, não tem preço. Sério: o amor dos amigos lá é impagável, conhecer gente nova é sempre muito bom e ver gente rebolando na pista quase seis da manhã sem cansar é amoooor. Só gratidão. <3

Sábado: Mesmo acabada depois da festa de sexta, resolvi desfilar com o batom que ganhei da Vic – que cor maravilhosa meus amigos. <3 <3 É o Borboletando, da linha Tracta Blogs. Fiquei me sentindo, então pode selfie sim. Me deixem. hahaha

Semana da Jess

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Domingo: Domingo foi dia de visitar o Bazar Avesso, organizado pela Carol e o Fábio lá no ateliê deles. Foi bem legal porque consegui rever vários amigos, comprei alguns quadrinhos ilustrados por eles e também dei o último abraço na Sarinha antes da viagem dela. Hoje a Sarah mora com o marido em Tromso, na Noruega, um lugar bem longe e bem frio. Eles passaram dois meses aqui no Brasil gravando um documentário sobre a Copa do Mundo e revendo os amigos, mas nessa última semana ela precisou voltar para o trabalho e a vida normal lá no Polo Norte. Foi muito muito bom ter a companhia dela aqui pertinho de novo, apesar da gente se falar todos os dias por inbox do Facebook. Ela é a minha maior prova de que você só perde contato com quem você quer e distância é algo muito relativo quando se tem amor, internet e amizade para manter uma relação viva.

Segunda: Continuo com a minha felicidade diária que é cuidar da minha pequena hortinha. Aproveitei o dia para comprar mais algumas coisas e ler as formas corretas de cuidar de cada planta, porque na minha cabeça eu deveria apenas regar todas logo pela manhã e tudo estava resolvido hahaha. Quando dizem que plantar é terapêutico, eles estão certos: mexer na terra é muito bom e te obriga a criar um tempinho pra você mesmo; fico pensando na vida, relaxando e curtindo o momento. Recomendo :)

Terça: E começamos as gordices da semana! Encontrei a Ari para uma reunião e depois saímos pra jantar no St Louis. Eu nunca tinha ido lá e percebi o grande erro: hambúrguer recheado de queijo e bacon é o meu novo amor. Saímos rolando porém muito felizes e com todas as fofocas em dia, estava precisando muito conversar com ela, dar risadas e comer porcaria <3

Quarta: Mais reuniões e mais gordices, manda mais que ainda tá pouco!! Estamos resolvendo um montão de coisas nessas últimas semanas e na quarta-feira não foi diferente. Dessa vez a reunião foi acompanhada de maravilhosas ribs no Outback, o que eu considero a melhor maneira de criar coisas novas. Além disso, levamos o Batman no veterinário para uma bateria de exames para entender o andar tortinho que ele tem. Ele continua forte e saudável mas descobrimos que ele tem um problema neurológico que faz com que ele ande diferente e tenha reflexos meio lentos. Não é nada super grave mas estamos torcendo para que ele fiquei bem logo <3

Quinta: Foi um dia muito legal! Fomos convidadas a conhecer o novo KFC no Shopping Santa Cruz aqui em São Paulo. Eu conhecia o KFC de quando era criança e a rede era forte por aqui, mas minhas lembranças eram um pouco vagas e se baseavam principalmente na área de parquinho aonde eu costumava brincar. Depois de uns anos eles fecharam e agora reabriram com força total. Ah que saudades franguinhos gigantes e maravilhosos! Encontramos um monte de amigos, comemos um montão e até tiramos fotos com o Coronel Sanders!

Sexta: Dia de festa do Indiretas do bem no Anexo B <3 A festa foi um sucesso e tinha fila dobrando a rua! Tocamos todas as músicas que amamos e ficamos lá até as 6hrs da manhã comendo brigadeiros, bicho de pé, pipoca e curtindo muito! É sempre bem cansativo mas a felicidade de ver a casa cheia com todo mundo dançando é incrível. Chego em casa mortinha mas super feliz.

Sábado: Um dia depois da nossa festa eu sempre fico bem imprestável hahaha, vou confessar pra vocês. Saudades quando eu tinha saúde pra sair a noite toda e acordar cedo no dia seguinte, inteirona e pronta pra outra. Dormi até tarde e fui no aniversário de um amigo bem querido no final do dia. Foi super gostoso e ainda tomei um monte de Tubaína diferente! São Paulo é uma cidade incrível aonde você pode encontrar de tudo, desde um balde de frango frito até Grapete em miniatura. Eu amo esse lugar.

