Três livros para curtir no fim de ano

Três livros para curtir no fim de ano

Eba! Dezembro está chegando, o recesso também, e pra quem ainda não se planejou para o descanso, aí vão três dicas de livros simples e divertidos! Separei nas leituras desse semestre as que foram mais rapidinhas e prazerosas – as mais densas eu vou resenhar individualmente! Segue um vídeo contando melhor deles! :D

Ficou curioso?

Para quem gosta de Romances Adolescentes:

O Condado de Citrus , de John Brandon

Os protagonistas Toby e Shelby vivem uma história incrível e bem contada, concisa, com suspense e uma expressividade psicológica do jeitinho que eu gosto. É uma daquelas leituras que criam identificação porque nos colocam próximos do coração dos personagens. Você ri até nos momentos angustiantes. É amor mesmo. Apesar de, em alguns momentos, os personagens parecerem maduros demais para sua idade… Você nem sempre concorda com o protagonista, mas compreende, sabe?

Para quem gosta de Fantasia:

O Peculiar, de Stefan Bachmann

Sabe aquele livro que você escolhe pela capa? Eu sei, eu faço isso sempre e não é um hábito saudável. Mas os resultados tem sido satisfatórios, poxa! Esse é um steampunk fantástico. A leitura não é das mais simples, exatamente por isso. A narrativa é densa. Os personagens Barthy é cativante, inteligente, vive uma amizade linda e a história se passa num mundo cheio de fadas más, tecnologias doidas, objetos mecânicos e fumaça… Uma dose bem legal de mistério que inclusive vale uma continuação.

Para quem gosta de Contos de Fadas Modernos:

O Livro dos Vilões, de Fábio Yabu, Diana Peterfreund, Carina Rissi e Cecily Von Ziegezar

Vocês já devem ter lido O Livro das Princesas – eu confesso que não li, princesas não me atraem muito. Vilões sim – por isso não resisti quando vi a capa. Além disso, gosto muito do trabalho do Yabu e já me diverti bastante com Gossip Girl, então pelo menos metade da leitura era sorriso garantido. Os contos são #Stepsister – Sobre sapatos e selfies, uma releitura fraquinha de Cinderela pela Cecily. Tem fada madrinha gay, tem gêmeas más fúteis, mas a mensagem não convence muito. Menina Veneno, da Carina Rissi, é uma releitura de Branca de Neve que tenta mostrar um lado da madrasta que não conhecemos. Quanto mais afiado o espinho, da Diana, mostra a vida de uma bruxa adolescente, tentando se encaixar. Convenhamos: não precisa ser bruxa pra sofrer com isso. E por isso ele é tão legal. <3 O melhor é o A Menina e o Lobo, do Yabu. É do tipo que faz a gente rir, suspirar, chorar… Valha-me. Ele tem elementos do reino fantástico e a sua importância na vida dos personagens e da história. É tão legal que eu já separei como presente de Natal!

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O que esperar de Jogos Vorazes – A Esperança?

O Distrito 13 resiste, e o Tordo está vivo. Apenas duas semanas após terminar de ler o livro final da série Jogos Vorazes, fui a uma das sessões de estreia, absolutamente lotada em um shopping, do primeiro filme d’A Esperança. Essas duas semanas (já com o ingresso na mão) foram ocupadas por uma série de audições de Yellow Flicker Beat da Lorde e alguns sonhos que envolviam um arco e flecha e a missão de salvar o mundo.

Então, eu vi o filme, li o livro, e estou aqui para contar para vocês um pouquinho da experiência e quem sabe, inspirar você a fazer o mesmo. Mas o que você deve esperar dessa experiência?

1. A franquia caminha para um fechamento sem nenhum tropeço.

Isso é raro. Até mesmo Harry Potter perdeu o ritmo em alguns dos seus filmes (estou olhando para você, Enigma do Príncipe). Star Wars teve grandes falhas na trilogia moderna. Alguns cinéfilos mais radicais diriam que até mesmo Francis Ford Coppola errou a mão no último capítulo de Godfather. Se a segunda parte de A Esperança mantiver o ritmo, teremos uma franquia impecável nas mãos.

