Tenha um mantra só seu

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Eu acredito que todo ano seja um livro que você vai escrevendo dia após dia, afinal quando se vive pensando no futuro o presente passa perigosamente rápido e às vezes você nem percebe o que aconteceu.

É essa justificativa que eu uso pra dizer que projetos anuais podem ser começados ao longo de todo o ano, já que nunca é tarde pra inspirar a si mesmo.

Em 2013, Demi Lovato lançou o livro Staying Strong, uma compilação de frases seguidas de uma reflexão dela mesma que ela foi juntando enquanto estava em reabilitação, pequenos trechos que a mantiveram forte e lutando. Cada dia tem uma mensagem, uma reflexão e, por fim, um objetivo para aquele dia. É uma dessas mensagens que eu vou compartilhar aqui, e por acaso é a do dia 1 de janeiro.

A anotação desse dia diz que ela sentiu a necessidade de criar um mantra só seu. O que me fez pensar na ideia de mantra que eu aprendi a acreditar depois que comecei a praticar yôga, há mais de um ano. Minha filosofia diz que os mantras “têm a finalidade de desesclerosar os canais para que o prána (bioenergia) possa circular”, isso quer dizer, em uma explicação bem simples mesmo, que vocalizando os mantras do yôga você libera seus canais de energia, fazendo com que só a energia positiva circule, aquela que vai te fazer bem.

Vivemos em um mundo onde coisas maldosas são ditas a nós dia após dia, e apesar de aprender a lidar com esse tipo de coisa, as palavras são as armas que mais nos machucam, e é por isso que devemos lutar de volta usando a mesma arma, só que em sua versão “do bem”.

Escolha uma frase, um mantra, e todos os dias a partir de hoje sempre que você se olhar no espelho ou passar por uma experiência ruim, repita-a a si mesmo. Quantas vezes forem necessárias. Escreva nos cadernos, use de papel de parede, faça uma tatuagem, coloque-a numa canção.

Use as palavras como uma âncora, pra que você tenha a força de seguir em frente e se sinta melhor, sempre.

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Mixtape: as melhores power ballads de todos os tempos

Mixtape: as melhores power ballads de todos os tempos

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Nenhum gênero afeta o nosso comportamento como as Power Ballads. Uma boa power ballad te faz fechar os olhos, jogar os braços para o alto com um isqueiro na mão, cantar o refrão segurando a camiseta no lugar do coração e pensando em alguém do passado, presente ou futuro de sua vida amorosa.

Power ballads do pop e do rock unem pessoas, estourando nas paradas e se tornando quase inescapáveis, nos juntando no nosso denominador comum – as nossas dores de cotovelo. A cena que exemplifica o efeito dessas músicas está em Parks and Recreation, neste momento peculiar de união entre as duas rivais April e Ann, sob o comando de uma música de Cyndi Lauper.

Veja aqui: http://www.youtube.com/watch?v=RQ_ac5f2wqQ

Recentemente uma série de vídeos homenageando Celine Dion na Broadway surgiram por aí (com destaque para o ator de Smash Jeremy Jordan cantando It’s all coming back to me now) e meu amor pelas Power Ballads ressurgiu. Convidei então vários amigos (inclusive as colegas de Indiretas do Bem) para a produção de uma mixtape com as melhores baladas de ontem e até mesmo dos dias de hoje (apesar de que a cada ano o gênero perde força).

Se você cola o seu ouvido na janela em um dia chuvoso, reza a lenda que uma das composições de Diane Warren (compositora de clássicos de Celine Dion, Aerosmith, Toni Braxton, Christina Aguilera e Cher) começa a tocar. OK, talvez eu tenha inventado essa lenda. Talvez não. De qualquer maneira, é mais fácil ouví-las nessa época de crise hídrica e verão agitado no Brasil colocando essa mixtape para tocar.


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Gente que faz a diferença na nossa vida <3

Gente que faz a diferença na nossa vida <3

Uma das coisas mais legais da internet é poder conhecer gente nova e tudo que andam criando por aí. Por conta do blog nós recebemos muitos emails e mensagens de projetos que tem a nossa cara e que deveríamos conhecer – eu sei que nem sempre a gente consegue responder todo mundo, mas lemos todos os emails com muito carinho <3

Foi em uma dessas que nós conhecemos a Gabi Marmo, uma menina de 20 anos com um blog bem especial: a Gabi é portadora de paralisia leve mas ao contrário do que muita gente pensa, leva uma vida como qualquer outra menina e escreve sobre isso no Uma Garota Especial.