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Gente que adota animais de rua

Gente que adota animais de rua

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Desde pequena eu sempre convivi muito mais com cachorros do que gatos e por isso nunca entendia o amor que as pessoas sentiam pelos felinos. Assim como muita gente, eu tinha uma visão de gatos por desenhos animados e histórias: traiçoeiros, independentes, frios – por mais que eu achasse gatos muito fofinhos e só. Apesar disso todo mundo me dizia que era uma relação daquelas “tem que ter pra amar”, e foi justamente isso que aconteceu.

Há dois anos eu fui morar com meu namorado e para aumentar a família nós decidimos adotar dois gatinhos, pensando principalmente na questão da independência: com nós dois trabalhando fora e sem tempo pra nada, seria bem difícil sair pra passar com cachorros, além da falta de espaço para um dog aqui no nosso apertamento de um dormitório.

Pegamos então dois filhotinhos irmãos: a Arya e o Lannister. Aconselho muito para quem for adotar pegar dois gatinhos de uma vez: o trabalho de um é o mesmo que cuidar de dois, acreditem, e eles ficam mais felizes se fazendo companhia e brincando juntos o dia todo <3 Além disso, irmãos de nascimento são unidos por natureza e a relação deles é super gostosa e saudável.

Depois de um ano com os dois nós tivemos uma surpresa: um dia o Lannister começou a ter muita febre e descobrimos que ele tinha PIF, uma das doenças mais sérias entre gatinhos e também muito comum. A doença é transmissível para outros gatos, mas apesar disso ela precisa de uma série de fatores para reagir no bichinho e pode matar o animal em questão de dias. Você não tem muito como prever nem existe cura. Você se sente totalmente impotente e é uma tristeza sem fim, só de lembrar eu choro. É algo terrível para não dizer outra coisa, basicamente. Nós cuidamos dele até o último segundo e eu percebi o quanto eu o amava e amava gatos. A Arya ficou aqui com a gente, não contraiu a doença, e continua linda, carinhosa e super saudável. Com o passar do tempo ela foi ficando cada vez mais carente e sentindo falta de um irmão para brincar. Como nós já tínhamos planos de ter 3 gatinhos resolvemos adotar dois filhotes: o Pudim e a Zooey.

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Foi então que no final do mês passado eu e o namorado fomos visitar a sogra no nordeste e resolvemos resgatar um gatinho de rua lá de Campina Grande, trazendo a pecinha de avião aqui para São Paulo. Foi uma história meio maluca, e eu contei um pouquinho sobre ela nesse #100HappyDays aqui no blog. Hoje o Batiminha está em casa e estamos cuidando dele, dando amor, carinho e vitaminas pra ele ficar mais forte. Muita gente me perguntou quais foram os nossos cuidados ao adotar um gato e como é possível ajudar animais de rua quando os encontramos. Por isso resolvi contar um pouco sobre formas de adotar gatos e também cachorros <3

Como adotar Gatos de Rua

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No meu caso nós não decidimos que íamos adotá-lo logo de cara, mas resolvemos começar a cuidar e dar comida todos os dias, próximo de onde havíamos encontrado o Batminha. O ideal é que você veja se o animal está machucado, pressionando levemente na barriguinha pra ver se ele sente dor ou algum tipo de incômodo. Observe também se ele aparenta estar saudável, com os olhinhos normais – sem nenhuma membrana ou sombra – e se está respondendo bem aos reflexos. Um teste bobinho que você pode fazer é soltar alguma coisa próximo ao gatinho e ver se ele olha o movimento, para testar os reflexos dele mesmo.

Outra coisa que você pode observar: abra bem a boca do gatinho para ver se os dentes estão normais ou existe algum quebrado, e também se as mucosas não estão amareladas. Isso ajuda a identificar os primeiros passos de certas doenças comuns em gatos de rua como o caso da própria PIF que eu comentei, entre outras. Claro, isso não quer dizer que o gato tenha qualquer doença, mas te ajuda na hora de chegar ao veterinário com alguma noção sobre a saúde do felino. É importante “dar uma geral” olhando todos os detalhes do gatinho: olhe bem as unhas, orelhas, articulações das patinhas e se o focinho está quente – o que pode sinalizar febre.