2. Francis Lawrence realmente virou um bom diretor com o tempo.

Lawrence não era respeitado na indústria até herdar de Gary Ross o filme Em Chamas, e se Em Chamas o diretor já mostrou a que veio, neste filme ele realmente impressiona. Sua equipe técnica traz sequências e planos de tirar o fôlego e devastar a alma, incluindo cenas não indicadas pelo livro, exclusivas da versão cinematográfica.

3. Não dá para explicar esse elenco, só sentir.

Elogiar Jennifer Lawrence já se transformou em uma tarefa entediante. O que mais podemos falar sobre essa menina? Ela acerta de novo, conseguindo transmitir o que o livro transmite em narração subjetiva em gestos, olhares e falas. O elenco adulto ganha um destaque merecido neste filme, com momentos excelentes de Julianne Moore e Elizabeth Banks. Não sei vocês, mas todas as vezes que Philip Seymour Hoffman, falecido em 2014, surgia na tela, eu segurava um pouquinho mais de lágrimas.

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4. O uso da música é especial

Se você já leu o livro, você conhece a letra de The Hanging Tree, a música que o pai de Katniss cantava para a garota em chamas quando pequena. A cena que começa com Katniss cantando, acapella, essa música, e a câmera revela os momentos da revolução… difícil até mesmo de escrever sem ficar com os olhos marejados.

5. O momento do corte final é perfeito.

Dividir filmes finais em dois capítulos está na moda, mas a equipe aqui fez esse corte certinho. Como Harry Potter e as Relíquias da Morte, A Esperança é dividido em uma primeira metade lenta e dolorida e uma metade catártica e movimentada.

e por último: é politicamente urgente e vital.

O filme mostra todas as cicatrizes, perdas e efeitos de uma ditadura e de uma revolução. É forte, inclusive, muito forte para seu público alvo, mas nunca foi tão essencial.

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O mundo com os olhos de desenho

Você já se perguntou como seria a aparência de uma cidade mágica que fosse, ao mesmo tempo, moderna e mágica? Você já parou para olhar uma parede ou uma luminária de um jeito diferente? Você já construiu em sua cabeça toda uma civilização inteligente que desenvolveu sua vida usando um pé de frutas? O Johan já.

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O ilustrador sueco levou os devaneios bem longe e transformou isso em um trabalho, e suas incríveis combinações de composição fotográfica –com o celular!– e ilustração fazem com que você aprenda a olhar para as coisas de um jeito diferente.

Apesar do estilo de desenho ser notável, cada trabalho é absolutamente único, e nos faz navegar por paisagens que poderiam ser do cotidiano, paisagens fantásticas, e paisagens que misturam as duas coisas. É como se Johan tivesse todo o mundo a sua disposição para fazer com ele o que bem entendesse.

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A mensagem é clara: é incrível saber que temos o poder de moldar o mundo para enxergá-lo de uma forma mais positiva –mas veja bem, não é mudar, é completar. Cada trabalho tem sua história, seu tratamento, e seu fundo de verdade.

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Gostou do trabalho do Johan? Então acessa o site do moço  e veja mais exemplos do que acontece quando você acrescenta pitadas de si mesmo no mundo! Como já diria David Archuleta (sdds): paint it over if your world is grey!

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RePlay: uma saudação aos videogames antigos

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Uma grande rede alimentícia acaba de lançar uma série de brinquedos em homenagem a uma verdadeira instituição cultural dos anos 90: Mario, Luigi e sua turma. Se isso não foi suficiente para te fazer tirar a poeira do console de videogame antigo (ou, se você não guardou seu console, buscar na internet os jogos), estou aqui exatamente para colocar um pouco mais de nostalgia explosiva na mistura desse caldeirão. Essa lista é, é claro, a lista de uma pessoa – você pode ter se apaixonado por outros jogos no mesmo período (se sim, me conta nos comentários!). E foi mais difícil escolher esses destaques do que era passar da fase do tapete mágico no mundo de lava do Alladin (não… nada é mais difícil que isso).