Dentro do blog, além dos assuntos sobre beleza, entretenimento, cinema e tudo mais que a Gabi curte, ela fala também sobre o dia a dia de uma menina especial e como a ONG CIASPE, da qual participa, muda a vida de tantas pessoas como ela.

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Para quem não conhece, a CIASPE (Centro de Inclusão e Assistência a Pessoas com Necessidades Especiais) é uma ONG de Indaiatuba (SP) que auxilia desde bebês até adultos especiais com aulas e atividades com foco na inclusão social como aulas de pintura, artesanato, reciclagem, culinária, bazar, passeios em grupos e muito outros.

Como a ONG vive de doações e patrocinadores, a Gabi procurar toda a ajuda possível para divulgar seu blog e assim fazer com que a CIASPE cresça e possa ajuda ainda mais pessoas! Tudo é feito com muito amor e dedicação, e essa força da Gabi nos enche de inspiração para espalhar ainda mais positividade por aí <3

“Quero mostrar que ser especial não significa que eu seja diferente dos outros. Significa que todos nós podemos nos adaptar a nossa vida, uns com mais facilidade, outros com menos, mas me considero igual a todos que conheço e que convivem ou não comigo.” conta a Gabi no blog.

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Para conhecer um pouquinho mais do trabalho da CIASPE é só entrar aqui!

Não deixa de entrar no blog da Gabi e curtir o seu Facebook :)

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Spice up your life – relembrando a era de ouro das Spice Girls

“She’s a power girl
In a ninties world
And she knows just what to do”

Se o Netflix tem uma real utilidade (além de nos prender em nossas casas por dias, impedindo a nossa produção de vitamina D e causando problemas relacionados ao sedentarismo) essa função é nos dar opções de entretenimento para qualquer momento de tédio e qualquer estado de espírito. A principal consequência dessa liberdade toda para escolher dentre tantas opções é, principalmente, a demora em qualquer escolha (pode confessar que você já perdeu o tempo que tinha para ver um filme escolhendo um filme). Mas existe outra consequência: você acaba assistindo coisas que, se não estivessem lá, a um clique de distância, você NUNCA assistiria. Isso aconteceu comigo ontem, quando, em uma única hora livre que eu tive durante a noite, eu encaixei o documentário Viva Forever!, feito pela BBC, sobre elas mesmas: AS SPICE GIRLS.

Se você é uma mulher e está na faixa dos 20 aos 30 anos elas fizeram, muito provavelmente, parte da sua vida (e é claro, fizeram também parte da vida de vários homens e pessoas de outras idades). Como elas foram importantes nas nossas vidas? Vamos a uma pequena lista:

1. Você conseguia se ver em uma delas – e ver alguém que é como você arrasando em um palco é TUDO.

Nada é mais mágico para a autoestima do que representação e identificação. Cada aparição das Spice era um momento de perceber que você também podia ser grande, e o dia seguinte no colégio era o dia de definir quem da turma era qual Spice (com muito orgulho, anuncio que sempre fui a Melanie C dentre minhas amigas).

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2. O Girl Power delas era consciente do passado…

As Spice Girls incorporaram muito do burburinho feminista dos anos 90, da era que começou com tantas bandas de rock formadas por garotas nos EUA e das cantoras-compositoras do mesmo país, mas transformou isso tudo em pop que você podia dançar. Mas o melhor exemplo desse senso de história das Spice está na épica The Lady is a Vamp, em que as britânicas passam por séculos e séculos de ícones femininos para, no final, se colocarem nesse mesmo panteão.

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3. … mas tinha os pés bem firmes no futuro.

Até hoje é raro encontrarmos hits pop com conteúdo tão GIRL POWER nas paradas – coisa que era comum na era em que as Spice, e outras bandas como TLC e Destiny’s Child reinavam. As letras de faixas como Do It e Too Much são incríveis e relevantes até hoje.

As Spice Girls tiraram o grupo vocal feminino da posição de backing vocals ou produtos organizados por gravadoras e geraram inúmeras outras bandas que vieram em seus calcanhares, como The Saturdays, The Pippettes e Girls Aloud.

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4. Elas escreviam suas próprias músicas, com temas pessoais

Você sabia que Stop e Too Much são músicas escritas pelas garotas sobre o excesso de fama e o desejo por privacidade? Essa é uma das coisas que aprendi com o tal documentário da BBC. As letras escritas pelo grupo cercam temas como amizade, ambição e amor. As Spice não só compunham suas músicas como também escolhiam o empresário da banda e comandavam várias de suas decisões de carreira.

