Uma Mixtape para animar o seu Natal

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Já está tendo pesadelos com o momento em que você vai entrar na sala de estar da sua família, sentindo aquele cheiro delicioso de ceia de natal e pensando nos presentes, e um DVD da Simone começa a tocar? Bem, então é Natal. E o que eu fiz? Uma mixtape para te salvar desses apuros e comandar a trilha sonora do Natal da sua família.

Infelizmente, a mixtape já começou falhando: falta no Spotify minha favorita dos natais brasileiros, o jingle arrepiante do Banco Nacional nos anos 80-ish, que não quer ver você chorar mas te faz chorar sempre que toca.

Na falta dos clássicos brasileiros, partimos para as mais belas canções de Natal dos países de língua inglesa e espanhola. Dá para ensaiar a coreografia de Mean Girls com os primos em Jingle Bell Rock, fazer um dueto com seu amor em Baby it’s cold outside (ou chorar pela ausência de um amor com Last Christmas), esperar o bom velhinho com Santa Claus is Coming to Town.

Também tem espaço para o Natal contemporâneo e sarcástico de Blink 182, The Killers e The Both.

Como leitor do Indiretas do bem, já sabemos que você se comportou e está na lista dos bonzinhos do Papai Noel.

 

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#instadobem46: Sobre presentes de Natal e Sonhos de Ano Novo

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Eu tô em clima de ano novo faz tempo. Não aquela loucura de ACABA LOGO POR FAVOR (embora isso me ocorra de vez em quando, haha), mas uma fase saudável de análise de tudo que vivi esse ano, em que enumero as lições que aprendi – e foram muitas! – e abro ainda mais espaço para realizar meus sonhos. E não quero ficar sonhando eternamente não, quero realizar tudo nos próximos, pra abrir espaço pra sonhos novos. Sonhar é muito bom! Vocês sabem que sou apaixonada por ilustração e por livros e que consegui unir essas duas paixões esse ano no meu trabalho, né? Mas talvez não saibam que meu sonho é viajar o mundo, ter tempo para desenhar os presentes de todos os meus amigos e, sobretudo, coragem para terminar de escrever os livros que escondo a sete chaves no fundo da gaveta pra ninguém ler antes da hora.

E você, qual o seu maior sonho? O que você espera do próximo ano? Dezembro já chegou à sua segunda metade e muita gente começou a fazer planos para o ano que vem. Tem gente que sonha viajar o mundo, gente que quer crescer profissionalmente, gente que sonha viver um grande amor…

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Para descobrir quais são os planos de vocês, nosso último desafio do ano é cheio de esperança de dias melhores e muito amor! Ao lado de Sonho de Valsa, convidamos a todos:

FOTOGRAFE SEU SONHO DE ANO NOVO E PUBLIQUE COM A TAG #INSTADOBEM46. Seja criativo!

Você pode enviar quantas fotos quiser até o dia 2 de janeiro! As três melhores fotos vão levar pra casa um kit personalizado de Sonho de Valsa com uma Instax Mini 8 pra registrar tudinho que acontecer enquanto você realiza seus sonhos! <3

E enquanto 2015 não chega, Sonho de Valsa te ajuda a preparar o presente para aquela pessoa especial: no dia 18, das 10h às 18h, está rolando lá na página deles o Plantão do Amor – Sonhos de Ano Novo! Afinal, final de ano tem tudo a ver com presentes e a gente sempre quer dar algo que mostre para a pessoa por que ela é tão especial! Quer descobrir uma maneira de emocionar seu par com um presente feito especialmente para ele? Que tal arriscar um bilhetinho especial? Uma saída inusitada? Um pedido de desculpas? Descubra como tornar o fim de ano de vocês ainda mais incrível mandando suas dúvidas para o Plantão do Amor via Facebook, Snapchat ou WhatsApp! <3

Corre lá: https://www.facebook.com/sonhodevalsa


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As lições da Escola dos Reality Shows

Nesta semana, uma crise de enxaqueca histórica me afastou de todas as minhas atividades favoritas. Ler. Escrever posts nessa tela branca e brilhante. Comer bem. Ouvir música alta. Não foi fácil. Mas uma coisa não me abandonou nesses dias sombrios de enxaqueca, e essa coisa foi o Netflix. Claro que, passando mal, não escolheria um filme altamente intelectual – e assim começou a minha maratona interminável de reality shows.

