Representatividade importa: personagens LGBT mais legais do mundo das séries!

Hoje, 28 de junho, é Dia Internacional do Orgulho LGBT. À luz dos recentes e pavorosos ataques que a comunidade têm recebido, é sempre bom lembrar que ainda existem pessoas a fim de celebrar o amor em todas as suas formas, e em todos os lugares do mundo.

Pensando nisso, preparamos uma lista com alguns dos personagens LGBT mais legais do ~mundo das séries para lembrar todo mundo que representatividade é importante –além dos personagens por muitas vezes nos levarem a uma montanha russa de emoções, seja com “tutoriais do que não fazer,” seja nos inspirando a sermos pessoas melhores!

Kevin (e Scotty) Walker, em Brothers & Sisters

Essa série é meu Paciente 0, a série que me viciou em todas as outras séries, e esse casal era com certeza o meu favorito. O que eu mais gosto nesses personagens é que a relação deles é tratada de forma absolutamente normal –com erros e tudo.

Titus Andromedon, em Unbreakable Kimmy Schmidt

O que é mais incrível em Titus é o quanto ele consegue ser ~esteriotipado sem realmente ser. É um personagem com muitos lados e cada um deles tem alguma verdade diferente sobre a vida pra jogar na sua cara!

Sara Lance, em Arrow e Legends of Tomorrow

A personagem da Sara é uma inspiração e tem uma evolução ótima com relação a sentimentos e seu lugar no mundo. A sexualidade dela na série é tratada assim como a de Kevin e Justin, de forma absolutamente fluida e que te deixa com o coração quentinho –só pra logo depois você vê-la dando umas porradas mesmo!

Oliver Hampton, em How To Get Away With Murder

Se tem um personagem que conquistou os fãs da série muito rapidamente, foi o Oliver. Namorado do Connor, ele é um especialista em computação e apenas o personagem mais fofo da série. Amamos e vamos protegê-lo!

James Stinson, em How I Met Your Mother

Um dos personagens mais queridos da série é o irmão do Barney, James, que tem a mesma personalidade do irmão mas equivalente ao mundo gay. Um dos arcos mais fofinhos da série é quando James e seu parceiro têm um bebezinho, assunto também tratado com muita naturalidade porém com o bom humor que só How I Met Your Mother tem.

Nomi Marks, em Sense8

A Nomi é uma ativista política e hacker que luta pelos seus direitos e nos inspira muito! Ela é confiável, extremamente preocupada com quem tá ao redor dela e não é só a cabeça pensante do grupo, ela é também a que aconselha e a que ouve desabafos. Além da personagem ser transsexual na série e ensinar valiosas lições de aceitação pessoal, a atriz que a interpreta é trans na vida real, o que deixa tudo muito mais verdadeiro e representativo. Ponto pras Wachowski!

E aí: seu personagem favorito tá na lista? Quem é que tá faltando pra completar todo esse amor?

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Como se recuperar após o fim da temporada de Game of Thrones


Acordar nesse dia 27 de junho não foi fácil. Ok, não é fácil acordar em nenhuma segunda feira, mas hoje foi particularmente difícil. O inverno chegou – e quando eu digo inverno, quero dizer o tempo longo até março de 2017 em que não teremos Game of Thrones para alegrar nossos domingos. Ontem vimos um episódio incrível que fechou uma temporada incrível – e ficamos com uma incrível ressaca, imaginando como vamos sobreviver sem vermos a chegada daqueles barcos ou a DR de Jaime e Cersei ou a revelação do segredo familiar de Bran e Jon até o ano que vem.

Mas o que podemos fazer com essa hora livre que temos agora durante cada domingo? O que podemos fazer para preencher o buraco que Game of Thrones deixou nas nossas vidas? Para aplacar esse vazio? Temos algumas sugestões.

Leia a série de livros! (ou outras séries de fantasia)

Não dá pra reclamar de tédio no universo Game of Thrones se você ainda não encarou as milhares de páginas dos livros de George R.R. Martin. Você pode achar que é trabalho inútil, afinal você já conhece a história, mas você não conhece a história dessa maneira – detalhada, com destaque para outros personagens, descrições na voz dos seus favoritos, e quase que aulas de geografia, história e política de Westeros. Mas digamos que você já é um dos fãs que leu tudo e viu tudo de Game of thrones – que tal desbravar outro mundo de fantasia? Dentre as séries mais famosas que você pode encarar nos próximos meses temos Senhor dos Anéis, Harry Potter e As crônicas de Nárnia. Se preferir um clima mais realista, o escritor Bernard Cornwell conta a história da Europa medieval como um enorme Game of Thrones!