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5. A amizade era, e é, real

Essa é a maior lição do documentário para uma velha fã como eu. A emotividade de todas (sim inclusive de Vic Beckham) ao contar o passado da banda (no Fiat Uno velho de Geri), a separação e os momentos mais sombrios de sua trajetória mostra que Wannabe não era uma música geral (e falsa) sobre amizade.

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Uma tattoo por uma vida melhor

Eu sempre gosto de falar o quanto a vida é uma coisa maluca cheia de idas e vindas do destino e que ela é feita de pequenos momentos. O que a gente também às vezes esquece é que ela é feita de pequenos atos, como o do tatuador Miro Dantas.

Além do trabalho em tatoos que é maravilhoso, delicado e forte na medida certa –que você pode ver no site dele clicando aqui–, Miro também trabalha com pintura a óleo realista, encomendas em aquarela e um dos projetos mais bonitos dos últimos meses: o “Uma tattoo por uma vida melhor”.

O projeto foi idealizado por Miro, que tatua há mais de 20 anos, olhando para um público que infelizmente tem crescido bastante de uns tempos pra cá: o das mulheres que passaram pelo processo de mastectomia, ou seja, que tiveram uma mama –ou as duas– removidas total ou parcialmente como parte do tratamento do câncer de mama.

Um procedimento como esse pode retirar o tumor mas deixa marcas não só físicas como psicológicas, e muitas mulheres sentem-se incrivelmente afetadas por isso. Processos cirúrgicos como esse, apesar de serem feitos para o bem da paciente e seja em grande esmagadora maioria muito bem sucedido, ferem a autoestima de muitas mulheres que olham para si e sentem, no visual e na autoestima, que lhes falta um pedaço.

Depois de atender várias mulheres que acharam na tattoo uma forma de recuperar sua autoestima e que saíram de seu estúdio mais leves e tirando algo de muito positivo de sua situação, Miro decidiu que queria fazer mais pelas mulheres, e comprometeu-se a doar uma tatuagem por mês para a mulher que quiser adicionar beleza, delicadeza, feminilidade e empoderamento na área na qual a cirurgia foi feita.

Foto: Facebook do Miro

Foto: Facebook do Miro

A agenda do Miro permite que ele doe apenas uma tattoo por mês, mas ele diz que faz com muito prazer, e a gente acredita que não tenha mesmo nada mais prazeiroso do que contribuir com o bem-estar de alguém que tá realmente precisando. Conhece uma mulher que já passou por esse procedimento e que esteja interessada em colorir a vida? Procure o Miro no e-mail mirodantas2009@gmail.com.

Projetos como o de Miro não só aquecem nosso coração mas também fazem com que a gente olhe com mais atenção para aquilo que está nos deixando pra baixo e que nós sempre podemos fazer alguma coisa que nos faça melhor.

Mais do que superar as complicações de uma cirurgia tão delicada, o “Uma tattoo para uma vida melhor” mostra que colorir a vida ainda é uma das melhores soluções para colocar um sorriso no rosto e nos ajudar a seguir em frente.

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No dia de Martin Luther King, pense: com que mundo você sonha?

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Se o racismo e a intolerância não tivessem calado sua voz esperançosa, Martin Luther King Jr. completaria nesta semana 86 anos de vida. Mas um rifle e uma ideologia tentaram desconstruir todo o seu discurso de paz em 1968, e o vencedor do Prêmio Nobel da Paz e defensor dos Direitos Civis foi assassinado aos 39 anos. O aniversário de MLK é comemorado até hoje nos EUA, como o Dia de Luther King Jr., sempre na terceira segunda feira de janeiro, logo, hoje.

Martin Luther King Jr. disse seu mais belo discurso aos pés do monumento a Lincoln na cidade de Washington, um discurso cujo título pessoas de todas as nacionalidades conhecem. O célebre “Eu tenho um sonho”. Todos conhecem, mas você já o ouviu na íntegra? Vamos lá:

Neste dia de MLK, direciono a vocês uma pergunta: com que mundo você sonha? Vivemos, é claro, em uma sociedade melhor e mais igualitária que Luther King Jr. conheceu no sul dos EUA durante a década de 50 e 60, mas ainda somos cercados por racismo, xenofobia e preconceitos mil.

O dia de MLK é um dia para reflexão, mas Martin Luther King não era um homem que apenas refletia. Como você pode FAZER o mundo se aproximar mais do mundo ideal? Tudo é válido, de um posicionamento nas redes sociais, conversas com seus amigos, até um trabalho voluntário prático nas ruas de sua cidade.