Reality shows, como a música pop ou a comida fast-food, são vistas com um olhar ou pejorativo ou irônico no panorama de muitos. Entretanto, a diversão que eles proporcionam é mais do que real, e alguns deles até transcendem esse mero papel como peça de entretenimento e nos ensinam muito sobre quem somos, a sociedade em que vivemos, e a condição humana.

Existem poucos reality shows que eu posso dizer que nunca vi um episódio sequer (me perdoem, A Fazenda e Keeping up with the Kardashians). E já acompanhei mais séries que deveria. Tudo começou (na ilha do sol?) com Casa dos Artistas e Big Brother Brasil, passei pela fase dos Realities Musicais, e hoje meus preferidos são aqueles que colocam profissionais em conflito como Top Chef, America’s Next Top Model e RuPaul’s Drag Race.

Se você não curte muito, pode “empacotar suas facas e partir”, ou ganhar um discursão do Bial, mas se você curte, shantay, you stay. Você ainda está na disputa para ser Indiretas’ next top model.

Se você é o melhor, você ainda pode (e provavelmente vai) perder

Você passou sua carreira inteira em um restaurante de cozinha espanhola e o desafio é de paella – você vai perder.
Você é a única pessoa afinada no desafio de cantar? Você vai perder (olá Jujubee).
Favoritíssimo? Vai ficar em segundo lugar geral (Richard de Top Chef?).
Então nunca deixe o talento subir à cabeça. Confiança sim, mas sempre tenha empenho.
Pelo menos vencedores de reality shows nem sempre são os que ganham o maior sucesso fora das telas.

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Ser malvada pode até te levar a algum lugar… mas não te leva ao primeiro lugar

Me conte um reality show em que a pessoa mais cruel, que chegou com problemas de “afinidade” e jogou shade em todos ao ser redor, venceu. Sim, claro, em vários casos essa pessoa chegou longe – mas longe não é o topo, e para o topo, gentileza importa.

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Quem não se arrisca nunca será memorável

Sempre existe aquela pessoa que entra no programa, sai do programa, nunca sai de sua zona de conforto, e definitivamente nunca entra na nossa memória. Aquela pessoa que Simon Cowell sempre dizia que era “karaokê” demais, aquela pessoa que é a última que você decora o nome, ou aquela que sempre cozinha barriga de porco selada? Não seja essa pessoa na vida.

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Beyoncé estava errada; você não é uma sobrevivente (mas não se sinta mal por isso)

Nunca fiquei tão ansiosa vendo qualquer programa de TV (inclusive séries de horror) como fiquei ao ver um episódio de Largados e Pelados, reality sensacional da Discovery Channel. Sabe quando você pensa “NOSSA, não sei como eu vou sobreviver essa semana sem chocolate?”, bem, pense como você sobreviveria sem roupas, sem fogo, tendo que caçar e coletar frutas e achar água potável. Ficou fácil sobreviver a essa semana agora, não ficou?

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Treine, and don’t f**k it up

Vendo o Masterchef Brasil dessa semana, eu pensei sinceramente em como é que alguém vai, em 2014, para um reality de culinária sem pensar que VAI existir um desafio das vísceras e treinar suas habilidades cozinhando, em casa, fígado, língua e coisas do tipo. Ou como alguns não treinam costura antes de ir para a Drag Race. Quem se prepara não leva susto!

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Bastam alguns episódios para você virar uma jurada especialista em tudo

Hoje eu olho uma foto e penso “hm, essa pessoa não está com um bom Smize” ou “trabalhe seus ângulos, mostre mais pescoço”. Também penso no karaokê “nossa, você vai escolher essa música? não combina com seu alcance”. E definitivamente vou a um restaurante chique e peço aquele prato que sempre vi no Top Chef, soltando sempre um daqueles comentários “oh, a acidez poderia estar mais balanceada por algum elemento mais rico”.

