Seja um turista na sua própria cidade

Seja um turista na sua própria cidade

Não é difícil ignorar tudo que é incrível na cidade em que nascemos e vivemos. Afinal é nessa cidade que pegamos trânsito, ficamos colados em nossos smartphones enquanto fazemos os mesmos caminhos todos os dias, os mesmos caminhos que fazemos há um ano, dois, dez, vinte anos… É a cidade que já conhecemos com sol, chuva, calor, frio. É a paisagem que você acha que conhece tão bem que já sabe desenhar de cor.

Muitas vezes, porém, somos negligentes com as nossas próprias casas. Não é raro ouvir que alguém nem mesmo conhece algum dos pontos turísticos de sua cidade. Mas calma… ser turista é ruim, não é?

Hoje em dia quando viajamos não queremos dar uma de turistas. Queremos conhecer a cidade como se fossemos nativos, fugir dos pontos lotados e dos cartões postais. E se ser turista, na verdade, é muito legal?

Recebi na minha eterna Belo Horizonte (sou nascida e criada na capital mineira) um dos meus melhores amigos, paulistano, por uma semana aqui nas montanhas. E apresentando minha cidade para alguém que via tudo aquilo pela primeira vez, comecei a ver, também, tudo como se fosse a primeira vez. De coisas grandiosas como pontos turísticos, pedaços da natureza como a Serra e a Lagoa da Pampulha, até as ruas mais comuns, passando por restaurantes ou lojas que não visitava desde a infância, conheci meu lar como uma turista, curtindo cada pequeno momento.

Transformo isso em uma dica e convite a vocês, leitores do Indiretas do Bem. Qual foi a última vez que você visitou aquele lugar da sua infância, ou viu o pôr do sol em uma bela vista da sua cidade? Isso pode bastar para que você se apaixone novamente com o lugar em que você vive. 

Funcionou para mim!

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Continue sempre lutando

Continue sempre lutando

Existem aqueles dias em que tudo parece muito frio, vazio e sem sentido. São nesses dias que os abraços, as palavras amigas e os corações quentinhos se fazem mais valiosos. Nós já falamos sobre espantar os dias ruins, mas e quando você tem um dia ruim, uma semana ruim, um mês ruim, um ano ruim… como fica?

Você já parou pra pensar em como seria estar em constante estado de dormência de você mesmo, e precisar de um coração quentinho do seu lado todos os dias? Esse é um dos sintomas da depressão, e, infelizmente, muitas pessoas no mundo passam por isso. E não é privilégio de anônimo.

Anônimo? Vou explicar. Todos os dias nós descobrimos uma nova celebridade que tem uma luta diária contra si mesma. Algumas conseguem sair dela, algumas não, e algumas recorrem aos fãs para ter sua dose diária de corações quentinhos –e funciona. Um exemplo bem recente é o ator Jared Padaleki, que falou à Variety sobre seus problemas com depressão.

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Como grande astro de Supernatural, naturalmente Jared faz muitas viagens à convenções da série em outros países, e, no último dia 15 de maio, depois de deixar uma convenção na Itália, ele foi procurar corações quentinhos em sua conta no Twitter.

“Eu preciso de todo o amor que eu puder receber agora. Por favor, por favor, me dêem uns segundos do seu tempo e me escrevam.”

Dias depois, um agradecimento sincero à mobilização de vários fãs que não só mandaram tweets como também fizeram várias montagens bonitinhas e postaram no Instagram, no Tumblr ou até mesmo no Twitter.

Um grupo de usuários chegou até a fazer uma mobilização no Tumblr pra estimular uma espécie de group hug, acompanhado de um desenho mega fofo.

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“Obrigada, do fundo do meu coração e da minha alma, pelo seu amor e apoio. Será muito bem usado. Todo meu amor, e #ContinueSempreLutando.”

A hashtag, #AlwaysKeepFighting, é uma alusão à camiseta com a mesma mensagem que fez parte de uma coleção limitada que reverteu fundos para a To Write Love In Her Arms, uma ONG que ajuda pessoas que lutam contra depressão, vícios, auto-mutilação e suicídio.