Se o gatinho for muito arisco, tente fazer amizade dando um biscoitinho ou ração. Às vezes o gato sofreu algum tipo de trauma e ficou mais arredio, ou mesmo gatos que nasceram na rua são mais ariscos; mas nem por isso a gente deve deixar de cuidar e dar atenção, né?

Após essa primeira olhada toda, leve o gatinho até um veterinário! Ninguém pode te passar um diagnóstico mais preciso do que um profissional. Tudo que eu comentei aqui são experiências pessoais, eu não sou médica nem nada, mas são pequenos passos que podem te ajudar a resgatar um bichinho que você tenha encontrado e queira dar um lar :)

Quando você chegar ao veterinário peça para que ele faça todos os exames, dê as primeiras vacinas e um vermífugo para ir controlando os vermes da barriga do gato. Geralmente eu já compro o anti pulgas também e se o gatinho estiver muito fraco o veterinário recomenda uma vitamina ou uma ração mais calórica, como o A/D. Ah, outro detalhe: como o gato pode ter uma doença transmissível para outros gatos, é importante que você o leve diretamente para o veterinário, e não para sua casa caso você já tenha outros felinos. Assim você se assegura que todos estejam saudáveis e fortes para um convívio bem tranquilo <3

Uma ONG que eu conheço o trabalho e recomendo a ação é a Confraria dos Miados e Latidos. Se você conhecer alguma outra deixe aqui nos comentários, certo?

Como adotar Cachorros de Rua

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Eu pessoalmente nunca adotei um cachorro de rua mas tenho uma amiga que participa ativamente de resgates aqui em São Paulo, a Mariana Fischer. Junto com um grupo de protetores, eles cuidam de mais de 200 cachorros e procuram um lar para eles pela página do Facebook “Doação de cachorros”.

A Mari me contou que a primeira coisa que eles fazem ao encontrar um cachorro na rua é retirá-lo daquele local, que pode ser perigoso: muitos cachorros são encontrados em rodovias ou estradas movimentadas. Depois de levar o cachorro para um lugar seguro, dê comida e água, e veja se ele está com algum tipo de ferimento – se isso acontecer leve-o até o veterinário o quanto antes! É importante observar bem atentamente os machucados, já que muitas vezes eles podem sentir dor e por já estarem assustados com a situação diferente, acabam mordendo ou avançando na gente. Depois de recuperado os próximos passos são semelhantes aos dos gatos: dar os vermífugos, as vacinas e também castrar. Se a pessoa não pode ficar com o cachorro, a Mari recomenda que ela comece uma divulgação na internet com foto e histórico do bichinho. Assim ele tem a chance de conseguir um lar com amor e muito carinho <3

Esses são os processos que o pessoal da Doação de cachorros faz: publicando as fotos lá na sua página e movimentando a internet para conseguir um lar para os dogs.
Geralmente eles costumam fazer uma entrevista por telefone com a pessoa interessada na adoção, perguntando uma série de coisas importantes para o convívio do cachorro na sua futura casa – um dos acordos que é a pessoa envie fotos do bichinho ao longo do tempo, para que eles acompanhem seu crescimento e adaptação. Após o ok do pessoal eles levam o cachorro até a casa da pessoa aqui em São Paulo, capital. “O mais importante é ter um lar rodeado de amor e espaço, para que eles cresçam felizes!” – conta a Mari <3

Para quem quiser ajudar o pessoal da Doação de Cachorros, eles não são uma ONG por motivos financeiros (ainda!). Mas eles sempre precisam de vacinas, vermífugos, e dinheiro para castração, além de ração e jornal – principalmente – para os mais de 200 cachorros e um saco de 25 kilos de comida por dia! Qualquer ajuda é sempre muito bem vinda e você pode conhecer mais sobre o trabalho deles lá no Facebook.