Veja filmes que incluem membros do elenco de Game of Thrones

Se as saudades maiores vão ser dos atores, você tem também a opção de seguir a carreira deles no cinema. Vários estão em cartaz no momento nas telonas e nos serviços de aluguel de filmes, como Emilia Clarke na comédia romântica Como eu era antes de você e Sophie Turner em X-Men Apocalipse.

Comece a ver aquela série antiga que você sempre adiou

Aplicativos como Netflix e HBO Go estão cheios de clássicos da TV que você provavelmente ainda não viu. A HBO apenas chegou no nível de expertise necessário para fazer Game of Thrones pois construiu um portfólio brilhante de séries, com obras primas como Os Sopranos e A Sete Palmos. Se você engavetou alguma série por falta de tempo, a hora de adotá-la é agora!

Conta pra gente: o que você vai fazer nesse 1 ano de espera? Deixa nos comentários!

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Quatro filmes para sentir saudades de Anton Yelchin

No último fim de semana o mundo perdeu um dos seus jovens atores mais promissores. O russo Anton Yelchin faleceu aos 27 anos, se juntando a uma longa lista de celebridades que perderam suas vidas nessa idade. A morte de Yelchin se destaca, porém, dentre o “clube dos 27″, pois sua causa não foi overdose ou suicídio. Anton foi atropelado por seu próprio carro em um acidente devido a defeitos de fábrica. Trágico e completamente inesperado.

Muitos conhecem Yelchin por seu trabalho em “blockbusters”, filmes gigantescos, como a franquia Star Trek – Jornada nas estrelas, A hora do espanto e Exterminador do Futuro. Mas aqui no Indiretas queremos celebrar as pequenas conquistas de Yelchin e alimentar a nossa já existente saudade, então que tal uma pequena maratona de quatro filmes imperdíveis em homenagem ao ator?

Lembranças de um verão

Anton começou a sua carreira, de verdade, bem novinho e já contracenando com a lenda Anthony Hopkins em um filme adaptado de um livro do mestre do horror, Stephen King. Mas Lembranças de um verão não dá medo, apenas nostalgia e encanto, mostrando o crescimento de uma criança e seu primeiro amor em um contexto bem diferente do já comum em Hollywood. Tudo parece uma lenda contada na beirada da fogueira.

Charlie, Um Grande Garoto

Charlie Bartlett deveria ser um clássico. Esse filme é quase uma versão anos 2000 de Curtindo a vida adoidado, e traz não só a melhor atuação de Yelchin como também momentos de brilho de Kat Dennings, estrela de 2 Broke Girls e coadjuvante de Thor. Um filme adolescente muito inteligente, irônico e divertidíssimo.

Loucamente Apaixonados

Se você está cuidando de um coração partido, não veja esse filme. Uma das histórias de amor mais sofridas e melancólicas do cinema recente provou que Anton tinha enorme talento dramático, e catapultou a carreira de Felicity Jones, que hoje vemos em filmes premiados como A Teoria de Tudo e arrasa-quarteirões como Star Wars Rogue One.

Amantes eternos

Acho que eu não preciso convencer vocês a ver um filme que, além de Yelchin, conta com Tom “Loki” Hiddleston, Tilda Swinton e Mia Wasikowska no elenco. Preciso? E se eu falar que o filme é sobre vampiros? E sobre rock ‘n’ roll? Acho que você já entendeu que esse aqui é imperdível.

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Gente que carrega o mundo na pontinha do lápis

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Sei que tô devendo muitos e muitos posts de inspiração para quem, como eu, adora ficar vendo desenhos de ilustradores por aí.

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Em uma das minhas mais recentes andanças, porém, eu achei o trabalho de uma mulher que valia a pena ser passada na frente de todos da lista: Lorraine Loots e sua incrível habilidade de carregar o mundo bem pequenininho, na pontinha do lápis.