“Pode ser que você não vença todas as batalhas,” disse Jared, ainda para a Variety. “Vão existir uns dias muito ruins. Vão existir horas difíceis em cada dia, mas eu espero que isso (a camiseta, a campanha) ajude alguém a pensar ‘Não é fácil; é uma luta, mas eu vou continuar lutando’… Mesmo quando há várias pequenas lutas, mesmo que de vez em quando você esteja pensando suicídio, depressão, vício, ou se você tem alguma doença mental, eu quero que essa ideia bata na cabeça das pessoas, e que elas ajam. E quero me orgulhar de vê-los vencendo suas batalhas.”

O pedido de socorro no Twitter de Jared, além de deixar os fãs do ator bem preocupados, também nos abre os olhos para algo muito importante, que é sempre ter um coração quentinho por perto, e por mais que seja uma batalha interna, você nunca deve lutá-la sozinho. Sempre vão existir aquelas pessoas que só querem te machucar, mas seu coraçãozinho sabe reconhecer aquelas que querem –e te fazem– bem e emprestam seus guarda-chuvas naqueles dias mais chuvosos.

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Por mais difíceis que sejam os caminhos, é sempre mais fácil quando você está andando com alguém. Não lute sozinho, dê a mão pra alguém, procure um coração quentinho.

E continue lutando.

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Coleção Namorados Indiretas do bem + Laboratório Monstro

Adivinha só quem está saindo do forno agoooora? Mais uma coleção linda em parceria com o Laboratório Monstro! <3

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Nossa inspiração maior dessa vez foi o amor e tudo que causa na gente – e isso é ótimo, porque casou com o lançamento do Livro do Amor, né? Pois bem, tem mais novidade: além das já conhecidas almofadas, canecas e canvas da loja, temos moleskines! <3

Os moleskines tiveram as estampas criadas por nós e foram produzidos pelo pessoal da Cícero Papelaria, porque queríamos garantir que fossem produtos de qualidade! São cinco modelos de sketchbooks sem pauta, em pólen de 80g e no tamanho de 9×13 cm. Recomendamos a todos que quiserem que… Corram! A edição é limitadíssima e não tem previsão de reimpressão ainda. :)

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As almofadas são as que vocês já conhecem, 40x40cm em microfibra, com enchimento e zíper! No site, vocês ainda encontram a versão das estampas em caneca de porcelana (linda!!) e quadro em Canvas 42×42 cm com chassi de madeira. Um presente pra você mesmo ou para aquela pessoa que você adoooora.

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Todos os nossos produtos oficiais (exceto livros) estão à venda EXCLUSIVAMENTE no Laboratório Monstro, hein? Corre lá! http://bit.ly/LojaIndiretas <3

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Os dez melhores clipes do diretor Joseph Kahn

Os dez melhores clipes do diretor Joseph Kahn

No último fim de semana, a internet girou em torno de um único monumento cultural pop: o lançamento do novo clipe de Taylor Swift, para o hino de inimizade e dor de cotovelo Bad Blood. A cada pôster cheio de referências a Sin City a ambiciosa versão de “As Mercenárias” de Taylor, com um elenco que incluia vencedoras de Grammy, Emmy e Oscar, tirava mais o nosso sono. Na noite de domingo o clipe em si foi lançado, e dividiu opiniões (não precisamos nem de falar que nós, como membras da Sociedade de Apreciação de Taylor Swift, amamos né?). Mas uma opinião é pouco questionada: a de que Joseph Kahn é o diretor de clipes mais poderoso do mundo pop.

No dia do lançamento de Bad Blood comecei, assim que vi o clipe, a organizar na minha memória um ranking com os meus clipes favoritos de Joseph Kahn. Para conseguir uma lista redonda de apenas 10 clipes, como mandam as convenções, tive que cortar alguns vídeos e realizar decisões muito difíceis. Então nessa pequena introdução tenho a obrigação de citar o épico Hero, de Enrique Inglesias, o clássico noventista The Boy is Mine, de Brandy e Monica, o cachorrinho digital de Janet Jackson em Doesn’t really matter, as três câmeras de Always do Blink-182, e clipes de Kelly Clarkson e Gwen Stefani. Não foi fácil.

