O bullet journal e a sua saúde mental: um caso de amor verdadeiro

Desde que o bullet journal entrou na minha vida, eu tenho me dedicado a apresentar esse método de organização para o máximo de pessoas possíveis, seja mostrando o meu, seja escrevendo aqui no blog sobre ele 🙂

Aqui nós já falamos sobre o básico (o que é, como começar) e sobre como deixar o bujo o mais parecido com você possível sem precisar se esforçar muito pra isso.

Uma das coisas mais mágicas do bullet journal não é, entretanto, a possibilidade de organizar sua vida profissional ou estudantil, colocando suas tarefas numa disposição fácil de enxergar e se motivar cada vez que “tica” uma tarefa que você conseguiu completar, mas sim a possibilidade de organizar todas as áreas da sua vida, especialmente as que dizem respeito a sua saúde mental.

Então esse post da ~série~ tem 3 dicas e exemplos pra você construir seu bullet journal do bem.

1. Enriqueça seu habit-tracker

Um habit tracker é normalmente usado pra marcar coisas simples na primeira página de cada mês, como dinheiro gasto no dia, começos de ciclo menstrual, datas de pagamento importante, mas algumas pessoas usam para trackear outras coisas.

Essa página, por exemplo, tem caixinhas para a pessoa ticar quando fizer alguma coisa pra ela mesma, quando se sentir estressada com algo, ou quando se sentir com vários tipos de humor. A legenda em cada quadradinho é opcional, mas você pode por exemplo estabelecer que um triângulo se refere a um dia que você vai escrever melhor sobre na página seguinte:

Se sentiu irritada ou ansiosa com alguma coisa? Use algumas linhas para escrever porque você se sentiu assim e colocar esse sentimento pra fora. Entender melhor o que o causou e como você pode fazer com que isso pare um pouco de te afetar.

Mas às vezes a gente não consegue pensar em como colocar pra fora esses sentimento, então seguem algumas frases que você pode usar pra começar:

– Algo inesperado que aconteceu hoje foi…
– Eu não gosto de estar me sentindo (x) sobre (y) porque…
– Um pensamento incrível que eu tive hoje foi…
– O que eu gostaria de ter feito diferente hoje…
– Um pensamento que eu não consegui largar hoje foi…
– Uma pessoa que não sai da minha cabeça hoje é…
– Hoje eu me senti agradecida por…

2. Use seu BuJo para saber quantas horas por dia você tá dormindo

Dormir é muito importante, mas ao mesmo muito perigoso. Separar uma página por mês ou uma box por semana para registrar essas horas pode ser a diferença entre saber se você precisa de mais soninho pois está se sentindo muito cansada ou perceber que você está dormindo demais e precisar consultar um médico.

3. Faça umas listas de self-care, ~o seu próprio self-care~

A gente vive numa época da internet onde tudo é self-care e self-love, e nem sempre é. Eu não sei vocês, mas, embora eu me sinta extremamente relaxada com um longo banho, não é sempre que eu tenho paciência de programar esses horários só pra mim e acabo deixando pra lá.

Tudo isso pra dizer que: o que é self-care pra mim pode não ser self-care pra você, e às vezes a única coisa que você precisa pra se sentir bem não é necessariamente um banho relaxante mas sim duas horinhas assistindo um filme que você quer muito. Abra o catálogo da Netflix, puxe os DVDs escondidos pela sua casa e comece a lista:

É uma pessoa de livros? Porque não colocar isso no papel também? 🙂

Se presenteie com um (ou mais, quem queremos enganar?) episódio de série!

Fontes: Buzzfeed (1), (2), (3)

AGORA TODO MUNDO JUNTO: os melhores discos ao vivo pra ouvir no Spotify!

Se tem uma coisa que eu amo na vida é ir a shows. Seja banda sozinha ou festival, pra mim não tem nada melhor pra fazer do que gritar suas músicas favoritas em alto e bom som com mais um monte de estranhos que compartilham o mesmo amor que você. É a prova mais perfeita de que “quem canta seus males espanta!”

Nunca fui uma pessoa de discos ao vivo, mas ultimamente eu tenho sido bastante atraída pela emoção tão delicinha que eles passam, e pela sensação de estar lá naquele show com todas aquelas pessoas.