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Lo é uma artista baseada em Cape Town, na África do Sul, e a idealizadora por trás do projeto Potluck 100, que engloba dois de seus principais projetos: “365 Paintings for Ants” (Pinturas para Formigas, em tradução livre), de 2013, e “365 Postcards for Ants” (Cartões-postais para Formigas), de 2014.

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Ao longo de 2015, o projeto foi semanal: uma sequência de 100 pinturas, durante 25 semanas, com temas. #Microcosmmondays (segundas ~microcósmicas), #Tinytuesdays (terças pequenininhas), #Fursdays (quintas ~peludas) e #Freefridays (sextas livres). Todas essas pinturas têm, em média, 2 cm de largura e altura.

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Dá pra imaginar porque o trabalho da Lo me encantou: além de ser feito com muito capricho e carinho, ainda tem uma riqueza de detalhes incrível que ela consegue transformar num pequeno mundinho. Pequeno literalmente.

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Se você, como eu, se apaixonou pelo trabalho, pode seguir ela no Instagram –alguém dos desenhos maravilhosos esbanjando talento, ainda tem várias fotos do filhinho dela, a coisa mais fofa. Vem, gente! <3

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Assistimos a Procurando Dory – e você precisa ver!


Encontramos Dory! E também encontramos Nemo. Bem, passamos essa bela manhã de terça em companhia desses peixes que tanto amamos, assistindo à sequência do hit da Pixar, Procurando Nemo, chamada Procurando Dory. E se você está procurando um motivo para ver Procurando Dory, pode cancelar a busca: temos milhares de motivos para apresentar a vocês.

Existem graus diferentes de entusiasmo com filmes bons. Alguns nos deixam moderadamente felizes, alguns nos fazem recomendar com ressalvas, outros nos fazem sair do cinema já planejando o dia em que você vai levar os seus amigos e rever. Procurando Dory é parte desse último grupo para mim – eu admito, porém, que eu sou uma fã doente de Procurando Nemo e de praticamente tudo que a Pixar já fez. Eu tinha medo dessa sequência, que poderia ser boa como Toy Story 2, apenas ok como Universidade Monstros ou ruim como Carros 2. Na verdade, não. É melhor que tudo isso aí. Só perde para Toy Story 3 no mundo das sequências animadas da Pixar.

Mesmo com todo meu entusiasmo você ainda não foi convencido? Então vamos lá: eis os motivos pelos quais você deve ver Procurando Dory assim que chegar aos cinemas brasileiros.

É uma expansão dos mesmos temas do primeiro

A franquia Nemo continua girando ao redor de dois temas: a importância da família, seja aquela que vem com seu sangue, seja a que você escolhe, e o triunfo e a reabilitação de criaturas com peculiaridades ou deficiências. Os dois temas voltam com força total. Nesse filme Dory parte em busca de sua família e de sua memória, e encontra um novo amigo que precisa recuperar a sua coragem e saúde emocional após perder um membro em um acidente.

 

Os novos personagens são incríveis

Procurando Nemo tinha os melhores coadjuvantes e a sequência não poderia ser diferente. Sai Bruce o tubarão que não come peixes e entra Destiny a baleia míope. Sai Gill do aquário, entra Hank, o polvo de sete pernas com crise de pânico. Becky (with the good hair) e Geraldo roubam a cena toda vez que aparecem. Até mesmo uma ostra que aparece por menos de cinco minutos chama a atenção com seu drama romântico digno de novela mexicana. São inesquecíveis – até mesmo para nossa amada protagonista desmemoriada.

Visualmente, é de babar

Eu não sei, sinceramente, como a Pixar faz um mar tão perfeito, cores tão vivas, uma iluminação tão impecável. Em Procurando Dory o desafio dos animadores é ainda maior, pois visitamos mais vezes o mundo da superfície e vemos o exterior da água, suas ondas e jatos. As criaturas novas não ficam muito atrás, e a Dory bebê? Bem, ela é um capítulo à parte.

Tem um curta lindinho lhe acompanhando

Mas isso não é novidade nenhuma, né? Piper conta a história de um pássaro que se alimenta de conchas – mas tem medo do mar! Ele é adorável, daqueles que dão vontade de colocar na estante.