10. Feels just like it should – Jamiroquai

A realidade é chata demais para clipes de música pop, e Feels just like it should é cheia de psicodelia, efeitos especiais trash e Beetlejuices. Essa música também é chata demais pra música pop (uma das piores do Jamiroquai) mas um bom clipe faz milagres, não é?

9. Knights of Cydonia – Muse

Este era o auge das referências cinematográficas da carreira de Kahn – até a chegada de Bad Blood, claro. Uma mistura de filme B de ficção científica e dos Westerns italianos, Knights of Cydonia tem a estrutura de um curta metragem completo, com créditos iniciais e tudo, e junta humor escrachado, Sergio Leone e George Lucas com a banda de rock inglês.

8. All the lovers – Kylie Minogue

Oh, a polêmica. O clipe de All the lovers, o belíssimo clipe conceito de All the lovers, foi banido de vários países. Mas a sua ousadia, a relação com a própria sensualidade da música pop e a maneira com a qual Khan filma casais de todos os tipos transformam All the lovers em um clássico que deveria ser assistido nos quatro cantos do mundo.

7. Say my name – Destiny’s Child

Quem disse que testes de decoração não podem virar um clipe completamente inesquecível? Com uma janela pequena, cores e uma esteira gigante Kahn fez o seu clipe mais simples (cadê as superproduções? os elencos de famosos?) da sua carreira, mas também um dos mais lembrados. Se tornou quase que parte da identidade do Destiny’s child.

6. Blank Space – Taylor Swift

A primeira superprodução de T-Swift é ainda melhor que a segunda, e resume o clima irônico do disco 1989 completamente. Um pesadelo todo decorado como se fosse um sonho, Blank Space começa perfeito, romântico e cheio de tons pastéis, enquanto vai aumentando os níveis de insanidade e bizarrice cena a cena.

5. Womanizer – Britney Spears

Kahn tentou repetir a fórmula “homem mulherengo é assombrado por mulher independente e intensa” de Never Again, da Kelly Clarkson em Womanizer, só que dessa vez, de maneira ainda melhor e esteticamente perfeita. Womanizer é um clipe extremamente marcante e estiloso, e mostra que poucos diretores entendem tanto o universo de Britney.

4. Ghosts – Ladytron

Se eu tivesse que escolher uma cena dirigida por Kahn até hoje, uma cena perfeita, impecável, seria a estrada cheia de coelhos iluminada apenas por faróis de carro. Cria mais medo e tensão do que vários filmes de terror inteiros. E Ghosts é uma das poucas colaborações de Kahn com uma banda pequena e ousada, e o diretor captou a essência do Ladytron completamente.

3. We are all made of stars – Moby

Tudo o que Joseph Kahn constrói em seus clipes está aqui. A atmosfera falsa, com iluminação excessiva e foco estranho na câmera, personagens decadentes, e muita quebra de quarta parede (aquele momento em que personagens olham diretamente para as lentes).

2. Everybody – Backstreet Boys

Quando a dominação mundial começou. Cinco ícones das histórias de terror e cinco Backstreet Boys, o que mais você podia querer de uma das primeiras superproduções dos clipes dos anos 90? Eu tinha esse clipe gravado em uma VHS, e revia quase que diariamente.

1. Toxic – Britney Spears

Bem, a primeira posição não poderia ser de outro clipe. Tantas cenas inesquecíveis. O avião. A dança entre os sensores de movimento rotativos. A motocicleta com Tyson Beckford. Esse é o clipe que definiu a década de 00.

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Lições que a nova série do Netflix, Chef’s Table, me ensinou

Lições que a nova série do Netflix, Chef’s Table, me ensinou

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Já vivemos a era do Netflix, e sabemos que a liberdade que o serviço dá para criadores de série de ficção é enorme – e os resultados são excelentes, como podemos ver em séries IMPERDÍVEIS como Unbreakable Kimmy Schmidt, Orange is the new black, Demolidor e Bloodline. Mas todos esses são exemplos de séries de ficção. Agora a Netflix colocou a sua marca no mundo dos documentários, mas será que repetiu a fórmula de sucesso?