Pensando nisso, separei os discos ao vivo que eu mais tenho ouvido no Spotify e umas nostalgias pra aquecer nosso coração:

Discos que não saem mais das minhas playlists

Lembro de ter recomendado essa obra prima delicinha de Tiago Iorc quando saiu aqui num dos Links do Bem, e não tenho parado de ouvir desde então. Ter ido num show dessa turnê foi uma experiência ótima que eu dividi com a minha irmã e esse disco meio que fecha esse ciclo

Outro mozinho que conquistou meu coração aos pouquinhos e que fez um ao vivo voz e violão. Shawn Mendes pode ter só dois discos, mas é mais que suficiente pra mostrar que ainda tem muito talento!

Vou mentir que o feminejo™ me pegou de jeito? Não vou mentir, e nem poderia, como vocês já viram aqui nesse post nesse mesmo blog. As meninas do sertanejo foram uma grande parte do final de 2016 e seguem firmes e fortes nas playlists que eu faço.

Discos que nunca vão morrer e sempre valem a pena

A era de ouro da MTV foi marcada por grandes gravações ao vivo, sejam elas grandes mesmo –como o MTV Ao Vivo em Ouro Preto, da Skank– ou pequenininhas como as apresentações intimistas dos Acústicos MTV ou o Luau. Por isso eles merecem lugar de destaque aqui, com 4 dos meus favoritos com esse toque de nostalgia!

Ao vivo na gringa: eles também sabem cativar uma plateia

É claro que eu tô citando meus favoritos aqui, mas vocês entendem a vibe, né? Tem disco pra todas as horas, e uma dessas provas é que ao vivo não precisa ser necessariamente uma coisa intensa e maluca se não for isso que você tá a fim de ouvir. Pra isso eu separei alguns discos ao vivo na gringa que podem servir pra diferentes humores do seu dia, seja ele mais animado, mais intenso e mais calminho:

Agora é com vocês: quais os discos ao vivo que vocês mais gostam de ouvir? 😉

Vamos bater um papo sobre 2017 em tweets do bem!

Sou adepta da teoria de que se ainda não acabou janeiro, tudo ainda é motivo pra falar de ano novo e dos 11 meses que ainda estão por vir –e que podem passar rápido ou não, dependendo do que você faz pra fazer esses meses passarem. E o primeiro Links do Bem™ do ano é justamente sobre isso: como você vai fazer 2017 passar? Rápido como toda coisa boa ou devagar como aquele Brasil e México que foi 0x0?

Pedi ajuda aos deuses da internet para reunir os tweets mais legais para ajudar a afiar o sentido que nosso ano vai tomar 🙂

Já começamos chutando a porta com esse tweet do Tyler Oakley que basicamente resume tudo. Precisa de uma resolução de Ano Novo? Considere isso: algum dia, a viagem no tempo pode ser possível. Faça de 2017 o ano para o qual você vai querer viajar de volta.

“Qualquer sala que você estiver hoje é a sala onde tudo acontece. Levante o copo conosco e um brinde a 2017!”, escreveu a conta oficial de Hamilton no Twitter (vamos ter bastante dessa rede social por aqui). Em 2017, respire fundo e lembre-se de que você não precisa estar em todos os lugares ao mesmo tempo ou necessariamente mudar de lugar para ser quem você acha que precisa ser. Todo lugar é o lugar onde as coisas acontecem, e as mudanças sempre vão começar de dentro pra fora.

Próximo ano eu quero chorar menos do que chorei esse ano… ou… mais? Eu sinto como se tivesse redescoberto o choro esse ano e honestamente é um ótimo sentimento!” Mais claro que isso é impossível: permita-se sentir tudo que você tem direito de sentir esse ano. E no próximo. E no seguinte. E pra sempre. Nunca esconda seus sentimentos, sejam eles a risada mais histérica ou o choro mais soluçado, por medo do que os outros ou você mesmo vai achar.

E, por último mas não menos importante: “Conselho para 2017: não vista sua falta de sono, seu stress e milhões de horas trabalhadas como uma medalha de honra. Cuide de si mesmo. Seu trabalho vai se beneficiar disso. (…) Faça o que você tem que fazer –eu sei que contas existem. Mas lembre-se de ser gentil consigo mesmo.” A Amy fez uma série gigantesca de tweets sobre isso, mas sinto que esses dois são talvez os mais importantes.

Em toda situação de trabalho, mas em especial a de home office, a vida nos cobra demais, e nós cobramos demais de nós mesmos e esquecemos que trabalhar demais só dá uma sensação paliativa de controle e produtividade quando na verdade estamos só ficando cada dia mais exaustos a ponto de não conseguir trabalhar. A ponto de desenvolver uma doença.

Como Amy diz, as contas existem e sempre vão existir, mas POR FAVOR, em 2017 vamos pensar mais na gente? 🙂