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Reality shows, criando especialistas desde que o mundo é mundo.

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Em 2015 eu quero mais! :)

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Toda vez que o ano começa a chegar perto do fim, é normal fazermos planos para o ano seguinte. Vemos o Réveillon como uma grande chance de recomeçar – e embora eu realmente acredite que todo dia é dia de tentar de novo, de fato vale a pena um marco para reiniciar, né?

Como estou cansada de fazer planos que não se concretizam, tento ao máximo ser objetiva e prática nas minhas resoluções. Nada de ideias mirabolantes nem desejos de Princesa Disney. Gosto de sonhar muito, planejar, mas, ao mesmo tempo, gosto de ver os sonhos se realizarem. Por isso, meus planos envolvem a parte prática de tudo. Uma coisa que sempre está no meu foco é viajar, trabalhar muito, ter reconhecimento e orgulho daquilo que faço e, sobretudo, ter tempo para fazer aquilo que amo, que é aprender cada vez mais.

Em #2015euqueromais! E você, o que pretende para o próximo ano?

Em 2014, dei muita sorte e consegui unir todas as coisas. Lançamos um livro que escrevemos e ilustrei, por exemplo. Também conheci o México e falei com dois dos meus atores favoritos desta nova geração – Shailene Woodley e Theo James – e ainda botei meu inglês para funcionar – mesmo que timidamente. É, abandonar a timidez é uma das minhas maiores metas de vida. Parece bobeira, mas para mim é muito difícil falar com as pessoas até mesmo em português, imagine em outras línguas? Por isso, estudar é tão importante. Isso me fez crescer de várias formas. A cada canto que eu vou, a cada nova oportunidade de trabalho no Brasil ou fora dele, tendo o meu inglês ok, eu me sinto mais segura. Já viajei para lugares onde não conhecia NEM UMA PALAVRA da língua nativa e consegui me virar superbem com o inglês. Já li livros que, se esperasse pela tradução, morreria sem conhecer. É muito bom ter essa independência! E em 2015, minha resolução é ler ainda mais e viajar para lugares desconhecidos. Esse ano o trabalho me segurou aqui. No próximo, quero organizar minhas férias e dominar o mundo!

já iniciei os planos de dominação mundial!

já iniciei os planos de dominação mundial!

Se você, assim como eu, quer dar um up na sua vida, aprender uma segunda língua e estar sempre pronto para o mercado de trabalho e para viajar o quanto puder, temos uma dica: o CEL-LEP, rede referência em ensino de idiomas, quer dar uma forcinha para quem pretende se tornar cidadão do mundo. Eles bolaram um programa superbacana neste final ano, com opções de cursos onde você diz em que nível quer chegar em 2016, estabelecendo assim a sua meta, e eles fazem a melhor condição possível. É o chamado Progress! Além disso, tem o Superintensivo de Férias para quem quer começar 2015 resolvendo a vida e desenferrujando o inglês… Porque né, ser fluente em uma segunda língua é um item importante para quem corre atrás de crescimento profissional – e pessoal!

Confira lá no site do CEL-LEP!

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Gente que planeja o futuro com a gente

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Créditos: http://goo.gl/gy1zdf

Ano novo é aquela época em que paramos pra repensar tudo que vivemos no ano anterior, e como podemos melhorar daqui pra frente. Mesmo sabendo que a data é muito mais simbólica do que realmente efetiva nas nossas mudanças, a gente se pega pensando em um futuro melhor, aquela página em branco e o sentimento de recomeçar que o ano novo nos traz.

É muito gostoso planejar e para quem tem filhos – ou está prestes a ter um – esse sentimento é ainda mais forte: “como eu posso deixar o futuro do meu filho ainda melhor”? Ou então: “como será a vida do meu filho que ainda nem nasceu”?