Sim, amigos. Não só repetiu como deixou um gostinho de quero mais em relação a boas séries de documentário na TV. Chef’s Table é uma série comandada por David Gelb, de Sushi dos Sonhos de Jiro, e acompanha seis chefs renomadíssimos, em seis cantos do mundo, em seus processos criativos na cozinha. Não é uma série de culinária como estamos acostumados, então não espere receitas – apenas o encantamento da gastronomia como arte e como estudo, e o conhecimento de personalidades geniais. Ah, tudo isso com uma fotografia incrível e lições de vida.

Falando em lições de vida, aprendi um pouquinho com cada um dos 6 chefs, e divido aqui com vocês as “receitinhas” de felicidade que Chef’s Table me deu. Anote os ingredientes! 

Episódio 1: Massimo Bottura, restaurante Osteria Francescana em Modena, Itália

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Lição de vida aprendida: nosso valor está na soma daqueles que estão ao nosso redor

O primeiro chef é Massimo Bottura, chef do terceiro melhor restaurante do mundo (de acordo com o ranking de 2014), e acompanhamos o italiano pela sua vida em Modena e New York, conhecemos os produtores de queijo da região e, acima de tudo, vemos que as pessoas que cercam você são as suas maiores influências. Bottura é cercado por pessoas fascinantes: sua esposa que lhe apresentou o mundo da arte, a vizinha que o ensinou a fazer pratos tradicionais, sua equipe. E esse é o tempero especial do Osteria Francescana.

Episódio 2: Dan Barber, restaurante Blue Hill em New York, EUA

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Lição de vida aprendida: aceite a sabedoria da natureza

Dan Barber é um cientista maluco da cozinha, um homem que se dedica a descobrir como conseguir os ingredientes mais puros do mundo. Para isso Barber tem uma fazenda experimental onde cultiva tudo que dá na terra em determinada época do ano de maneira orgânica, e serve para o cliente até mesmo ingredientes crus, em pequenas treliças. 

Episódio 3: Francis Mallmann, restaurante Patagonia Sur em Buenos Aires, Argentina

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Lição de vida aprendida: não fuja de suas raízes

Francis Mallmann descobriu a culinária francesa bem cedo, e se especializou nela, mesmo morando nos confins da Patagônia argentina. Isso o levou a um sucesso moderado, mas só quando um cliente importante puxou sua orelha e disse que ele nunca faria comida francesa genuína Mallmann deu uma guinada de 180º e resolveu buscar as suas raízes. Hoje Mallmann é uma lenda, possui restaurantes em todo o mundo, mas ainda prefere cozinhar seus churrascos em grandes buracos no chão argentino.

Episódio 4: Niki Nakayama, restaurante N/Naka em Los Angeles, EUA

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Lição de vida aprendida: YOU CAN DO IT!

Os pais de Niki Nakayama eram tradicionais peixeiros de Los Angeles, nascidos no Japão, e criaram Niki com perfeccionismo e pouco incentivo no departamento de sonhos e aspirações profissionais. Mas Niki se tornou uma heroína feminista, superando toda a sua dúvida em si e fazendo pratos que mais parecem obras de arte. Niki é uma das personagens que mais se abrem para a câmera, e no final do episódio, você se sentirá como um amigo da chef.

Episódio 5: Ben Shewry, restaurante Attica, em Melbourne, Austrália

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Lição de vida aprendida: transforme seus traumas em sua força

Ben Shewry quase morreu afogado nas praias neozelandesas ainda na infância. Como esse acidente influenciou Shewry? Lhe causou uma fobia relativa ao oceano? Não, não. Fez com que Shewry conhecesse perfeitamente o cheiro, a força, o gosto e a natureza do mar, e o levou a buscar cada vez mais essa essência na culinária. Hoje, ele é conhecido como um dos maiores chefs de frutos do mar, um verdadeiro inovador!