Você conhece outra instituição legal? Já resgatou um bichinho de rua? Conta pra gente! Quero conhecer as histórias de vocês :)

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Por que amamos o Turn Blue, dos Black Keys

The Black Keys - CREDIT Alysse Gafkjen

Eu tinha 19 anos, estava começando a me apaixonar e um dia, no meio dos flertes via mensagem, pedi a ele que me mandasse uma música. “Algo que você ache que eu devo ouvir.”, eu disse. Ele mandou I’ll Be Your Man, do The Big Come Up – primeiro álbum do The Black Keys. Na minha cabeça, a mensagem era: se entrega. E eu me entreguei. A paixão pelo rapaz não vingou, mas a pelos Black Keys só aumentou desde então.

Eu ouvia Too Afraid To Love You e sorria sozinha como se alguém finalmente me compreendesse. Foram horas e horas de exclusividade dos seus álbuns nos meus fones de ouvido. Aulas de guitarra, passeios noturnos ao som da dupla. Um show que vi sozinha, chorando de felicidade, perdida na multidão. E alguns (não muitos) dramas inspirados no blues rock dos caras. Black Keys forma caráter, meus amigos. <3

Esse ano, quando recebi a notícia de que um novo álbum seria lançado, não consegui controlar a ansiedade. Afinal, eles não liberavam um desde 2011. E a espera valeu: Turn Blue veio cheio de canções para balançar – e, por que não, enfrentar a vida? – do jeito sofrido que só eles sabem fazer valer. Aqui no Brasil, o álbum já está disponível para compra no iTunes e vale cada segundo.

No meio dos riffs de guitarra e da bateria marcante, o novo disco do duo Dan Auerbach e Patrick Carney é quase que um abraço. Todo mundo falou que era um dos mais emocionantes discos deles – e eu confesso que duvidei até ouvir pela primeira vez. Mas aí a melancolia me pegou de jeito e… Vamos lá: tem tanta coisa pra amar que eu não consegui evitar separar minhas favoritas.

Eles não tem medo de falar de amor

Não aquele amor bonitinho, bem comportado, feliz da vida. Não aquela paixão não correspondida mas que ainda dá uma poesia. Não. O amor amargo, o amor abandonado que continua firme, o amor que sobrevive mesmo que, com isso, faça a gente morrer um pouquinho por dentro. E é de músicas assim que eu gosto.

“Cause people they don’t wanna be lonely
Never want to be lonely
Never want to be an only one”

Para ouvir: Weight of Love, Turn Blue, Fever

Eles lembram a gente que às vezes é melhor deixar pra lá

É inevitável: quando as coisas desandam, a gente tende a buscar culpados. Muitas vezes, aponta o dedo pro espelho. E, depois de muitos conflitos, descobre que não adianta nada. Se acabou, acabou. Vale lembrar o que foi bom? Talvez sim. Mas, sobretudo, o importante é aceitar que a escolha do outro é do outro – e às vezes você tem que lidar com isso.

“You wanted to love but you didn’t know how
That’s o. k., it’s up to you now
It got so bad to where I wouldn’t allow
But no more, it’s up to you now”

Para ouvir: Year In Review, It’s Up To You Now, In Our Prime

Eles curtem a tristeza… E depois bola pra frente. :)

Dói. Dói pra caramba. E todo mundo vai te dizer que vai passar, que logo você vai amar de novo, que está tudo bem. Todo mundo vai te mandar sorrir. Eles não: vão mandar a real. Aquilo que você morre de vontade de dizer: NUNCA MAIS ME DEIXE AQUI APAIXONADO DE NOVO. EU VOU QUEBRAR. Mas aí a chuva cai. Você chora até esgotar. O tempo passa (sempre, né). E as coisas vão se acertando. Valeu curtir a tristeza? Valeu. Vai sobrar um pouquinho de medo de amar de novo? Vai. Mas a gente arrisca, e quebra, e conserta de novo. Tamo junto, caras.

“If I found another love
They must be forever true
Cause if someone breaks this heart
Your old man right here is through
Heaven just seems so far away
When there’s nothing left to say

Don’t leave us not in love again
Cause we might break instead of bend
I felt a little strain in the pouring rain
It washed away most everything”

Para ouvir: In Time, 10 Lovers

Mas, sobretudo, eles nos ajudam a lembrar que amar também é deixar ir. :)