Uma das minhas melhores amigas está grávida e eu estou TÃO feliz que parece até meu filho, sério! A gente se empolga juntas, procuro um milhão de coisinhas pra bebês com as amigas e ficamos aqui, torcendo como tias super protetoras mesmo antes dele nascer. Toda a fase é uma curtição, o primeiro chute, a barriga crescendo, o berço, a escolinha e também os planos para um futuro a longo prazo.

Nesses dias nós conversamos sobre a importância de uma previdência privada que começa desde cedo. Para quem não sabe o que é previdência, eu explico, funciona como uma espécie de poupança aonde você guarda uma quantia mensalmente e que pode ser resgatada no futuro, principalmente quando você quiser se aposentar e parar de trabalhar. Quando a gente fala sobre poupar desde o nascimento, o dinheiro pode ser usado para bancar a faculdade, um apê próprio ou até um intercâmbio, por exemplo.

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Eu sou uma pessoa que não pensa em um futuro a longo prazo dessa maneira, e por isso achei bem legal tudo isso. Por exemplo, se você começar a guardar 100 reais por mês numa previdência desde o primeiro dia de vida de uma criança, quando ela estiver com 23 anos já terá cerca de 58 mil reais guardados.

Pensando no futuro dos bebês recém-nascidos na virada do ano, a Icatu Seguros, a maior seguradora independente do mercado brasileiro de Seguros de Vida e Previdência, lançou o projeto “Bebês da Virada”, aproveitando esse mote de que a realização dos sonhos dos filhos deve ser pensada desde já. Para as crianças nascidas de parto normal nas primeiras duas horas de 2015, eles irão oferecer  gratuitamente um plano de previdência com  R$ 2.015,00 investidos, para a família toda começar esse ano tão importante com o pé direito. Para participar não precisa de nenhum cadastro ou cadastro prévio, é só a família entrar em contato com a Icatu, solicitar o plano e apresentar a documentação pedida.

É importante pensarmos no futuro desde cedo, e quanto falarmos sobre o assunto melhor! Para saber mais sobre o projeto da Icatu Seguros visite o site deles: http://osbebesdavirada.com.br/

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Duas sagas que terminaram em 2014 e que tem tudo pra enlouquecer a gente nos próximos anos

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Pois bem: 2014 foi um ano prolífico no cinema e na literatura. Até a gente lançou livro! hahaha. Esse foi o ano em que a bombadíssima série Instrumentos Mortais, da Cassandra Clare, terminou. E também aquele em que Veronica Roth publicou um spin off da série Divergente, que estreou nos cinemas e foi comparada com a já consagrada trilogia dos Jogos Vorazes.

Se você não conhece as incríveis Clary e Tris, protagonistas de Instrumentos Mortais e Divergente, talvez seja a hora de se preparar para mergulhar em duas sagas de tirar o fôlego, se apaixonar pelos queridos Jace e Quatro e, sobretudo, agradecer aos amigos que te estimularam a ler esses livros. Divergente terá sua continuação nos cinemas no primeiro semestre de 2015 e Instrumentos Mortais provavelmente virará uma série de TV! Vamos falar dos livros desse ano? <3

Cidade do Fogo Celestial, de Cassandra Clare

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Eu preciso confessar: tenho um imenso preconceito com capas feias. Aliás, não é nenhum segredo – já disse isso por aqui algumas vezes. Por isso mesmo demorei tanto a ler a série Instrumentos Mortais: apesar de muita gente sempre indicar na Internet, foi o fato de minha mãe ter resolvido assistir ao filme do primeiro livro que me gerou interesse na obra. Daí li alguns posts da Irena, da Gi… E arrisquei. Comprei o box, devorei tudo e amei, bem a tempo da chegada do último livro. Adoro correr com séries que estão para acabar, pra ver o final junto com todo mundo! E, pra ajudar, as capas melhoraram com o tempo! hahaha

Pois bem, a série faz muito sucesso dentro e fora do Brasil, e conta a história de Clary, uma menina que descobre um mundo paralelo ao humano – e os Caçadores de Sombras passam a fazer parte de sua rotina. Desde o início dela, você se acostuma com reviravoltas e personagens e histórias envolventes. Tem muito romance, mas também tem ação, guerra, uma coisa doida. Confesso que não sou muito fã da Clary, mas os outros personagens compensam a falta de carisma dela muito bem. Não sei se você é do tipo que se apaixona por personagens, mas… Prepare-se para resistir bravamente ao amor por Jace. É difícil… hahaha.

