O futuro de Marty McFly chegou

Hoje você acordou no futuro. Se sentiu diferente? Se você é fã de uma certa franquia cinematográfica, sua primeira reação foi ir até a janela de casa e dar uma olhada, vendo se os skatistas da rua já estavam usando hoverboards voadoras, ou se as pessoas que passavam na calçada estavam com roupas prateadas, metálicas, futuristas. Ou até mesmo os rastros de fogo de um certo Delorean no asfalto…

Foi exatamente nesse dia em que Marty McFly chegou no “futuro” acompanhado de Doc Emmett Brown, no segundo filme da série De Volta para o Futuro, de Robert Zemeckis. E a internet está em polvorosa, comemorando a chegada do viajante temporal mais famoso que não tem uma cabine telefônica da polícia e uma chave de fenda sônica.

Podemos dizer que o futuro é agora – e isso não é só uma frase de auto-ajuda nesse caso, afinal, estamos no que era o futuro para os habitantes de 1989 (que foi um ano, além de ser um disco da Taylor Swift). E 1989 era o futuro para os habitantes dos anos 60, que era o futuro para aqueles que dançavam jazz na época de Gatsby. Isso nos faz pensar, não? O momento de hoje é sempre futurista.

Na verdade essa data especial nos faz pensar muita coisa. Por exemplo: se você tivesse um Delorean à disposição, para que época você gostaria de viajar? Para algum período distante da história, ver cowboys, cavaleiros ou grandes civilizações? Para o passado recente, a época dos seus pais ou avós, conhecer o que eles conheceram e a sua cidade natal enquanto tudo era novo? Para o futuro próximo e descobrir como ficou a sua vida, se você e aquela pessoa estão juntos, se você tem filhos, se você conseguiu o emprego dos seus sonhos? Ou para o futuro distante, descobrir se a ficção científica previu certo e teremos naves e carros voadores?

Mas mais do que um dia para pensar nessas grandes perguntas (afinal, o quanto o mundo mudou de 1989 até hoje?) esse é um dia para rever a trilogia de McFly, escutar Johnny B Goode e se lembrar de uma das histórias mais divertidas que já passaram pelo cinema. Vem comigo. Para onde estamos indo, não precisaremos de estradas.

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