E aí vamos para a minha parte favorita do álbum. O adeus. Porque a gente sabe como é duro deixar pra lá quando ama. Como é complicado aceitar que, o que ontem era lindo, hoje acabou. Que o amor só existe do lado de cá, ou existe dos dois lados, mas não se sustenta sozinho. É lindo ouvir Waiting On Words e sentir que não estamos sozinhos. Que amar é isso, e está tudo bem. Não sei para onde você está indo, não vou tentar te fazer ficar, mas espero que você saiba que o meu amor é real. Fugir não resolve, buscar outro em qualquer lugar não resolve quando a gente ama e quer apenas aquele. Só que encanta, depois de muito insistir, concluir que é melhor desaparecer a continuar o mesmo. A gente precisa mudar, deixar ir. É a vida. :)

“Looking back on where we used to be
Everything was clear, still I refuse to see
Hearts began to rust
The diamond turned to dust
You made me talk the pain all out of me

Bullet in the brain
I prefer than to remain the same”

Para ouvir: Waiting On Words, Bullet In The Brain, Gotta Get Away

um preview das músicas pra vocês irem curtindo no caminho <3

Para ouvir o álbum na íntegra é só comprar aqui.

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Você já aqueceu um coração hoje?

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Noite passada eu sofri pra caramba pra dormir. Assim, MUITO. Meu quarto é bem gelado e nem três edredões e um pijama quentinho me salvaram. E não foi só aqui em casa: vários amigos postaram reclamações nas redes sociais. Aquecedores, secadores de cabelo, meiões, pantufas – tudo foi estratégia pra conseguir dormir quentinho no conforto do lar.

Mas e quem não tem tudo isso pra passar o dia e a noite? E quem mal tem um lar?

É muito importante doar as roupas que você não usa mais e ficam lá, em boas condições, mofando no seu armário. Sério. E, se é importante durante o ano inteiro, é principalmente no inverno que você pode fazer a diferença. Vale tudo: buscar instituições que você conhece e confia – existem várias, como o Exército da Salvação, as Casas André Luiz, o Hospital Mandaqui - , doar em pontos de coleta pela cidade, juntar os amigos pra visitar abrigos… O que não pode é deixar pra lá. Eu já separei as minhas aqui!

E, se você já doou suas peças, tem também outras formas de ajudar: a Flogoral, por exemplo, depois de descobrir que todos os dias o Facebook tem 3,2 bilhões de likes, criou um aplicativo chamado LIKE SOLIDÁRIO, um mecanismo que transforma likes em roupas de verdade para serem doadas. Sabe aquela hora em que você estiver tranquilo pelo Facebook? Aproveita e passa no aplicativo! Quanto mais likes, mais vidas aquecidas. A cada 30 likes, uma peça de roupa será doada – com os rostos e nomes de quem curtiu. Que tal? <3

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#100HappyDays ~ Semana 5

Eta! Tardamos mas não falhamos! Lá vem mais sete dias de amor.

Semana da Ari

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Domingo: Passei o dia pesquisando referências para uns desenhos que queria fazer. Quero criar uma nova coleção na Laboratório Monstro e precisava sentar pra montar paletas de cores, separar trechos ilustráveis dos meus textos, pensar nos rabiscos… Foi bom porque foi como visitar a Ariane antiga. Adoro ler meu blog e ver como mudei em alguns aspectos e continuo a mesma em outros. Sempre me faz bem, até quando eu sofro. :P

Segunda: Já contei pra vocês, mas vou repetir: quando o carteiro chega aqui, eu fico mais feliz que no Natal! Comprei uma câmera pra começar a fazer vlogs (a minha, velhinha, não filmava) e fiquei esperando ansiosa desde cedo pela chegada dela. E que momento feliz aquele de abrir a caixa, montar tudo, começar a testar com todas as lentes, planejar os vídeos… <3

Terça: Eu sei, não deveria descontar minhas frustrações nas compras, maaaaas… Poxa, tento focar nas coisas úteis! E nessa terça chegou a cafeteira que comprei pra deixar meus dias mais felizes (porque eu fico o dia todo sozinha em casa e o café que eu passo é um horror, haha!). Comprei um monte de cápsulas de Capuccino, chá, espressos diferentes… Fiquei extremamente feliz. É rápida, é prática, é uma delícia e eu não passo mais vontade de uma bebida quentinha no meio da tarde. <3

Quarta: Essa semana completamos 3 milhões de fãs no Facebook e ficamos radiantes. Como ando passando por alguns problemas, aproveitei a marca pra sentar, respirar fundo e lembrar do tanto de coisas boas que me aconteceram no último ano. Foi um monte! E meu coração se encheu de alegria ao recordar que não é fácil, mas vale a pena.