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Celebrando o amor e a Parada LGBT 2016

Celebrando o amor e a Parada LGBT 2016

Esse é o segundo ano que participamos da Parada LGBT aqui de São Paulo e pra gente não existe experiência mais emocionante. Nesse ano participamos no carro da Skol, primeira cerveja a apoiar a causa LGBT aqui no Brasil, e curtimos muito ao lado da Pabllo Vittar, Jaloo, April Carrion e um monte de amigo lindo! Nós mostramos tudinho pra vocês no vlog dessa semana, vem ver:

Existem duas energias diferentes na Parada: a primeira é estar no chão curtindo junto com todo mundo, abraçando gente que nunca vimos só pela alegria de estar lá, dividindo aquele momento tão bonito. A outra é estar em cima do trio descendo a Rua da Consolação olhando para 3 milhões de pessoas dos mais diferentes tipos e idades, unidas para celebrar o amor, a diversidade e acima de tudo, o respeito pelo próximo. Ficamos emocionadas várias vezes ao longo do dia, porque pra gente o amor e o respeito importam SIM! Cada presença tem um significado, representa luta, história.  Acompanhar uma Parada LGBT é uma experiência incrível e só reforça o coro: todo mundo deveria ter o direito de amar sem medo <3

Aproveita para se inscrever no nosso canal! É  só clicar aqui ou nesse lindo unicórnio abaixo!!

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#QuandoVocê: um movimento pela mudança

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Se você for mulher, pense rápido e responda essa pergunta: você já foi assediada?

Algumas de vocês não vão ter uma resposta muito concreta e ainda vão franzir um pouco a testa. Isso porque a ideia de assédio disseminada ainda é, por muitas vezes, a que é exclusivamente física, e é por isso que você pensa melhor antes de responder esse tipo de pergunta. A verdade é que o assédio além de físico ainda pode ser o verbal, e chances são de que 100% das mulheres possam responder “sim” àquela pergunta do começo do post. Por isso o assunto hoje é um projeto que além de maravilhoso ainda é muito esclarecedor: o #quandovocê.

O Quandovocê nasce da necessidade urgente e desesperada de conscientizar homens –e, por que não mulheres?– a mudar suas atitudes intrínsecas à cultura do machismo, abuso e opressão.

O primeiro vídeo da página e ~lançamento~ do projeto mostra várias mulheres contando histórias de assédio e opressão que têm uma coisa em comum: contar, caso a caso, começando com “quando você…” e assim explicar os diferentes tipos de assédio na vida de uma mulher.


Uma coisa maravilhosa a ser notada no próprio vídeo e que vem como resposta a um comentário na página é o fato de todas estarem sem a parte de cima da roupa. Segundo o projeto, “esta foi uma escolha estética que nos ajudou a traduzir de forma visual o total desprendimento para falar sobre um assunto tão delicado“, é muito importante estar explícito que não importa a roupa e as mulheres precisam ser ouvidas sem serem interrompidas por qualquer tipo de distração, medos, preconceitos e julgamentos.

As coisas só mudam quando nos unimos e reconhecemos que a conscientização é uma responsabilidade nossa também, já que não podemos jamais ficar caladas. Esse é um movimento de todas nós :)

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Mixtape do bem: os melhores temas de filmes

Ah, então você mora na mesma cidade em que o Kevin Bacon morava em Footloose e não pode dançar? Até o final desse post você estará dançando. E possivelmente chorando enquanto dança. Afinal, trago hoje músicas que vão falar com suas memórias mais profundas, aqueles dias entediados na frente da Sessão da Tarde ou o cheirinho de ar condicionado e pipoca do cinema. Estou aqui para trazer os melhores temas de filmes da história do cinema, em uma só mixtape do bem para você dar play e esquecer da vida.

Algumas dessas músicas embalaram beijos apaixonados, outras acompanharam heróis em momentos de triunfo ou tragédia, muitas foram dançadas, outras foram até cantadas pela estrela do filme nas telonas. O que todas tem em comum é que marcaram gerações e gerações de espectadores do cinema. Mobilizei todo o meu facebook na escolha dessas canções, e o resultado é uma mistura de todos os gêneros musicais e gostos. Temos de Eminem a Celine Dion, de rock pesado a Adele.

