Como cuidar de suculentas

Foto: The Succulent Source

Aviso: Este post foi escrito por uma pessoa que adoraria ter o dedo verde e mil plantinhas por aí mas em apenas um ano foi capaz de matar duas suculentas e hoje em dia se contenta com um cacto de papel na cabeceira da cama ¯\_(ツ)_/¯ (#dramasreais)

Suculentas estão “na moda” há um tempo, muito em parte pelo fato de serem plantas de baixa manutenção e simples de cuidar (ainda que eu tenha matado duas, R.I.P. Madalena e Helena), sem contar que são bem fofas e existem inúmeros tipos diferentes, dá para combinar várias e criar um mini-jardim. Mas serem fáceis não significa que não necessitem de cuidados – plantas também são seres vivos, precisam de atenção e rotina como todos nós, ainda que não exijam muito.

Nunca regar, regar quando lembra (e consequentemente matar a planta afogada), não colocar para tomar sol, solo inadequado… São alguns detalhes que, para as suculentas, são necessidades básicas. Como gostaria de me aventurar e tentar mais uma vez trazer verde para dentro de casa, esse post é meio que um apanhado de informações e dicas que encontrei por aqui e achei que vale a pena compartilhar, já que é sempre positivo trazer vida e se dedicar a cuidar de algo 🙂

Preparando o terreno:

A gente aprende na escola que terra fértil é aquela toda fofa de umidade e cheia de minhoca, super macia, né? Isso não está exatamente errado, mas não faz o tipo da suculenta! Elas gostam de um terreno mais arenoso, então você pode misturar a terra adubada com areia de construção – lojas específicas já tem um mix pronto para cactos e suculentas, vale perguntar 😉

A dica é: não pode ser uma terra pesada, tem que ser mais fina para permitir que a água escoe. Tem gente que mistura aquelas pedrinhas brancas (que parecem de aquário, sabe?) no solo para reter a umidade e evitar compactação do solo, além de ficar bem bonitinho.

É bom trocar o solo pelo menos uma vez ao ano, e também fazer troca de vasos por um maior, que permita que sua planta possa crescer! No meu caso, é torcer pra dar tudo certo e a bonita sobreviver por tudo isso, mas #focoforçafé!

Importante: não use areia de praia! Por mais que a suculenta seja considerada fácil de manter, ela exige atenção com o solo e areia de praia contém sal, que vai fazer mal para sua plantinha.

Luz é vida!

Foto: Curbly

Assim como os cactos, a maioria das suculentas precisa de sol direto para sobreviver. É bom dar um google na espécie que você tem, porque também existem aquelas que preferem um contato indireto com os raios solares, mas grande parte vai ficar deprimida e murcha se você deixá-la no banheiro, estantes ou locais onde o sol não alcança.

Isso não quer dizer que elas curtem ficar esturricadas no sol também, viu? Não adianta deixar a planta fritando na varanda (sol demais não faz bem nem para gente, nem para elas!), especialmente se bate um sol forte e intenso, porque pode amarelar as folhas, e perder aquele viço bonito que elas tem. O ideal é deixar em um canto próximo, que ainda seja bem iluminado.

Se a sua suculenta é do time das que preferem luz indireta ou poucas horas de exposição ao sol, ainda sim é importante que o ambiente seja iluminado – elas são intolerantes aos ambientes de sombra.

Hora do banho

Se você não quiser matar sua amiga por desidratação e/ou afogamento, é muito importante mesmo criar uma rotina de regas. Cada lugar diz uma coisa e eu não sou a melhor pessoa do mundo para sanar dúvidas devido ao meu histórico, mas pelo que entendi não tem muito mistério: suculentas, assim como cactos, precisam de pouca água para sobreviver, já que suas folhas fofinhas armazenam o líquido e as tornam resistentes à seca.