No último livro, Clary se vê obrigada a lutar com o irmão para salvar os Caçadores de Sombras. Os personagens todos estão mais maduros e vivem reviravoltas que a gente não imaginava. Além disso, novos personagens são introduzidos e farão parte de uma nova saga, que Cassandra está escrevendo. É tudo muito bem amarrado pra que a gente leia todas as sagas e não fique perdido, sabe? São mais de 500 páginas e a leitura não fica muito cansativa -talvez seja por sabermos que vai ser a última vez! haha

Você fica feliz com todos e triste porque está acabando. O final deixa um gostinho de quero mais espaço para uma continuação em outras séries. Sabe o que eu acho? Queria ser a Cassandra Clare. Queria mesmo.  COMO ESSA MULHER PRODUZ, MINHA GENTE.

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Cidade do Fogo Celestial
Cassandra Clare
Editora Record

 

 

 

 

Quatro, de Veronica Roth

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Eu comecei a série Divergente esse ano, quando soube que o filme seria lançado, meio que resistindo ainda porque não gosto muito de ler aquilo que todos estão lendo, me incomoda, os fãs costumam ser agressivos porque é como se houvesse uma disputa de quem conhece mais… Mas enfim, eu arrisquei. AINDA BEM.

Ainda bem, porque eu me apaixonei por Tris e, sobretudo, por Quatro. Devorei as histórias, fui à fan conference no México, apertei os protagonistas, vi o filme várias vezes. E, quando achei que deveria ficar triste por ver o final da série, descobri que Veronica lançaria um spin off que conta histórias sobre… Isso mesmo: Quatro! O meu queridinho.

O livro “QUATRO: Histórias da série Divergente” acontece dois anos antes da escolha de Tris, no primeiro livro, e conta quando Tobias, filho de um dos líderes da Abnegação, resolve se transferir para a Audácia e abre mão até mesmo de seu nome para poder viver uma vida nova, sem o assombro do passado. É tentador conhece-lo, porque ele é um dos personagens mais cativantes da série – e também um dos mais enigmáticos, mais discretos e imprevisíveis. Apesar dessa carcaça toda de homem sério, ele é extremamente sensível e preocupado. Com QUATRO, temos ainda mais forte a sensação de que ele realmente vai se “humanizando” ao longo da série – passando de um rapaz cheio de raiva, que não sabe muito bem como lidar com sentimentos bons, para um homem que sabe quem é e o que quer, e que ama como pode.

A gente descobre também como ele se apaixonou por Tris – e fica ainda mais encantada. Então, sinceramente, apesar de muitas coisas já serem conhecidas por nós nos outros livros e muito pouco ser revelado em Quatro, o ponto de vista do livro e a volta ao passado valem a leitura – que é bem rápida, por sinal.

Afinal, a gente não tem mais perspectiva de encontrar o Quatro em novas aventuras tão cedo por aí… :(

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QUATRO: Histórias da série Divergente
Veronica Roth
Editora Rocco [ Twitter | Facebook ]

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Por uma vida mais minimalista

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Tenho tomado muitas decisões ultimamente – apertado muitos nós e cortado muitas pontas soltas pra começar 2015 zero bala, apenas esperando pelas coisas boas acontecerem, pelas chances que eu vou alcançar e agarrar.