Sonhamos quando dormimos, mas esses sonhos se realizam apenas quando acordamos!

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#100diasdobem – Semanas 1 e 2

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Estamos atrasadas, eu sei! Mas é que assim, euzinha (Ari, pros leigo) atrasei minha parte das fotos. Não fiz muito do livro, estava cheia de coisas e… O CALOR. Daí a Jess mandou tudo pra eu publicar e o que fiz? Adiei eternamente. PERDOA GENTE. Semana que vem os posts entram direitinho. <3

Semanas da Ari

Página 167

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Eu não tinha como começar o o livro de outro lugar. Mesmo sabendo que essa página não é de fato pra interagir, ela é a minha favorita. A que mais diz algo sobre mim. Apesar de ter sido uma das últimas a entrar no projeto, é algo que pratico todos os dias, cegamente. E que até me coloca em ciladas às vezes, mas na real me faz super bem. A única certeza que tenho é a de que quero seguir ouvindo meu coração. Então gosto de fazer essas pausas no meu dia para lembrar disso.

Páginas 22 e 23

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Eu vivo de inspiração. Tudo que consumo ao longo dos meus dias é de certa forma também o que me inspira. Por isso o caos tão grande nessa página: eu ia lembrando de mais e mais e mais e mais e…

Página 45

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Essa página foi mais fácil de fazer depois que eu gravei a tag Minha História em 10 músicas – rolou todo um exercício de desapego, de “isso não é definitivo “ e tudo o mais. Aproveitei pra me divertir com minhas lembranças mais excêntricas! HAHAHA

Páginas 112 e 113

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Meu pai ouvia MUITO Raul Seixas quando eu era criança. Lembro que ele tinha umas fitas do Raul em casa, umas no fusquinha azul da minha mãe e outras ainda no gurgel branco dele. Todo lugar em que íamos tocava e eu ADORAVA. Apesar de me divertir muito toda vez que tocava “o diabo é o pai do rock” (eu achava muito subversivo um cara que falava diabo tantas vezes numa música, em casa era proibido!), a minha favorita era “eu sou a mosca” – porque eu ODEIO DESDE SEMPRE TODAS AS MOSCAS DO MUNDO e a música meio que me fazia sentir com razão. :P

E essa coisa de lembrar os momentos da vida? Fiquei com medo de descrever demais as respostas e alguém encontrar o livro. VAI QUE EU ME ENTREGO?

Páginas 124 e 125

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Acho que todo mundo sabe que eu sou a doida das paixonites, né? Pois então. Abri o livro numa página aleatória e ela pedia pra que eu desenhasse o último sonho de que tinha lembrança. Eu tenho muita facilidade em lembrar dos sonhos – sonho muito, quase todos os dias. Então foi fichinha. Tinha sonhado um monte na noite anterior com um crush super especial e me diverti desenhando isso! Ufa, ainda bem que não foi um sonho premonitório ou ruim, já pensou? Ia ficar chateada. hahaha

Página 135

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Meus filmes favoritos são extremamente clichês, não tem nem graça publicar. Mas vai que, né? :(

Página 93

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Domingo, aquela vontade louca de… Assistir Os Goonies! Sim, apesar de não estar na lista, é um dos meus filmes favoritos. Não sei lidar com o tamanho do meu amor pelo Sloth. Cho-co-laaa-te HAHAHA

Páginas 24 e 25

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Tem tantos assuntos pelos quais me interesso! Por isso é tão bom poder trabalhar com o Indiretas. Eu desenvolvo meu interesse e minha paixão por eles diariamente. E, pra coroar com alegria tudo isso, deixei um espacinho em branco – garantindo que sempre cabe um interesse novo no meu livro – e no meu coraçãozinho.

Semanas da Jess

Páginas 22 e 23

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Claro que cada página anda sendo um desafio pra mim. Acho minha letra feia, que eu sempre poderia escrever melhor depois e que definitivamente não tenho o menor dom pra desenhar. Ah como eu gostava de viver na ignorância do crtl+c/crtl+v e não ficar pensando: “se eu pudesse só voltar esse tiquinho aquiii”. Mas juro que tô tentando desapegar disso! Das coisas que mais me inspiram, de maneira geral, são pessoas: minha família, amigos, escritores, artistas, a criatividade alheia na internet, enfim, tudo que é criado ou dito por alguém que admiro é uma inspiração diária. Mas além de tudo isso, ando descobrindo a maior inspiração de todas, aquela que vem de dentro – seja na minha busca pela felicidade plena ou pelos simples momentos de reflexão quando saio pra correr no parque. Sim, eu ando descobrindo um pouquinho mais de mim mesma e tô amando cada segundo disso tudo.