Episódio 6: Magnus Nilssen, restaurante Fäviken, em Jamtland, Suécia

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Lição de vida aprendida: “se você construir, eles virão”

Um celeiro isolado no meio da fronteira gelada entre Suécia e Finlândia, imerso em sombras durante 6 meses a cada ano, não é o primeiro lugar que você pensaria para construir um restaurante. Magnus Nilssen fez isso. Você acha que o restaurante vive vazio como o chalé em que Anna e Kristoff se encontram em Frozen? Não, mas aceita reservas com MUITA antecedência. Magnus lida com o clima da mesma maneira que seus antepassados, preservando ingredientes em conservas e aproveitando carnes da região. E é tão bom que pessoas viajam para o fim do mundo para provar seus menus de 30 (!) pratos.

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Pré-venda: O Livro do Amor & O Livro do Sossego! :)

Eu sei, eu sei: andamos meio longe aqui do blog, né? Mas a Duds e a Ana tem segurado a onda de forma LINDA e essa nossa distância é por uma boa causa! Estamos correndo feito doidas para finalizar nossos novos livros! Sim, você leu direitinho no plural – serão DOIS lançamentos, não só um!  O Livro do Amor, um gift book (aqueles livrinhos pra você dar de presente!) lindinho que criamos para você se declarar, nós já tinhamos mostrado na Capricho mês passado. Lembram? :)

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Pois bem: o dia dos Namorados está chegando e preparamos UM MONTE de novidades para agitar o seu mês e turbinar o presente pro seu amor! A primeira delas é, claro, O Livro do Amor, que chega nas próximas semanas às livrarias. Ele é cheio de indiretas ilustradas que ajudam você a dizer como se sente e emocionam quem está recebendo – do jeitinho que acontece lá na página mesmo!

Se você quer já deixar sua compra garantida, tá na hora: as pré-vendas começaram!

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Para comprar o Livro do Amor e recebê-lo assim que sair da gráfica, é só escolher sua livraria favorita e pronto! Seu amor vai ADORAR, garantimos hihihi <3

Saraiva http://bit.ly/LivroDoAmorSaraiva
Cultura http://bit.ly/LivroDoAmorCultura
Amazon http://bit.ly/LivroDoAmorAmazon
Submarino http://bit.ly/LivroDoAmorSubmarino
Cia dos Livros http://bit.ly/LivroDoAmorCiaLivros
Livraria da Folha http://bit.ly/LivroDoAmorFolha
Travessa http://bit.ly/LivroDoAmorTravessa
Americanas http://bit.ly/LivroDoAmorAmericanas

Quer saber como ele é por dentro?

Também mostramos em primeiramão ontem lá no instagram e no Facebook a capa do Livro do Sossego – nosso livro de colorir. Não viu ainda?

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Esse livro tem tudo a ver com o Livro do Bem: mensagens positivas como vocês estão acostumados a ver aqui no nosso blog e no nosso instagram vão se misturar às minhas ilustrinhas e: voilà! É pra colorir, relaxar e deixar a vida mais leve MESMO! Ele foi pra gráfica semana passada - deve estar até o fim do mês nas livrarias! Mas a pré-venda já começou também! Pra saber como ele será por dentro, dá um pulo lá no site da Editora Gutenberg! <3

Para comprar O Livro do Sossego e recebê-lo assim que sair da gráfica, é só escolher sua livraria favorita e pronto! Vai ser uma delícia colorir, sério! <3

Saraiva: http://bit.ly/SossegoSaraiva
Amazon: http://bit.ly/SossegoAmazon
Livraria Cultura: http://bit.ly/SossegoCultura
Submarino: http://bit.ly/SossegoSubmarino
Casas Bahia: http://bit.ly/SossegoBahia
Ponto Frio: http://bit.ly/SossegoPontoFrio
Extra: http://bit.ly/SossegoExtra
Livraria da Travessa: http://bit.ly/SossegoTravessa

Tamos longe? Sim! Esquecemos de vocês? Jamais! Estamos morrendo de ansiedade pros lançamentos? COM TODA CERTEZA!!!