Numa dessas, e numa conversa muito produtiva com meu melhor amigo, fui apresentada ao The Minimalists, e ele clareou minha cabeça pra muitas coisas. Vou começar explicando pra vocês, com as palavras de Joshua e Ryan (que escrevem no blog), o que é minimalismo:

“Minimalismo é um estilo de vida que ajuda as pessoas a questionarem quais as coisas que adicionam valor a suas vidas. Livrando-se do tumulto no caminho da vida, todos nós podemos abrir espaço para os aspectos mais importantes dela: saúde, relacionamentos, paixões, crescimento e contribuição.”

É, em menos palavras ainda, saber o que importa.

Não canso de dizer que minha prioridade na vida sempre foi fazer o que me faz feliz, e por enquanto eu ainda não penso no sentido monetário disso –talvez, mais pra frente, se eu constituir uma família, esse pensamento pode ou mudar ou ser passado para meus herdeiros–, e eu realmente tento não pensar muito nisso.

Vale a pena me acomodar em um lugar que me paga bem se não me faz feliz? Considerar que não, não vale a pena, hoje em dia pode ser bem perigoso e até representar um retrocesso aos olhos de alguns, já que o custo de vida em uma cidade como a minha –São Paulo– é bem alto, como você pode imaginar.

Parece clichê e bem “um conto de Natal” dizer que o que levou Joshua e Ryan a procurarem viver mais com menos coisas foi o fato de eles terem muitas coisas materiais e ainda assim sentirem o vazio onde deveria estar aquele sentimento de felicidade, mas foi exatamente isso. Os dois largaram, em 2011, os cargos que possuíam nas empresas onde trabalhavam para dedicar-se a uma vida mais minimalista.

Eu sei o que você deve estar pensando. Que esses dois não têm esposas ou filhos pra pensar, e que se eles tivessem provavelmente essa decisão nunca tivesse sido tomada. E você talvez esteja certo. Assumindo que Joshua e Ryan queiram achar alguém e começar uma família –precisamos aceitar que algumas pessoas simplesmente não querem e são muito felizes assim, obrigada–, a busca pelo minimalismo faz a coisa toda fazer ainda mais sentido.

Vejam bem. De tempos em tempos eu passo por um momento onde eu lembro de uma música que eu gostava muito tempos atrás e entro em um ciclo de ouví-la 24 horas por dia. Nesse momento, essa música é Doo Wop (That Thing), da Lauryn Hill (maravilhosa), e nela há uma frase que eu gosto muito: “baby girl, respect is just a minimum”. Embora essa frase queira se referir ao respeito que um parceiro deve ter com relação a você, também pode significar o respeito que você deve ter consigo mesmo. É só depois de respeitar e amar a nós mesmos que conseguimos amar e respeitar uma outra pessoa.

Hoje os dois são escritores bem sucedidos, e continuam vivendo sua busca. Muita gente confunde o minimalismo com ser franciscano, com abdicar de todos os seus bens materiais e viver em uma cabana, mas não é bem isso –muito embora Josh e Ryan tenham sim vivido em uma cabana por um tempo (haha).

Buscar o minimalismo é perguntar-se o que agrega valor ao seu camarote a sua vida, e jogar fora/descartar o que não faz mais sentido, o que é peso desnecessário, o que te põe pra baixo e o impede de preencher o lugar onde a felicidade deveria estar.

Você não precisa doar todas as suas coisas, e não precisa esperar até os 30 anos, você não precisa ser libertino –isso não quer dizer que você não possa fazer tudo isso. O seu único compromisso é olhar para trás e perguntar a si mesmo: é isso mesmo que eu quero deixar no mundo? É assim que eu quero pintar as minhas páginas nessa história maluca?

É isso que está me fazendo feliz?

Se não for, amigo, não se desespere. Seja muito bem-vindo, vamos ser felizes juntos.

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Você é tão forte quanto seu próximo passo

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Leia ouvindo: Lost Stars – Adam Levine

É preciso muita coragem pra seguir em frente com a vida, seja em qualquer ponto dela: depois de um término de namoro, depois de sair de um emprego, depois de terminar a faculdade e, admita, até mesmo depois de levantar da cama.