Esses jogos tem bem mais do que 7 vidas para continuarem povoando nossas memórias.

alexkiddAlex Kidd

Apenas o ato de digitar essas duas palavras já colocam na minha cabeça a música 8-bit do jogo e o barulho do pequeno Alex socando blocos dourados e conseguindo sacos de dinheiro. Alex Kidd foi o primeiro jogo eletrônico pelo qual me apaixonei.

 

 

tetrisTetris

Sempre fui péssima em Pac-man, Pinball, apenas razoável em Space Invaders ou Pong. Mas em Tetris, amigos, era diferente – eu era um desastre. Normalmente em 5 minutos já estava olhando para o jogo perdido, antecipando Drake nas palavras “Started from the bottom now we’re…here?”. O jogo mais icônico da história, talvez.

 

sonicSonic the Hedgehog

Sonic, o Mario dos jovens hipsters. Personagens marcantes e uma velocidade descontrolada, que não te permitia nem um tempinho para pegar biscoito Passatempo no armário. Só eu aqui ficava muito tonta jogando Sonic? Nas fases de coleta de anéis eu tinha até mesmo que tomar um remédio de enjôo.

 

 

marioSuper Mario World 1 e 2/Super Mario Bros 3

Sim, o clássico Super Mario World é a menina dos olhos de todos, e chegar ao Mundo da Estrela, tirando onda de Yoshi amarelo, era especial. Isso não diminui, porém, dois outros clássicos. Super Mario World 2, o jogo do Mario bebê chorão e do Yoshi protagonista (jogo fofo como um cd de Zooey Deschanel) e Super Mario Bros 3, épico, longo, com flautas do tempo (olá Zelda) e roupas de guaxinim.

 

streetStreet Fighter 2/Mortal Kombat

Crescer é perceber que sua tática de sempre escolher o Vega porque ele tinha unhas como o Wolverine não era nada eficiente. E que existia um motivo para suas derrotas constantes para jogadores mais sábios que escolhiam Zangief, Blanka ou Dhalsim. Pode confessar: você ainda se lembra do dia em que você finalmente conseguiu dar um Hadouken.

 

kartMario Kart/Top Gear

Jogos que criavam e destruíam amizades, como War fazia no tabuleiro e Uno nas cartas. Top Gear era a alternativa para os mais sérios, mas era em Mario Kart que o bicho pegava, com todas as trapaças e truques. Beijinho no ombro que o casco passa longe.

 

 

donkeyDonkey Kong Country 1, 2 e 3

Eu considero, amigos, a saga Donkey Kong a obra-prima do Super Nintendo. Gráficos incríveis. Uma movimentação mais orgânica e cadenciada. Algumas fases realmente inovadoras, com canhões de barril ou controles invertidos. Uma trilha sonora que até hoje coloco para tocar no Youtube (especialmente a de DKC2, do Mundo dos Piratas).

 

 

pokemonPokémon

Me faltam palavras para o universo curioso, viciante e levemente perturbador de Pokémon. Tantas tardes perdidas caminhando e ignorando Metapods. Tantas.

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Eugênia e os Robôs, de Janaína Tokitaka

Pensem num livro MUITO FOFO!!! Eu estou simplesmente babando nas ilustrações e na doçura que é a narrativa de Eugênia e os Robôs, da Janaína Tokitaka. É daquelas leituras rápidas e envolventes que enchem a gente de paixão pela história e fazem a gente sofrer junto com o personagem, sabe?

Problemas de socialização? Te entendo muito, Eugênia!

Fiz a resenha em vídeo e espero que vocês não se importem com o meu excesso de caretas, hahaha!<3

 

 

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Eugênia e os Robôs
Janaína Tokitaka
Editora Rocco [ Twitter | Facebook ]

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Promoção “O Livro do bem é na Saraiva!”, da Editora Gutenberg!