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As experiências de aconselhar

Todo grupo de amigos tem a conselheira –aquela pessoa que você vai primeiro pra conversar sobre coisas da vida, que sabe que não vai te julgar não importa quão esquisito seja seu problema e o quão você esteja desesperado. Essa pessoa vai sempre te fazer respirar fundo e ajudar a praticar a big picturização e olhar tudo com outros olhos fazendo com que resolver seja uma tarefa fácil.

Em todos os grupos nos quais participei, essa pessoa sempre fui eu. Resolvi então juntar meus anos e anos de experiência nessa arte psicológica charlatânica amizadeira e dizer o que eu aprendi dando conselhos para os meus amigos.

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Lembrando que isso aqui não é um tutorial e que cada pessoa é um floco de neve único e especial, mas pode ajudar até a entender algumas relações entre você e seus amigos e consigo mesmo (porque não?).

Nem sempre é uma boa ideia se colocar no lugar da pessoa

Sabe aquela coisa de “se fosse você, o que você faria?” e aí você vai lá e faz um #textão e a pessoa resolve fazer tudo ao contrário e você pensa “nossa, nunca mais vou dar conselhos”? Então. É mais normal do que a gente imagina, e a razão pra isso é BEM simples: todas as pessoas são flocos de neve únicos e especiais (já falamos sobre isso), o que quer dizer que os valores e princípios dessa pessoa são, em sua maioria, diferentes do seu. Você lidaria com a maioria das coisas de um jeito bem diferente. Se colocar no lugar da pessoa nem sempre é o melhor jeito de aconselhar alguém, e eu aprendi isso depois que vários amigos fizeram exatamente o contrário do que eu aconselhei.

É muito difícil falar e ouvir a verdade

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Quando você está há muito tempo num relacionamento, seja amoroso ou de amizade mesmo (que não deixa de ser amoroso, né?), algumas verdades universais vão parar naqueles lugares onde estão aqueles grampos que a gente jurava que tava em cima da mesa, o pacote de post-it que tava no guarda-roupa com certeza, e aquela única meia que sua mãe jura que te deu pra guardar.

Então, às vezes falar pro amigo que seu amor está sendo abusivo, que o relacionamento não tá saudável, e outras verdades do tipo “você não está mais tão feliz com essa pessoa aí” ou “você talvez precisa procurar uma ajuda médica de verdade” se torna uma tarefa muito difícil, mas que tem que ser feita.

Se tá incomodando, não é frescura

Muita gente não fala ou se desculpa depois de um grande desabafo falando “ai, eu sei que é frescura”, e uma coisa a ser muito reforçada é que: se te incomoda, não é frescura. Não importa que não seja dor física, não importa que tenha uma pessoa muito pior que você (importa sim, mas vocês entenderam onde eu quero chegar, né?). A mudança ocorre de dentro pra fora, e se dentro não estiver bom, fora nunca vai estar. Qualquer coisa que esteja te impedindo de evoluir “pra fora”, não é frescura e precisa ser levada a sério.

Às vezes você precisa parar tudo e ouvir

Lembro nitidamente de uma vez que uma amiga veio dizer que tinha terminado com o namorado com o qual ela tinha construído uma história. Minha reação instintiva foi abrir o “conversa inteira” do Messenger do Facebook para que eu não ficasse distraída por qualquer coisa que aparecesse na timeline e pudesse ajudá-la naquele momento tão difícil dedicando meu 100% pra isso.

É muito difícil aconselhar alguém que está longe de você e não tem a oportunidade de falar sobre aquilo cara a cara contigo, mas ainda assim tá precisando de um amigo ali e naquele momento. Não me custou nada não prestar atenção em mais nada, a conversa fluiu muito mais e eu senti meu coração muito mais quentinho.

Não espere nada em retorno

Essa talvez deve ser a mais importante dessas lições e eu demorei uma quantidade vergonhosa de “conselhos” até fazer minhas pazes com ela.