Foi nessa vibe de tomar decisões para seguir em frente que eu assisti Begin Again, um filme com Adam Levine, Keira Knightley, James Corden e Mark Ruffalo onde os personagens têm que fazer exatamente aquilo que o título sugere: começar de novo, de um ponto de suas vidas onde as coisas viraram de cabeça para baixo.

É bem natural que, nessas situações, você encontre pessoas que não estão em um ponto tão crítico de suas vidas e só querem um novo começo mais significativo que pular sete ondinhas na praia no ano novo – não julgando quem faz isso, inclusive acho ótimo –, e automaticamente acha que as coisas erradas na sua vida são culpa sua, e eu digo isso por experiência própria, já que “mas se eu não tivesse…” foi o começo de muitas frases minhas esse 2014.

Demora um tempo pra perceber que tá tudo bem fazer escolhas na vida que nem sempre vão apontar para o caminho mais aceito pela sociedade e sim para o caminho mais aceito pelo seu coração, e seguir com isso.

No filme, vemos uma garota que acabou de ser traída pelo namorado famoso gravar um disco em um estúdio ao ar livre –a cidade–, disco esse a ser produzido por um profissional alcoólatra e perdido na vida que acabou de ser tirado de seu cargo importante. Às vezes as pessoas mais improváveis nos ajudam a juntar nossos cacos, que amigos de verdade estão sempre ali não importa quantos quilômetros um do outro vocês estejam separados, e que você nunca sabe do que é mesmo capaz a não ser que seja colocado a prova.

Você não precisa, entretanto, fazer todas essas coisas. Você só precisa dar o próximo passo.

Estudos (feitos pela Universidade de Auto-Sabotagem da Duds, muito verdadeiros e confiáveis) comprovam que tudo que você já viveu na vida afeta sua percepção sobre o mundo. Isso faz com que você seja muito mais seletivo na hora de encarar uma nova aventura –seja uma música que tocou na hora que você considerou um sinal, seja um nome em comum, seja um lugar em comum, seja um sentimento em comum. Talvez seja por isso que tenhamos tanto medo de começar de novo, e achamos que não somos tão fortes assim. É uma auto-sabotagem mais comum do que dá pra imaginar. E não deveria ser assim.

O importante é saber que você é sim tão forte quanto seu próximo passo, e que tudo bem olhar pra trás – “don’t you dare let out best memories bring you sorrow”, como na música – com certa felicidade. Saiba que esses momentos (e os ruins) fizeram de você o que você é hoje. Orgulhe-se disso, e siga em frente.

Talvez você seja só uma estrela perdida tentando acender uma luz nessa escuridão. Como eu.

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Quantos minutos passamos não fazendo

Eu ainda trabalhava no meu antigo estágio quando conheci o trabalho da Alyson Provax. Ela é uma designer de Portland, nos Estados Unidos, e o seu trabalho gira em torno de um tema diferente: o tempo.

A maioria dos seus ensaios fala disso, do tempo, e todos eles têm um ~quê~ da física, do sublime, e do que ela chama de everyday phenomena. Todos os ensaios são lindos, mas hoje eu resolvi falar de um em específico (claro): o Time Wasting Experiment, que é, em tradução literal, um experimento sobre o tempo perdido.

Todos nós já paramos pra pensar no tempo que perdemos indo de um lugar a outro, esperando o ônibus, escrevendo um post, fazendo um trabalho, e até coisas ruins, como quando vamos ao cinema e falamos que aquele filme teve “duas horas que eu jamais vou recuperar”, certo?

Mas e o tempo que nós perdemos não dizendo alguma coisa, guardando pra si? Você já parou pra contar? A Alyson já.

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Nesse ensaio, que você pode ver inteiro aqui, ela conta em minutos quanto tempo nós passamos fazendo coisas importantes como planos impossíveis, discutindo sobre uma causa perdida e até mesmo evitando a tristeza.

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Pode parecer bem simples, mas o trabalho dela levanta uma série de questões sobre nós mesmos. Eu mesma passei por todas as frases e foi difícil não me identificar com boa parte delas. Não te faz pensar quanto tempo nós perdemos não fazendo coisas que são realmente importantes ou fazendo coisas que só vão nos fazer mal?