Páginas 24 e 25

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Me inspirei naqueles assuntos que me fazem querer começar a falar sobre e nunca mais parar. É muito legal quando você descobre que algum amigo tem um gosto igual ao seu sobre algo que vocês nunca conversaram antes. Ou então quando você conhece alguém na internet por um assunto em comum e vocês viram melhores amigos. Acho lindo como certas coisas são universais e podem existir pessoas que conversem sobre algo aqui no Brasil até na China.

Página 27

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Queria desenhar um sabor de limão, outro de menta com chocolate, outro de frutas vermelhas e mais uma calda liinda, mas achei que eu deveria ser mais minimalista haha! Amo sorvete de todo jeito e nesse calor dá vontade de viver só disso <3

Páginas 34 e 35

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Essa é uma das minhas páginas preferidas do livro. Quando comecei a desenhar cada página por aqui não esperava que fosse curtir tanto, mas mais do que isso, que eu fosse realmente deixar o celular de lado. A gente acaba assistindo tanto a vida pela tela do celular que se esquece de vivê-la ao vivo, mas só quando paramos pra reparar é que percebemos o quanto a vida lá fora faz falta.

Página 104

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Comecei as escrever as coisas e percebi que minha infância foi repleta de coisas marcantes que nem cabiam nos espacinhos: boybands, coreografias maravilhosas, grupos de pagode com mil integrantes, Gameboy, Nintendo 64, Sonic, Mario, malhação, Hugo, Chaves, Chapolim e por aí vai! Eu amo os anos 90 e ainda mais de ter curtido a minha infância nessa época cheia de boas memórias e nostalgia <3

Página 91

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Essa é a minha página preferida de todo o livro! Eu gosto muito de dinossauros e de inventar histórias por aí, então é a combinação perfeita! Por alguma razão sempre achei que FRED era o melhor nome possível para um dinossauro.

Páginas 86 e 87

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Tudo bem que não usei muitas cores, mas pensei na maneira de transmitir minha personalidade dentro desse espaço e realmente não sou fã do arco iris inteiro, mas aquelas poucas e boas que fazem sentido dentro da imagem. Minha cor preferida é o vermelho puxado pro vinho, então quis deixar só essa referência na imagem. Os traços foram criados aleatoriamente. Gosto de setas, triângulos e pontas retas, então fui trabalhando dentro disso e saiu essa página: toda tortinha, cheia de imperfeições, mas a minha cara! :)

Página 68

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Quando eu penso em planos malucos a primeira coisa que vem à minha mente é: ir pro aeroporto e falar: quero uma passagem de ida para o próximo voo, não importa o destino! Eu morro de vontade de fazer isso mas sei que é BEM loucura e não dá pra entrar numa dessas e ir parar no Alasca HAHAHA! Fiquei pensando muito em coisas malucas que eu gostaria de fazer e percebi que isso é muito mais difícil do que eu imaginava! Entre as coisas que mais me empolga em colocar em prática é a tatuagem por impulso (claro que não vou desenhar nada muito absurdo que eu vá me arrepender haha).

Páginas 66 e 67

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Ainda não viajei muito pra fora do Brasil então quero conhecer MUITOS lugares! Viajar é como ter um bichinho que vive dentro da gente, só esperando começar a arrumar a mala pra aparecer e nunca mais sumir. Te juro! Quero conhecer Nova York, New Orleans, Europa (meu sonho), Tailândia, Egito, Austrália e mais um monte de lugar aqui do Brasil mesmo como o sul e o norte que ainda não consegui visitar como eu gostaria.

Páginas 36 e 37

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Essa é mais uma daquelas listas que eu começo e gostaria de ter mais linhas para preencher – o que é maravilhoso e mostra o quanto eu quero viver e realizar sonhos ainda. Um dos meus maiores sonhos é conseguir viajar mais e conhecer outras culturas, assistir shows de bandas que eu amo e aprender coisas diferentes. Outra grande vontade que eu tenho é de aprender a andar de bicicleta. Sim, tenho 25 anos e nunca aprendi hahaha, ninguém acredita!

