A revolução (e a solução) está em compartilhar!

A gente fala bastante sobre como alegria só é real quando compartilhada –não no sentido redes sociais de ser, mas no sentido de dividir o que a vida dá de melhor pra você, com outra pessoa. Passar adiante as lições e os bons sentimentos que vêm com cada história que a gente reúne.

Acreditamos demais nisso, então depois de um estranho oferecer uma sacolinha de marshmallows pra mim e pras minhas amigas quando saíamos do metrô e voltávamos pro hostel dizendo “Feliz Páscoa!”, eu vim aqui falar pra vocês sobre a OLIO, the food sharing revolution (em tradução livre: a revolução em compartilhar comida).

As casas no Reino Unido jogam fora mais de 4.2 milhões de toneladas de comida perfeitamente aproveitável todo ano, que juntas somam 12.5 bilhões de libras.

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OLIO é uma iniciativa que surgiu há pouquinho tempo, em 2015, e foi uma ideia das britânicas Tessa e Saasha, e consiste em um app gratuito que conecta vizinhos uns com os outros e com produtores locais, cafés e outros negócios com o intuito de fazer com que a “comida a mais” seja compartilhada, e não jogada fora. Segundo o site da OLIO, “essa comida pode ser algo que esteja perto do prazo de validade, vegetais que cresceram na horta de casa e estão sobrando, pão da padaria ou as coisas na sua geladeira que ficam lá quando você viaja por muito tempo.” Você também pode acabar se conectando com um abrigo, por exemplo, e dar comida que ia pro lixo, pra quem realmente precisa. Pensa que incrível!

“OLIO é super fácil! Para tornar um item disponível, apenas abra o aplicativo, adicione uma foto, descrição e quando e onde o item vai estar disponível para retirada. Para ver quais itens estão disponíveis, é só procurar pelos lugares mais próximos de você, fazer o pedido e combinar a retirada via mensagem privada.”

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Parece bom e de coração demais pra ser verdade, né? Mas a Tessa e a Saasha acreditam que com essas pequenas coisas a gente consegue mudar a nossa consciência com relação àquilo que jogamos fora todo dia, consciência que pode se extender pra todos os âmbitos da nossa vida.

Músicas que amamos e que fazem 10 anos em 2017!

Vocês já devem ter percebido o quanto a gente gosta de música e de playlist, né? Nosso perfil lá no Spotify tá recheado de playlists que a gente segue e cria só pensando naquelas coisas que a gente curte mais. E se tem uma coisa que a gente curte mais do que música e playlist é nostalgia.

Pensando nisso, fizemos uma seleção só com aquelas músicas que a gente ama e ainda canta bem alto e bem gritado, mas que fazem incríveis 10 anos agora em 2017.

Tenta segurar essa saudade que dá do Disk MTV!

Essa e outras playlists você encontra lá no nosso Spotify. Já segue a gente por lá? 😉

iZombie ensina que às vezes as coisas só dependem de ponto de vista

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Na última semana (dia 4 de abril), estreou nos Estados Unidos a terceira temporada de iZombie, série americana do canal CW baseada em uma história em quadrinhos da DC publicada pelo selo da Vertigo. Aproveitei pra vir aqui e falar de uma das minhas séries favoritas e delicinhas!

Na história, nós acompanhamos a mudança 180º que acontece na vida da médica residente Liv Moore (Rose McIver) quando ela vai para uma festa num barco e de repente se vê transformada em um zumbi. Rapidamente nós somos introduzidos a todo um submundo dos zumbis que existe na cidade. Quando a história começa, a Liv já trabalha no necrotério da polícia da cidade de King County (onde ela pode comer o cérebros dos mortos durante as autópsias, assim, evita matar pessoas) e conhece o Ravi, que é chefe e melhor amigo dela.

A série fica incrível por causa de algumas sacadas, o que faz com que iZombie apresente seu melhor em seus dois principais temperos especiais 😀

A história é narrada de forma super criativa

Além de contar com uma narração da Liv, a parte gráfica da série super se inspira nos próprios quadrinhos, não só na abertura como nas transições de cena. Isso é um toque super legal que faz com que o diálogo com a “obra mãe” seja completo, apesar de não necessário.

A maneira mais legal de resolver crimes

O grande gancho da série está, claro, na conexão que a Liv tem com os cérebros que come. Isso porque, quando ela come o cérebro de alguém, ela consegue ter uns vislumbres de alguns momentos da vida dessa pessoa. Por comer cérebros de pessoas que morreram e foram parar no necrotério da polícia, isso dá pra ela uma oportunidade de trabalhar junto do Clive, detetive da delegacia. E essa dinâmica é absolutamente incrível!

Quando Liv precisa mudar a vida e adequar sua nova rotina com suas novas necessidades, ela dá a si mesma uma lição diária sobre como enxergar sua vida sob novos pontos de vista. Além disso, também carrega uma mensagem sobre como conseguir se adaptar a mudanças e como começar uma nova vida quando a sua é sacudida por algo que, na maioria das vezes, a gente não pode controlar.

Tem um pouco de tudo: amizade, ciência, investigação, sangue e zumbis!

iZombie não é pesada e nem leve totalmente, embora eu não a recomende para pessoas com estômago fraco. Apesar de ter uma temática bem simples e com personagens que deixam a série pelo menos com 80% de alívio cômico, a CW fez um trabalho que pode ser bem visceral.

A primeira temporada já está disponível na Netflix, e a segunda deve estar vindo por aí, então porque você não aproveita e já começa?

Só não vai assistir jantando! 😉