Já comprou seu Livro do bem? A Editora Gutenberg preparou uma promoção especial e super simples pra você poder turbiná-lo e deixá-lo a sua cara! <3

Para participar, você precisa:

1) comprar um ou mais exemplares de O LIVRO DO BEM em qualquer loja física da Saraiva em todo Brasil (o site não vale!),

2) enviar o cupom fiscal que comprova sua compra para o e-mail promocao@grupoautentica.com.br com seus dados e endereço completo a/c de Tatiane Moraes!

Só isso! Todos os participantes que enviarem o cupom fiscal estarão concorrendo a 5 kits de O Livro do Bem contendo:

- 1 caneca

- 1 almofada

- 1 botton

- 1 marcador

- 1 caixa de lápis de cor com 12 unidades

- 1 lápis grafite

- 1 caneta colorida

- 1 borracha

- Post-it

A promoção é válida de 15 até 30/11 de 2014, somente com o cupom fiscal enviado para o email acima. O sorteio será feito no dia 01/12/2014

Os 5 ganhadores do sorteio receberão o kit em sua residência via Correio e terão seus nomes publicados na Página do Indiretas do Bem e da Editora Gutenberg, que está realizando a promoção.

Corra lá na Livraria Saraiva, adquira seu O LIVRO DO BEM, mande o cupom e boa sorte. <3

 

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Conheça as 20 músicas mais grudentas da história

Existe uma ciência por trás de tudo, e existem, nas melhores universidades do planeta, pesquisadores dedicados a entender perfeitamente até os mais tolos fenômenos, acreditem. A bola da vez, uma parceria dos britânicos do Museu da Ciência e Indústria e de um acadêmico holandês chamado Ashley Bourgoyne, é a produção de uma lista definitiva (e científica) das músicas mais grudentas da história.

O método para a criação dessa lista é complexo. Pessoas foram convidadas a ouvir, reconhecer, cantarolar, memorizar e diferenciar várias músicas. Mais especificamente, 1000 músicas lançadas dos anos 40 até hoje.

A lista que resultou desse processo (quem aqui também queria ter sido cobaia? eu queria) é incrivelmente grudenta. Poucas baladas conseguiram a glória, e apenas um one hit wonder. Dois artistas chegaram à lista com duas músicas – mestres do chiclete?

Mais grudentas que bafo de alho ou chiclete no cabelo. Não diga que eu não avisei – se você der play nessa mixtape, você ficará com esses refrões na cabeça por muito, muito tempo.

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#CataratasDay – Gente que valoriza o Brasil

#CataratasDay – Gente que valoriza o Brasil

créditos: http://goo.gl/PPS9Cb

créditos: http://goo.gl/PPS9Cb

A gente costuma pensar que, para conhecer lugares incríveis, precisa tirar um passaporte, visto, fazer aquela mala enorme e ir pra bem longe daqui do Brasil. Tudo bem que existem dias complicados e tudo que a gente quer é fugir do mundo, eu sei, mas você já parou pra pesquisar alguns lugares aqui mesmo na nossa terra amada salve salve? <3

Nunca fiz grandes viagens para fora do Brasil mas tive a alegria de conhecer algumas cidades como Rio de Janeiro, Paraty, Ilhabela, Recife, Campina Grande, Florianópolis, e saí de cada uma delas ainda mais apaixonada pelo meu país. O Brasil é enorme e existem tantas culturas, comidas típicas e pessoas diferentes pra conhecer que eu adoro viajar e descobrir ainda mais disso tudo – e sempre penso como nós deveríamos valorizar um pouquinho mais os nossos lugares. Viajar é viciante, e conhecer o seu país é ainda mais, acredite!