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Morar sozinha é ter minha mãe ligando todos os dias perguntando se eu tô bem, se preciso de alguma coisa, se comi direitinho, todas essas coisas de mãe. Mas depois que você não vive isso dentro de casa o tempo todo, você começa a dar mais valor e não fica tão irritada como antes. Além disso, cada “vitória” da independência faz com que você queira ligar correndo pra sua mãe pra contar daquele arroz que deu certo, daquela roupa que você conseguiu tirar mancha, todas essas coisinhas que parecem bobas. Por tudo isso, o momento em que ligo pra minha mãe é ainda mais especial: compartilho minha vida com ainda mais alegria, e ela com mais amor ainda em me ouvir crescendo e conquistando um monte de coisa!

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Pelo que você é grato hoje?

Uma coisa que eu quero fazer desde o ano passado é o que os gringos (e os usuários do Tumblr e do Pinterest) têm chamado de Gratitude Jar, que em alguns lugares também aparece como Thanking Box. (a Jess falou sobre algo parecido aqui no blog no ano passado: o potinho de boas lembranças!)

O projeto consiste em pegar um potinho e, a cada dia, anotar em um papelzinho alguma coisa pela qual você foi grata naquele dia. Vale tudo: visita a um amigo, a chegada de um amigo, uma comida gostosa, um sentimento bom ou até mesmo a gratidão a você mesma por ter chegado até ali.

Mas ele nem sempre foi assim. Há algum tempo, antes do projeto ganhar toda essa visibilidade, Elizabeth Gilbert, autora do bestseller Comer, Rezar e Amar, compartilhou em seu site uma experiência que ela já vinha fazendo há alguns anos: a Happiness Jar, ~potinho~ da felicidade em tradução literal. Em maio de 2013 ela explicou em seu blog, em suas palavras: “eu fiz um voto a mim mesma anos atrás de que toda noite eu escreveria em um papel o momento mais feliz do meu dia e o guardaria para sempre.”

A partir daí, muitas pessoas começaram a fazer o mesmo e o projeto foi ganhando variações, até que happiness virou gratitude (o que eu acho, pessoalmente, bem mais fofo) e ao invés de guardar esses momentos para sempre você os lê no final do ano que terminou e recomeça no ano seguinte. Fofo, né?

Esse ano eu vou participar do projeto e essa é a minha gratitude jar (com alguns momentos fofos já, observem <3):

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O ano já começou mas ainda dá tempo de começar esse projeto que é tão lindo e que faz tão bem pra alma. Pra te inspirar, eu separei algumas imagens (do Pinterest, claro), pra você fazer o seu pontinho –e compartilhar com a gente :)

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E aí? Pelo que você é grato no dia de hoje?

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O cinema indie de 2015

Após a categoria dos Blockbusters nessa prévia do ano chegamos na minha categoria favorita, cheia dos pequenos grandes filmes que podem surpreender e se transformarem, enfim, nos destaques do seu ano. São filmes para os quais você pode dar uma chance em um domingo de tédio, ou pode se entusiasmar por algum membro de elenco que está nas suas séries favoritas, e no fim das contas podem se tornar parte integrante dos seus filmes favoritos. Esses são os principais lançamentos do circuito independente do ano que começa agora.

Mistress America

Por que esse filme está no topo da minha lista? A explicação é bem simples: esse é o sucessor de Frances Ha, um dos meus filmes favoritos dos últimos anos. Se você viu Frances Ha, você sabe que a parceria entre a atriz Greta Gerwig e o diretor Noah Baumbach deu muito certo, e que mais um filme nascido dessa parceria é uma ótima notícia (dessa vez, com a irmã da Jessa de Girls, Lola Kirke, contracenando com Greta). Se você não viu Frances Ha, é a hora. Ele está lá, dando sopa no Netflix.

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Life

Se lembram de quando Robert Pattinson era um ícone adolescente de talento duvidoso que estrelava uma saga que se transformou em uma longa fonte de piadas? Isso está completamente no passado, e o garoto já foi para Cannes, Berlim e todos os festivais com suas parcerias com grandes diretores em filmes como A Caçada e Cosmópolis. Life não só traz Pattinson no papel de um fotógrafo da revista de mesmo nome como traz Dane DeHaan, um dos atores mais interessantes da nova geração, no papel do primeiro e único rebelde adolescente, James Dean. O diretor é o mesmo da biografia excelente do Joy Division chamada Control.