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A questão é que nem sempre a pessoa que você ouviu vai estar disposta a te ouvir de volta. E não é porque ela é uma pessoa egoísta, mas sim porque às vezes ela não sabe realmente o que te dizer, por isso foi procurar sua ajuda em primeiro lugar quando ela teve um problema. Em um grupo muito grande de amigos, tem sempre aqueles com os quais as conversas fluem e o “ato de ouvir os problemas” é mútuo, e tem sempre aqueles amigos com os quais você sai e estão lá pra te fazer rir ou só pra te abraçar quando você precisa, sem dizer muita coisa. Lembre-se sempre de que se um amigo te manda um textão e passa horas conversando contigo sobre uma grande decisão que você precisa tomar não é mais seu amigo do que aquela pessoa que não fala nada mas que vai te dar um abraço gostoso da próxima vez que vocês se encontrarem.

Mas essas lições não valeriam de nada se eu não soubesse da regra #1 que é: esteja sempre lá. Às vezes só isso já é suficiente.

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Espalhando a palavra de The Lucksmiths

Espalhando a palavra de The Lucksmiths

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Não são todas as bandas que amamos que conhecemos em momentos épicos das nossas vidas, com motivações nobres como uma boa resenha, um shuffle maroto ou um radialista trendsetter, ou o compartilhamento de um amigo. Eu descobri uma das bandas que mais escuto da maneira mais “poser” possivel. Vi alguém usando a camiseta dessa banda e achei A CAMISETA uma gracinha. Guardei o nome que estava escrito. Cheguei em casa e dei o play. Anos depois eu ainda escuto a discografia do The Lucksmiths, e mal lembro da camiseta.

Antes de conhecer Lucksmiths, outras bandas dividiam o “estado de espírito” que hoje me leva a escutar esse quarteto australiano. Esse estado de espírito é uma mistura da melancolia e nostalgia de um Smiths e Voxtrot e da fofura das músicas mais animadas do Belle & Sebastian. Basicamente, Lucksmiths faz música para o dia em que o clima está perfeito, nem tão frio, nem tão quente, céu azul, mas que esconde algum tipo de expectativa, saudade, ou desânimo.

Mas meus amigos que escutam Belle & Sebastian não escutam Lucksmiths. E meus amigos que escutam as palavras de Morrissey também não. E quando fui investigar, descobri que dentre meus amigos em certas redes sociais, 0 curtem a página ou ouviram essa banda. É, parece que aquela camiseta deveria ter circulado mais.

Ok, quem sabe eu posso fazer esse trabalho de espalhar Lucksmiths no mundo? Definitivamente é um trabalho do bem. Então montei uma playlist com as minhas 10 músicas favoritas da banda, e convido vocês a apertar o play. Já aviso que os efeitos serão melhores se você colocar uma camiseta, e sair por aí, ouvindo nos fones.

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Receita para espantar os dias ruins!

Sabe quando tudo parece que dá errado? Você tem um mês que poderia ter sido melhor, um dia que poderia ter terminado mesmo antes de começar e uma sequência de horas em que a sua vida parece um grande sitcom mal feito?

O post de hoje é sobre como alguns artistas resolveram encarar esses dias que às vezes são bem difíceis, e não, não tem nada a ver com o #100happydays, e sim com um jeito de lidar de uma forma BEM criativa.

#essediafoimassa

Já ouviu falar da hashtag #essediafoimassa? Rolou –ou ainda tá rolando?– há algum tempo no Instagram. Alguns artistas filtraram um pouco a proposta dos 100 dias felizes e resolveram fazer o processo por uma semana, registrando as pequenas coisas que fizeram 7 dias serem massa.

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Irena Freitas, no Instagram.

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Vitor Martins, no Instagram.

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Luiza, no Instagram.

Pensar num todo

Já a artista filipina Lorra Elena decidiu que lidaria com seus meses corridos de uma forma diferente, ou melhor, duas: não uma vez ao dia, mas sim vendo o mês como um todo, as coisas boas que o fizeram inesquecível e recheado de pequenas grandes alegrias.

Pra mostrar que nosso mês não precisa ser feito apenas de dias maravilhosos pra ser considerado um mês maravilhoso, e que as coisas ruins não anulam as coisas boas que acontecem. Que tal pensar mais assim?