Por exemplo: em um dos “cards” está 52 minutos temendo a falha, adiando o começo. Me faz pensar quantas vezes eu mesma fiz isso. Quantas vezes eu parei um post, um desenho, um projeto no meio do caminho por achar que eu não era capaz o suficiente? Outro diz 53 minutos ansiosamente esperando para falar, perdendo oportunidades.

No maior estilo carpe diem, Alyson nos faz refletir sobre a própria vida, e o nosso próprio tempo: nessa brincadeira de dois cards que eu escolhi para usar de exemplo, já perdi 1 hora e 48 minutos.
É impressionante como nós perdemos tempo real hesitando e tendo dúvida de nós mesmos assim como perdemos tempo executando coisas, e, assim como naquele filme onde nós perdemos duas horas, também perdemos 49 minutos evitando nossos sentimentos.

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Então fica aqui um convite: não passe 7 minutos em um pânico desnecessário. Nós perdemos tempo real não vivendo ou vivendo as coisas erradas (e por “coisas erradas” eu quero dizer “coisas que não fazem bem pra você”). Você deveria um dia gastar tempo olhando pra trás e vendo as coisas que você fez e não as que não fez.

Se abra para o mundo, você tem tempo!

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3 lições para aprender com Nick Miller

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Quem me conhece sabe que Nick Miller, de New Girl, é meu personagem favorito de todos os tempos – um lugar durante muito tempo ocupado por Ted Mosby, de How I Met Your Mother. Substituí-lo foi uma decisão importantíssima.

Sempre que eu comento que ele é meu personagem favorito, no entanto, muita gente vem me perguntar por quê. E isso é bem compreensível, já que comparado à Jess e Schmidt, por exemplo, pode parecer que Nick tem a amplitude emocional de uma colher de chá, mas não é bem assim.

Então eu juntei três coisas:

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E resolvi fazer uma lista com 3 lições que Nick Miller nos ensinou nesses 3 anos que a série está no ar.

#1 – Escolha aquilo que te faz mais feliz, e faça

Vale pra todas as coisas da vida, mas aqui especificamente, fala sobre profissões. Em “Clavado En Un Bar”, os personagens principais falam sobre como viraram o que viraram na vida. Todos nós sempre quisemos saber por que Nick foi de advogado a barman, e a resposta de Nick é bem clara: ele gostava mais. Ele passou na faculdade de direito, e passou no exame para bartender. Ele não desistiu de Direito para ser bartender, ele escolheu: “I wanted to prove to myself that I dropped out of law school because I wanted to be a bartender, not because I couldn’t be a lawyer.”

#2 – Às vezes é difícil realizar seus sonhos

Mesmo que sua vida gire em torno de um sonho maluco, lute para realizá-lo. Nick passou grande parte da primeira temporada esforçando-se para escrever um romance zumbi, e nem sempre teve dias bons. Algumas vezes, enquanto trabalha nos seus sonhos você vai se sentir meio…

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Mas não desista! Pode demorar bastante, mas quando você finalmente terminar, vai sentir-se realizado, porque não importa o tamanho do seu sonhos pras outras pessoas, e sim o que eles importam pra você.

#3 – Tudo bem estar na fossa, mas tente não estar sozinho

Vivemos também num mundo onde estar na fossa é quase sinônimo de fraqueza, e, ao terminar um namoro, entre muitos “ele/ela não te merecia”, colocam na nossa cabeça que o mais certo essas horas é engolir o choro e esquecer. Bom, eu e New Girl dizemos que não. Se você não chorar agora, acredite, você vai chorar mais tarde e será pior.
Em Table 34, quando Jess diz que só queria estar sozinha, Nick apesar de seus sentimentos por ela faz o que faria um bom amigo: ele acha aquilo tudo muito justo e apenas dança uma música da Taylor Swift. É importantíssimo curtir seu momento de tristeza, mas lembre-se que você talvez não precise passar por isso sozinho.

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