Mas ainda sim, precisam de água. O que as pessoas dizem é que a frequência das regas vai depender de onde você mora, clima, iluminação etc e tal, então depende de você prestar atenção no ambiente que cerca sua planta, mas que em média, é de 10 a 15 dias.

O pulo do gato é perceber o solo: se você encostar com o dedo ou mesmo um palito e a terra estiver úmida, ainda não está na hora. Se estiver 100% seca, pode regar – e aí, a recomendação é que seja diretamente no solo, e não nas folhas (que podem apodrecer). Também é importante deixar a água escorrer.

O tipo do vaso

Foto: Ruffled Blog

Certeza que você já viu no Pinterest da vida as suculentas todas lindinhas plantadas dentro de xícaras ou aqueles terrários mais maluquinhos. A real é que as plantas são versáteis e permitem diversos arranjos, mas alguns cuidados devem ser tomados quando elas estão em recipientes fora do padrão, justamente para que o solo não fique úmido demais.

Se você é total iniciante que nem eu, dê preferência aos vasos que tem furos de drenagem, e permitem que a água escoe completamente. Ouvi dizer por aí que vasos de cerâmica, barro ou fibra de coco são alguns dos queridinhos por quem gosta dessas plantas, mas né… Desde que você cuide direitinho da sua amiga verde, acho que tá tudo bem!

Outras dicas de ouro:

Gif”Drew Jackson
  • Arranque folhinhas secas ou que estejam morrendo. Dessa forma, sua suculenta continua crescendo bonita e saudável 😉
  • A Madalena, minha primeira suculenta, começou a crescer para cima! Depois de dar uma pesquisada, descobri que não era que ela estava saudável e sim porque não recebia sol o suficiente e a planta tentava “alcançar” mais iluminação.
  • Entre a primavera ao outono é a época em que as suculentas mais crescem, então elas vão precisar de mais água – mas, de novo, atenção ao limite delas! Não vai matar as bichinhas afogadas, hein? Também é uma época ideal para trocar o solo e dar um up na energia delas.
  • Durante o inverno a preocupação pode ser menor, o intervalo entre as regas é maior e ela vai dar uma pausa no crescimento, mas não vai esquecer de dar atenção e água.

Vamos ver se #agoravai e consigo ter uma plantinha que sobreviva! E vocês, tem dicas de como cuidar de suculentas ou outras plantas?

PS: fica aqui o registro da minha atual habilidade com plantinhas. Emanoel, meu cacto de papel

Mais bem-vestidas que você: crianças estilosas para seguir no Instagram!

estilosa

Já falei por aqui que estou procurando meu próprio estilo, né? Na busca por inspirações, encontrei um pouco de tudo, uma das coisas que mais me chamou atenção foi a quantidade de crianças descoladas e bem-vestidas pelo Instagram! Seja por influência das mães tão bem-vestidas quanto ou pela personalidade própria, elas arrasam e mostram que moda é para qualquer um – e todas as idades! 🙂

Coco

Começando com a minha favorita e mais nova obsessão, Coco tem 6 anos e seus pais tem uma loja de roupas vintage em Harajuku, um bairro super descolado em Tóquio. Com um senso estético excêntrico, a garotinha tem chamado atenção dos fãs de street fashion misturando marcas famosas como Gucci, Comme Des Garçons, Adidas, e muito mais! Siga: @coco_pinkprincess

Zuri

Se eu fosse criança ia querer dividir minha merenda no recreio com a Zuri e torcer para ela ser minha BFF, porque ela é a criança mais descolada de todas! Eu amo como ela incorpora tendências em outfits adequados para a idade e parece sempre super confortável 🙂 Siga: @____zuri

PS: eu usaria essa roupa inteira aí, com vestidinho de veludo e coturno.