Quinta: Minha mãe sofreu uma distensão no trabalho e tive de levá-la até a Paulista pra fazer uma perícia médica. Passeamos pela avenida, levei ela a um dos meus lugares favoritos no mundo e terminei o dia com ela vendo novela no sofá, no colinho, tentando acreditar que tudo vai passar sim senhor. Quinta-feira é o meu dia de receber amor há quase um ano. Se não é mais da mesma pessoa, isso é apenas um detalhe. ^^

Sexta: Dei um pulo com a Jess no Youpix pra acompanhar a Bru! Foi ótimo reencontrar alguns amigos. Pra melhorar, depois nós fomos ao karaokê, bebemos bons drinks, cantamos muuuuuito e aproveitamos ao máximo. Fazia tempo que eu não fugia do mundo assim e me fez bem. Só minha voz que não curtiu muito: já era!

Sábado: O que foi a descoberta de que Oreo e Laka se juntaram? MEUS AMIGOS, MEU CORAÇÃO PERTENCE A ESTE CHOCOLATE. ME PERDOEM MAS NADA MAIS FEZ SENTIDO NA MINHA VIDA. Fiquei vendo filminho água com açúcar e comendo meus bons Oreos PORQUE EU MEREÇO.

Semana da Jess

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Domingo: Como um bom domingo que se preze, continuei com a minha maratona no Netflix assistindo Orphan Black e mais umas series aleatórias. Achei bem legal o final de temporada de Orphan Black e é uma pena ainda não ter a segunda disponível por lá. Como vocês devem ter reparado a minha segunda casa é o Netflix sim, obrigada hahaha <3

Segunda: Há um tempo eu cultivava uma vontade de ter minha própria hortinha em casa. Na segunda-feira eu tomei coragem e saí pra comprar algumas coisas: mudinhas de alecrim e manjericão, além de uma planta para gatinhos, que ajuda a melhorar a digestão deles. Fiquei bem empolgada com o meu novo brinquedo e já saí lendo um milhão de coisas pra aprender a cuidar direitinho das minhas plantinhas. Não vejo a hora de comprar mais algumas mudas pra aumentar o canteiro aqui na varanda de casa!

Terça: Finalmente o Batman está se integrando com os outros gatos: o Pudim é o mais receptivo e eles já estão melhores amigos! Fiquei tão feliz em ver os dois juntos e brincando que tirei um milhão de fotos e fiz mais um milhão de vídeos. Terça-feira também foi o dia que eu e o namorado completamos 3 anos juntos

Quarta: A melhor época para encontrar minha fruta favorita chegou! Eu amo morangos e sempre que vejo no mercado acabo levando umas 2 caixinhas pelo menos, o que acaba tornando minha alimentação dos próximos dias um verdadeiro Festival do Morango (não que eu esteja reclamando, veja bem).

Quinta: Fui visitar a minha vó e passei a tarde com ela, minha mãe e minhas tias, foi bem legal! Minha vó também me deu um sapatinho de lã super quente pra usar na hora de dormir. Eu obviamente estou usando o tempo todo, já que o frio só aumentou nessa semana aqui em São Paulo. Ah, finalmente o inverno <3

Sexta: Eu e a Ari fomos até o YouPix encontrar os amigos e ver a Bruna falar no stand da HP. Que saudades que eu tava de apertar as duas! Vimos bastante gente conhecida, outras que conhecemos na hora e até encontramos alguns de vocês por lá! Obrigada por virem conversar com a gente, adoramos conhecer todo mundo! :D

Sábado: Fui até o Beco lá na Rua Augusta ver o namorado tocar (sim meu namorado é DJ e toca em varias festas haha). O tema da vez era “Clube da Luta’ e dois DJs revezam entre temas diferentes em batalhas do tipo: punk x trilhas sonoras ou indie x pop. Eu gosto muito dessa festa porque não cansa, e cada hora tem uma coisa diferente acontecendo. É super divertido e a minha parte preferida são das trilhas sonoras – quando você vai ouvir a música tema de Ghostbusters e do Maluco no Pedaço em uma mesma noite? É demais!

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