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A segunda maneira é mais simples e pode ser feita todo dia: 365 dias de palavras positivas, onde ela escolhe uma palavra positiva por dia pra representar cada mês.

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Ambos os projetos ela posta em seu blog e no Instagram, que são duas coisas extremamente fofinhas e cheias de coisas bacanas.

Não sei desenhar, e agora?

Você pode fazer como a Lorra e olhar para seu mês de forma a destacar seus favoritos, ou simplesmente começar com uma palavra positiva por dia. Aquela comida diferente que você comeu, aquele amigo que você não via há um tempo, aquela banda que lançou música nova, o dia que você se sentiu inspirado… que tal reservar um caderninho só pra isso? Não precisa nem desenhar!

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Se você ainda assim quiser deixar seu diário de positividade cheio de imagens, pode recortar e colar coisas legais de anúncios, jornais que você já terminou de ler, lembranças de shows que você foi e brincar com colagens também!

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Por último, mas não menos importante, que tal se você fizer do seu ambiente de trabalho um lugar tão cheio de positividade com quadros motivacionais que você vai se sentir impulsionado a fazer uma coisa diferente a cada dia?

A Gabi do Teoria Criativa tem um board no Pinterest com várias sugestões de coisas maravilhosas.

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Os métodos são vários, mas o que importa mesmo é que você se sinta melhor a cada dia, sabendo enxergar as pequenas coisas e sabendo que as coisas ruins nunca vêm sozinhas, a vida sempre manda uma música nova, um episódio maneiro ou um amigo numa hora em que você precisa.

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O que aprendi ao começar uma coleção

O que você vê na imagem acima é uma minifigura da coleção mais recente da Lego, a Série 13. Um pacote com uma minifigura Lego custa, no Brasil, aproximadamente 13 reais. O que se compra, hoje, com 13 reais? Muito pouco, né. Mas 13 reais compraram uma dose enorme de entusiasmo nesse fim de semana para mim. O motivo? Eu coleciono esses bichinhos aí, e tentei, mais de uma vez, comprar esse reizinho – e falhei miseravelmente. Ele simplesmente não saia para mim. Eu tentava apalpar o pacotinho, descobrir cada pedaço do rei desmontado, mas errei. Aí de repente eu abro um pacote e vejo a coroa brilhando no seu fundo. Minha alegria fez a vendedora na loja de brinquedos até rir.

Eu sou apaixonada pelo universo Lego desde a infância, mas só resolvi começar uma coleção séria em maio do ano passado. Um ano depois, o número de minifiguras na minha escrivaninha só cresce. Mas não estou aqui para convencer vocês de que esses bonequinhos de Lego são a oitava maravilha do mundo moderno (ok só um pouco). Estou aqui para contar para vocês como que ter uma coleção pode te fazer bem!

 

O primeiro parágrafo já diz tudo: você acaba conseguindo perceber melhor a felicidade das pequenas coisas, uma felicidade tão natural pra crianças mas que vamos perdendo aos poucos. Uma coleção pode ser de algo raro ou caro, barato (como meus bonequinhos, ou selos, ou moedas, ou cards) até mesmo coisas gratuitas (cartões postais promocionais ou conchas)! E quase sem tocar no bolso, você ganha altas doses de satisfação pessoal quando você acha aquilo que estava procurando, o item que faltava, ou algo do tipo.

Claro, existe o fator social. As pessoas começam a te associar com a coleção, e lembram de você a cada vez que encontram o que você coleciona. Por vezes você ganha até mesmo versões internacionais do seu item favorito, lembranças de viagens de amigos, ou algum que te faltava como presente de aniversário.

Sem contar a amizade com companheiros de coleção, pessoas que dividem a mesma paixão que você. As trocas podem ser literais (ah, os repetidos!) até apenas de ideias, ou vivências.

O melhor porém é o orgulho que você terá ao olhar para a sua coleção, as lições de persistência e paciência, e de que com tempo e força de vontade você consegue, tijolo por tijolo, chegar no seu objetivo. Colecionar é bem parecido com a vida, hein?

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