Mas tem uma opinião que eu ainda não coletei – a sua! E aí, qual é seu tema favorito da história do cinema? A música que mais te encantou nas telonas? Me conta nos comentários. Quem sabe eu faço um vol. 2 da Mixtape? Sequências estão na moda no cinema!

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Que personagem de Orange Is The New Black representa seu signo?

A única prisão na qual você está hoje é a do seu próprio sofá, tentando controlar a vontade de ver a temporada novinha de Orange is the New Black inteirinha em um dia só. Mas só porque você não está atrás dos muros de Litchfield não quer dizer que você não se identifique muito com uma, ou várias, das mulheres que Piper Kerman e Jenji Kohan nos apresentaram durante os últimos quatro anos. Cada um de nós tem sua favorita do coração, claro, mas que tal saber qual é a detenta do seu signo?

Seguindo a tradição dos nossos posts astrológicos, que já te contaram sua música da Disney, seu super herói, sua série e sua canção de Taylor Swift, temos aqui a personagem de Orange is the new black que representa perfeitamente seu mapa zodiacal. Eu sou Irmã Jane Ingalls com ascendente em Alex Vause e lua em Morello, e você? Conta pra gente!

Áries – Rosa

Um bom ariano nunca desiste. Rosa era impulsiva na juventude como a fogosa líder de um grupo de assaltantes de banco – adorava o perigo e emoções fortes como qualquer ariano – mas sua persistência e coragem digna de uma nativa desse signo são ainda mais óbvias na sua luta contra o câncer, que ocupa grande parte da série.

 

Touro -  Red

Não há nenhuma dúvidas – Red é tudo que um taurino deseja ser. O mais importante para a russa de cabelos cor de fogo é a família – seja a sua família real, fora de Litchfield, seja a lealdade da família que ela mesmo escolheu, dentro da prisão. Materialista como qualquer bom taurino, Red comanda os esquemas comerciais mais complexos da série, e é uma empreendedora nata.

Gêmeos – Piper

Já existiu, na história da TV e do Streaming, uma personagem mais indecisa que Piper Chapman? Piper pode ser a frágil novata presa em uma situação que saiu do controle em alguns momentos e rapidamente mudar para uma líder feroz, agressiva e disposta a se vingar. Piper também não consegue se decidir entre dois amores, e nem mesmo, como você vê no gif acima, se ela gosta ou não de uma pessoa. Qualquer geminiano entende como é difícil fazer uma escolha ou não mudar de acordo com a maré, então Piper é a sua escolha!

Câncer – Morello

Sentimentos. Muitos sentimentos. Morello pode até, devido à sua casca de canceriana, sorrir e fingir que está tudo bem. Dentro dela vive uma alma nostálgica, apegada a um passado perfeito (e, ok, completamente idealizado). Ela deseja estabilidade como qualquer canceriano – família, amigos, amor. E não vai desistir até encontrar.

Leão – Irmã Jane

Duas coisas motivam o leonino, e são exatamente as duas motivações que Jane Ingalls encontrou para todo o seu trabalho social e para ser uma boa influência na vida das detentas de Litchfield – a vontade de defender seus altos ideais, muitas vezes quase inatingíveis, no mundo, e, bem, a vontade de ser vista, notada, aplaudida, celebrada.  Jane também tem um gostinho pelo dramático e pela encenação – e o mundo, para o leonino, é um palco.

Virgem – Taystee

Você acha que a biblioteca de Litchfield seria tão organizada se não fosse pelo trabalho duro de uma virginiana? Taystee adora ler, como todo virginiano estudioso, e adora deixar sua biblioteca absolutamente impecável. Mantém poucos relacionamentos ao seu redor, mas os que mantém são extremamente próximos e amorosos, como sua amizade com Poussey. Sem contar os constantes puxões de orelha e conselhos para todas as personagens – temos aqui uma pessoa de personalidade forte.

Libra – Sophia

Vamos todos concordar em algo – Sophia é a pessoa mais racional e centrada em Litchfield – se pá, a melhor pessoa – e é a fonte de conselhos e consolo para muitos, como o signo da balança deve ser. Mas librianos não são só forças conciliadoras. Librianos também gostam, e muito, de estética e vaidade, logo a cabeleireira oficial da prisão não poderia representar outro signo.