Um dos locais que sonho em conhecer são as Cataratas do Iguaçu, na fronteira entre Brasil e Argentina. Desde pequena ouvia falar da grandiosidade das Cataratas, e como o lugar é daqueles inesquecíveis, de tirar o fôlego! Lembro de um amigo dizer que parecia papel de parede do Windows, e pelas fotos não espero nada menos que isso.

Para você ter uma ideia, as Cataratas sustentam o recorde de maior queda d’água em volume do mundo! As águas do Rio Iguaçu se dispersam por cerca de 275 cachoeiras, com quedas entre 60 e 82 metros. Grandiosidade é pouco!

Há exatamente 3 anos, o local foi reconhecido como uma das Novas Sete Maravilhas da Natureza, ao lado de lugares como a ilha de Jeju, na Coreia do Sul, o rio subterrâneo de Puerto Princesa, nas Filipinas, a baía de Halong, no Vietnã, o Parque Natural de Komodo, na Indonésia, e a Table Mountain, na África do Sul. Uma grande vitória para as Cataratas, que participaram de uma eleição enorme disputando com outras 440 regiões ao redor do globo, escolhidos na final pela Fundação New 7 Wonders.

Para comemorar o aniversário dessa data tão marcante, foi criado o #CataratasDay, com o objetivo de incentivar o envio de fotos e vídeos de todos aqueles que puderam conhecer essa maravilha bem de pertinho – e contar pra todo mundo porquê eles deveriam conhecer também!

Agora é com você! Marque suas fotos com a tag #CataratasDay e ajude a valorizar nossas belezas brasileiras <3

pocahontas

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Como sobreviver à saída de Taylor Swift do Spotify? – Uma mixtape

Como sobreviver à saída de Taylor Swift do Spotify? – Uma mixtape

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Não é como se nós nunca, nunca, nunquinha fossemos voltar com Taylor Swift. Afinal, o 1989 chega às lojas brasileiras na semana que vem (tenho certeza disso, só o atendente da livraria sabe ao certo quantas vezes já perguntei, sabe, só para garantir). Mas aparentemente somos os caçadores, as músicas da garota são as raposas, e elas escaparam dos nossos dedos nos últimos dias, quando a moça resolveu retirar todos os seus álbuns do serviço de streaming Spotify. Como nós não podemos voltar para dezembro (passado) toda hora, temos que encontrar uma maneira de superar esse momento.

Saudações a vocês, companheiros de Sociedade de Apreciação de Taylor Swift. O que apresento aqui não é a solução, mas é um band-aid de bom tamanho para aqueles momentos de desespero. Uma mixtape com influências e influenciados.

Se você quer viajar para tempos bem antigos, aquela época em que Taylor havia saído do Bluebird Cafe de Nashville para as nossas vidas, você pode curtir o mesmo Tim McGraw que inspirou aquela delícia de hit do primeiro álbum, e companheiros de cena como Lady A, Hunter Hayes e a incrível Kacey Musgraves.

É da época de Fearless que você sente saudades? Que tal um dos primeiros bons sucessos da companheira de dueto de Taylor, a Colbie Caillat? Ou o folk confessional de coração partido de KT Tunstall? E o fofo-pop de Lenka?

Taylor foi caminhando para o pop, e assim vai nossa mixtape. Com a amiga e chef de cupcakes Lorde e sua própria Blank Space, a Team, ou com o trio que surge como influência em Out of the woods, as Haim. Mas especialmente com a turma dos anos 80, faíscas que levaram à criação de 1989.

Ah, vale avisar: território livre de Katy Perry. E de ex-namorados. Não tem espaço para Bad Blood aqui.

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Teleton 2014: Ajude você também!

Hoje estamos na bancada online do Teleton Brasil! É um projeto muito lindo e ja contamos um pouco sobre la no vlog!

Você pode ajudar a AACD doando no site https://teleton.org.br/welcome.html

Ou pelos telefones:

0500.12345-05 para doar 5 reais
0500.12345-15 para doar 15 reais
0500.12345-30 para doar 30 reais

#TeletonBrasil #SomosTodosTeleton #SBTdoBem

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