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Ricki and the flash

Jonathan Demme não é um diretor independente de fora-de-circuito. O moço dirigiu hits como O Silêncio dos Inocentes e Filadélfia. Mas seu novo filme segue com o espírito de seu filme estranho, pequeno e maravilhoso chamado O Casamento de Rachel, dessa vez, centrando a trama em uma roqueira envelhecida que tenta se reconectar com sua família. Interpretando a roqueira em questão temos uma atriz desconhecida chamada Meryl Streep, dizem que é bem promissora. No roteiro, Diablo Cody de Juno. Sim, eu também mal consigo me conter.

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Our brand is crisis

O diretor David Gordon Green mistura na sua carreira uns pequenos filmes estranhos como Prince Avalanche e comédias escrachadas como Segurando as Pontas, e dessa vez vai jogar sal em algumas feridas políticas da América do Sul em uma comédia satírica estrelada por Sandra Bullock.

Orgulho, Preconceito e Zumbis

É isso mesmo que o título parece indicar – uma versão da novela clássica de Jane Austen (o livro que me deu todas as noções de romantismo nas quais eu acredito desde os 12 anos de idade), só que com zumbis.

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A escolha perfeita 2

AS BARDEN BELLAS VOLTARAM, avisem os amigos. Um dos melhores hits adolescentes dos últimos anos, o musical estrelado por Anna Kendrick ganha uma sequência com mais música, direção de Elizabeth Banks (ela mesma, a atriz de Jogos Vorazes!) e, espero que sim, mais Fat Amy.

The Lobster

O novo filme do diretor mais insano da Grécia, Lanthimos, é uma escolha estranha para essa lista. Mas o filme, estrelado por Colin Farrell, tem a melhor sinopse que eu já li: um universo pós-apocalíptico em que pessoas são forçadas a escolher o amor de suas vidas em 40 dias em um hotel, e se não encontram ninguém, são transformados em animais e mandados para uma floresta.

Digging for fire/Results

Dois dos maiores diretores do movimento Mumblecore (o movimento que nos deu Girls e sua diretora Lena Dunham) partem agora para filmes com elencos maiores e mais dinheiro no banco. Digging for fire é uma história de amizade com Anna Kendrick, Orlando Bloom e Jake Johnson (de The New Girl), e Results traz outra estrela das séries de TV (Cobie Smulders de How I met your mother) como uma personal trainer das estrelas, competindo com Guy Pearce de Amnésia e Homem de Ferro 3.

Ex-machina/Equals/Chappie

A ficção científica também é indie! O primeiro coloca Domhnall Gleeson (de Harry Potter e Questão de Tempo) e Oscar Isaac (de Inside Llewyn Davis) construindo um robô de altíssima tecnologia em um suspense tenso. Equals traz Kristen Stewart e Nicholas Hoult (de Skins e X-Men) como os únicos humanos sensíveis em uma sociedade em que sentimentos foram literalmente extintos. E para encerrar, Chappie, do diretor de Distrito 9 e Elysium, conta a história de um robô adotado pela dupla Die Antwoord nos subúrbios da África do Sul (e tem o Hugh Jackman no elenco!)

Trainwreck

Judd Apatow volta a direção em uma nova comédia. O roteiro ainda está mantido sob sigilo (foi escrito pela comediante Amy Schumer) mas o elenco, amigos, o elenco… vamos lá, só para começar: Tilda Swinton, Daniel Radcliffe, Ezra Miller, Marisa Tomei, Bill Hader e o jogador da NBA Lebron James. Temos a sua curiosidade?

Sisters

Tina Fey e Amy Poehler, juntas novamente, interpretando irmãs que resolvem organizar uma última festa na casa que herdaram dos pais. Pode confessar, você já se empolgou só quando eu disse “Tina Fey e Amy Poehler”.

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7 sitcoms pra assistir nas férias

Esse recesso eu decidi fazer uma coisa diferente: aproveitei que estava em um momento de ficar na paz, relaxar e aproveitar minha própria companhia pra apenas ficar em casa. Sem viagens pra praia, sem viagens pro interior, sem viagens pra lugar nenhum, apenas eu e minha belíssima cama.

Eu contei tudo isso pra poder chegar no ponto que, às vezes, eu queria só uma série pra descontrair mesmo, pra dar risada sem pensar muito e passar o tempo. Entre todas as séries que eu comecei a ver esse recesso e as que eu já vi e sempre é bom ver de novo, separei 5 que são perfeitas pra esses momentos que você quer só relaxar.

Friends

Por mais que você já tenha visto os episódios mais ou menos cinco vezes cada um –eu sei que você viu, não adianta mentir pra si mesmo!–, é sempre bom revisitar Monica, Chandler, Ross, Rachel, Joey e Phoebe (e porque não o Mike? Paul Rudd = <3), né? Os episódios de Friends são os melhores pra descontrair, seja dando uma boa gargalhada ou chorando com os acontecimentos mais fofinhos.