Escorpião – Alex

Alex, como qualquer escorpiano, é um grande ponto de interrogação. Misteriosa com orgulho, Alex some e aparece de repente, nunca revela completamente o que tem em mente ou suas intenções, e se diverte usando a dúvida como ferramenta de sedução. Alex também é quieta, observadora, desconfiada e até um pouco paranoica – o que em seu caso, faz sentido.

Sagitário – Soso

Brooke Soso já viveu em uma árvore. Preciso dizer mais alguma coisa? A jovem já esteve em todos os grandes festivais, comunidades e adora aventuras – tanto que o confinamento a lançou em uma angustiante crise de depressão. Sagitarianos não podem se sentir desconectados ou isolados do mundo, e foi isso que aconteceu com Brooke.

Capricórnio – Nicky

Nicky é pragmática, e seu estilo seco e agressivo assusta algumas pessoas nos momentos mais frágeis. Mas o capricorniano não é só realismo (ou pessimismo) na veia, e uma das suas melhores características é o senso de humor. Nicky é uma das personagens de Orange is the new black que mais acerta no tom das piadas, sempre com uma frase de efeito pronta na ponta da língua. Mais capricorniana, impossível.

Aquário – Daya

Até mesmo vivendo um drama enorme na série, encarcerada, grávida, com um relacionamento difícil com a sua mãe e escondendo o amor da sua vida na manga, Daya nunca se esqueceu da arte -e isso é absolutamente aquariano. Desenhando em qualquer bloquinho ou superfície disponível, Daya levou sua inspiração consigo para Litchfield, e tem alma de artista como os nativos de aquário sempre tem.

Peixes – Poussey

Poussey é sensivel e frágil até quando consegue derrubar um esquema de crime e corrupção dentro da cadeia. Mas seu momento mais pisciano é seu amor platônico eterno por sua melhor amiga, a heterossexual Taystee. Piscianos nunca param de sonhar nem mesmo quando o sonho é impossível, e tem a sensibilidade para entender todo mundo – por isso que Poussey é uma ótima personagem!

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Conheça o jovem Tom Odell e seu piano melancólico

Chega o frio e meus ouvidos começam a rejeitar música excessivamente leve e alegre. Associo essas músicas com aquele conceito de “música do verão”, a música que vai colocar todo mundo para dançar na praia em janeiro. Junho não é época disso. E ainda bem, nesse caso, que Tom Odell resolveu lançar seu segundo disco exatamente no meio da onda de frio mais cruel que eu já vivi na vida.

Tom Odell, para quem não conhece, é um jovem britânico de 25 anos que acaba de lançar seu segundo disco, Wrong Crowd. Você pode chamá-lo da versão masculina de Adele. Ou dizer que ele é a nova geração de um gênero iniciado por Coldplay, Keane e Travis no fim dos anos 90. Mas o artista que vem imediatamente à minha cabeça quando escuto o jovem Tom, sua voz grossa e solene e seu piano intenso, é o mestre, ele mesmo, Sir Elton John. Eu achava que essa conexão era exagero e estava apenas na minha cabeça, até o momento em que eu vi esse cover gravado na Rádio BBC. Faz sentido, não faz?

O novo disco de Tom, de acordo com o próprio artista, fala sobre relacionamentos (especialmente amores fracassados ou não correspondidos, então é um bom disco para você que está curtindo uma fossa no friozinho) e sobre a vontade de se reconectar com a natureza que nos cerca. Adorei da primeira à última música, mas aquela que realmente me arrebatou foi Somehow, com um coro de backing vocals que chega a lembrar o clássico britânico Tender, do Blur, ou a linda Everything’s not lost do primeiro disco do Coldplay.

Sim, o som de Odell parece feito para um momento triste naquela sua série favorita (Grey’s Anatomy, estou olhando para você), mas se você quiser algo um pouco mais animado, até mesmo influências eletrônicas aparecem no amor angustiado de Magnetised. A música cresce tanto e tanto que dá aquela vontade de correr, ir para a academia, pegar uma bike. Isso se não tivesse tão frio, claro.

Bem, esse é só um gostinho de Wrong Crowd. O disco é longo e épico, e melhor do que ler as minhas palavras pouco inspiradas, você deveria ir lá pro Spotify e dar play – de preferência debaixo das cobertas, com uma xícara de chá ou chocolate quente fumegando nas mãos. Ou um abraço quentinho.

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