Scout

Scout é super famosa no Instagram, com mais de 305mil seguidores no Instagram – com um estilo mais clássico e preppy, a garota de 5 anos arrasa em looks chiques que fariam qualquer uma se sentir super poderosa e chique. E mais, a família toda é uma gracinha: amo as fotos da família combinando (as roupas, o cabelo cacheado, o sorriso). Siga: @scoutfashion

Alonso Mateo

Alonso faz sucesso no Instagram desde que era um bebê com seu estilo impecável e curadoria da mamãe Luisa Fernandes Espinosa, coleciona mais de 620mil seguidores. Atenção para os acessórios da Gucci, não posso com isso. Siga: @luisafere

Laerta

Honestamente, combinar uma bolsa Chanel, uma saia de tule e uma bota Timberland não é para qualquer um – seja adulto, ou criança. Pois bem, é para a Laerta. E mais: a garota vai desde mega produções como a da foto a looks 100% casuais camiseta & calça jeans, e fica maravilhosa em todos porque o que importa é se divertir! Siga: @fashion_laerta

Rykker & Grey

Como resistir aos looks em duplinha? Não sei vocês, mas eu não consigo – especialmente quando esses dois conseguem ficar estilosos até de moletom! Siga: @ministylehacker

E aí, conseguiu pegar algumas inspirações também? 😉

Você não é o que falam sobre você

Foto: Aww Sam

Uns anos atrás, num passado nem tão distante dessas redes sociais de perguntas (alô galerinha do formspring), me perguntaram o que eu achava que as pessoas pensavam de mim. O perfil e as respostas pseudo-engraçadas já foram há muito enterrados, mas para essa pergunta em questão ficou grudada dentro da cabeça para sempre: “Sou muito mais e muito menos do que pensam que sou”.

Tento carregar isso dentro de mim, mas tem dias que vale um lembrete para não dar importância para certas coisas que dizem para a gente e sobre a gente. As palavras tem um poder muito forte, e isso afeta e incomoda, porque afinal, nenhum homem é uma ilha e blá, mas a verdade é que não nos define. Ou melhor, define o espaço que a gente deixa disponível nas nossas vidas. Já deixei de fazer coisas por medo do que pudessem pensar, já me senti culpada pelo que me disseram depois de ter feito outras tantas, pelo julgamento que caiu sobre mim, mas no fim… Quem saiu perdendo fui eu. Seja por reprimir sentimentos que eram válidos, por deixar de viver experiências que gostaria ou pela culpa que ficou alimentando a angústia dentro de mim.

Faz parte da inteligência emocional querer agradar quem está ao nosso redor e buscar validação, mas essa história de se importar tanto com a opinião que os outros tem sobre a gente pode mais atrapalhar do que ajudar. Trazer aquela sensação de culpa, de não ser o suficiente, e consequentemente, um baita gasto de energia preocupações que não levam a lugar algum – ou melhor, levam a lugares piores, porque você acaba se sentindo diminuído e se coloca para baixo por conta da percepção de alguém sobre sua vida. Soa injusto, para falar o mínimo.

Para começar, só você sabe os perrengues que passa na sua vida e tudo que carrega. Existem casos onde opiniões alheias podem fazer a diferença, mas aí são pessoas que realmente importam – gente próxima, importante, e que de fato é bom ter um retorno e diálogo –, mas para e pensa um pouquinho se vale a pena se preocupar com gente que não acrescenta na sua vida. Não, né.

É inevitável que pensem e falem, mas a opinião que os outros formam de você é algo totalmente deles, sejam boas ou ruins. Você não é o que os outros falam sobre você, o que que as pessoas falam pertencem a elas mesmas. Da próxima vez, quando começar a se preocupar com o julgamento alheio, vale lembrar que só você sabe quem verdadeiramente é, e só você tem o poder de abrir espaço para que essas opiniões afetem sua vida.

Daí você decide se vale a pena ou não se preocupar, se vale a pena ou não mudar. Não pelos outros, pelo que disseram ou deixaram de dizer: mas pelo o que você julga que é melhor. Você não pode agradar todos o tempo todo – e nem há motivos para isso. Acredite em si e tire esse peso do coração. 🙂