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How I Met Your Mother

Ted Mosby sempre foi um dos meus personagens favoritos de toda a vida –só perdendo pro Nick Miller, e eu já até contei por que–, então é claro que sempre que eu posso eu revejo um episódio de How I Met Your Mother. Eu amo as mensagens fortes passadas de maneira sutil, as frases auto-ajuda do Ted e as maluquices do Barney e seu bro-code.

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A to Z

Embora tenha entrado na lista das mil séries que a NBC começa e termina no meio do caminho, A to Z é a estreia mais fofinha da fall season de 2014. Protagonizada pelo Ben Feldman, que interpreta o Andrew, e Cristin Millioti –a “mãe”, de How I Met Your Mother– interpretando Zelda, a série conta a história do relacionamento dos dois, de A a Z. Cada episódio é relativo a uma letra do alfabeto e tem tudo que você precisa: os melhores amigos que não sabem lidar e se atrapalham, uma chefe maluca e muita, MUITA água com açúcar <3 Apesar de ter sido cancelada, a NBC vai –pelo menos, né– terminar a temporada de 13 episódios que encomendou. Quem sabe não volta pra terminar as letras, né?

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Brooklyn Nine-Nine

Virou uma das minhas séries favoritas, foi renovada, e anda muito bem, obrigada <3 A série se passa no 99º precinto do Departamento de Polícia de Nova York e é protagonizada pela equipe principal formada pelos detetives Jake Peralta, Amy Santiago, Rosa Diaz, Charles Boyle, Terry Jeffords (interpretado pelo maravilhoso sempre Terry Crews), Norm Scully e Michael Hitchcock que atuam sob os comandos do capitão Raymond Holt e sua assistente Gina Linetti. Todos eles têm uma maluquice e constroem, a partir disso, uma relação de confiança e muitas coisas dando hilariamente errado.

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New Girl

Que espécie de post meu esse seria se não tivesse New Girl na lista? A série, que começou desacreditada, já está em sua quarta temporada e começa quando Jessica Day, uma professora infantil, muda para o apartamento de Coach –que aparece só no piloto e é substituído por Winston, até que volta na quarta temporada–, Schmidt e Nick. A partir daí ela tem que aprender a conviver com três caras –agora quatro– no mesmo apartamento e sobreviver a essa coisa maluca que é: a vida e sua montanha-russa de acontecimentos bizarros.

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Community

Abed Nadir fecha o top 3 de personagens favoritos da Duds, e é um dos personagens principais desse sitcom incrível que ainda tem Jeff, Britta, Troy, Annie, Shirley e Pierce. Seguindo mais ou menos a linha de B99 (e todos os outros sitcoms da vida), cada um tem uma mania esquisita, mas, dessa vez, as coisas acontecem numa faculdade comunitária que tem como reitor Craig Pelton, um gay maravilhoso que cada dia tem uma fantasia diferente, e como ~inimigo~ o Señor Chang, interpretado pelo sempre incrível Ken Jeong.

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Cougar Town

O último sitcom da lista é meio que um crossover com outros dois dessa mesma, e se você conhece Cougar Town sabe do que eu tô falando: essa série é protagonizada pela Courtney Cox (ou Monica Geller-Bing, como você preferir), e tem algumas participações de outros atores do elenco de Friends, e além de tudo ainda é a série favorita do Abed, de Community, que inclusive visita o set de filmagens e organiza uma campanha para a série não ser cancelada, #sixseasonsandamovie. A série gira em torno da Jules, suas crises de meia idade (Courtney/Monica) e as pessoas da sua vida nas mais divertidas e emocionantes situações: seu filho Travis, seu ex-marido Bobby, sua melhor amiga Ellie e o marido Andy, a amiga de trabalho maluquinha Laurie, e o vizinho Grayson.

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Fazendo essa lista eu percebi duas coisas: (1) é MUITO difícil descrever sitcoms às vezes e eu acabo soando meio imbecil (alô, Sessão da Tarde, me contrata!) e (2) não se fazem mais sitcoms como antigamente –e, quando fazem, são cancelados.

Às vezes, quando a vida tá meio difícil e corrida, ou quando a gente só precisa descontrair um pouco, é sempre bom assistir um sitcom, né? Te convenci a dar uma chance para os que você nunca viu? Acha que faltou algum na lista?

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