Desafio Literário do Tigre – Fevereiro: A menina que colecionava borboletas #DLdoTigre

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Em fevereiro, o tema do Desafio era JULGANDO PELA CAPA. Confesso que tenho alguns outros títulos por aqui, mas já começados. Queria um pra começar e terminar esse mês, senão ia me sentir trapaceando. Daí lembrei da capa maravilhosa do último livro da Bruna: A menina que colecionava borboletas é seu terceiro trabalho como escritora e esgotou antes mesmo do lançamento oficial. Isso mesmo: o livro já está na segunda tiragem. Beijinho no ombro, né? E, para nossa sorte, a capa, que é uma ilustração linda da Malena, nem de longe é a melhor parte dele. <3

A menina que colecionava borboletas é, até o momento, o meu favorito entre os livros da Bru: a escrita e as reflexões amadureceram, você vive as emoções conforme lê, é um conjunto rápido e fluido de crônicas que devorei de uma vez só e me deixou com vontade de correr pro computador e escrever mais. Em resumo: saber que alguém passa pelos mesmos dilemas amorosos e profissionais, ou que vê a vida de uma forma completamente diferente da sua e ainda assim conclui as coisas de forma igual… Bom, isso inspira. E esse livro me inspirou muito.

Identificação: a gente vê por aqui.
Identificação: a gente vê por aqui.

Além das crônicas que contam sobre a transição do interior para a cidade grande, da adolescência para a vida adulta e da descoberta de novas formas de amar – alguns já publicados no Depois dos Quinze, outros inéditos -, A menina que colecionava borboletas também tem aqueles elementos especiais que já são tradição nos livros da Bruna: ilustrações e frases marcantes e uma playlist incrível para acompanhar a leitura. Em resumo: não é só a capa, mas o livro todo um mimo.

Eu, se fosse você, corria pra livraria e garantia a leitura! Sério. Deixou a minha tarde muito melhor. ^_^

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Nos títulos, brincadeiras com os tipos. Amo sim ou sim?
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Ilustrações destacam ainda mais as crônicas <3
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Detalhe das ilustrações da Malena: é tudo tão lindo que dá vontade de arrancar e emoldurar.
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A playlist especial pra acompanhar a leitura é a cara da Bru e não dá pra ouvir sem bater o pezinho, sorrir, respirar fundo e… Oops, é um cisco no meu olho? :’)

Em março o tema do desafio é Filme ou Livro? e eu confesso que o cérebro já está bugando só de pensar em qual escolher. :~

Não conhece o Desafio Literário do Tigre? Contamos sobre ele aqui!

—— PARA LER EM CASA ——
A menina que colecionava borboletas
Bruna Vieira
Editora Gutenberg

#Qualoapp – Flappy Bird – Joguinho altamente viciante!

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Eu sou meio maníaca dos joguinhos viciantes, confesso.

Sempre fui muito descoordenada e acho que por isso, nunca fui muito louca em videogames complexos, só jogava The Sims e SimCity, e sempre fui fã dos joguinhos mais “bobinhos” e simples, sem muitos botões. Há uns anos eu era viciada nos jogos de Facebook e tinha uma grande e inteligentíssima estratégia, acompanhem: acabou as vidas de um jogo? Vamos abrir outro enquanto esse não recarrega! E assim se instaurou o meu vício em cadeia nos joguinhos do estilo Candy Crush. Sim, todos eram iguais, sim eu já joguei praticamente todos os joguinhos existentes dessa categoria. Não, eu não me orgulho de assumir isso pra vocês.

Hoje, eu tenho uns 20 jogos no celular e sou um pouco viciada em todos eles. Aos pouquinhos vou contar sobre eles por aqui, mas hoje quero falar de um jogo que, se vocês ainda não conhecem, vão conhecer em breve: o Flappy Bird.

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Com uma cenário bem no estilo Mario Bros, o objetivo é simples: tocar na tela e fazer o passarinho voar por entre os canos sem encostar neles. Ok, fácil de entender mas de jogar nem tanto. Manter o passarinho no alto é bem complicado e como a altura entre os canos é muito diferente, você precisa pegar o ritmo e entender quantas vezes precisa tocar na tela para conseguir a altura correta. É uma ciência muito complexa.

Para cada cano ultrapassado é um ponto acumulado, ou seja: quanto mais canos, mais pontos ao final do jogo. Isso é o que vai acontecer com vocês das primeiras vezes:

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Mas não se desesperem, isso também vai acontecer nas outras vezes. Brincadeira! A vontade de tentar melhorar e conseguir fazer alguma pontuação minimamente decente faz com que você vicie rapidinho. É extremamente divertido e ótimo pra passar o tempo.

Meu recorde foram 14 pontos, e meu namorado fez a incrível marca de 59 pontos! Isso é muita coisa!  Eu digo muita coisa entre nós mortais, porque na parte de recordes totais do Flappy Bird as pontuações chegam a DOIS MILHÕES!!!

Para quem quiser dizer adeus à sua vida social baixar o jogo, ele está disponível para Android e IOS 🙂

Boa sorte e me contem a pontuação de vocês depois.

Aprenda a focar no presente :)

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Somos diariamente bombardeados por acontecimentos. Nas nossas vidas, no mundo, na vida de quem amamos. E esse acúmulo de histórias, problemas e soluções influencia, obviamente, nossa forma de ver o mundo. Mas não podemos deixar que se sobreponha ao que há de mais importante: o presente.

Aprender a focar no presente é a escolha mais sensata. Seria óbvia, se não víssemos diariamente tanta gente indo pro lado errado. Então vamos reforçar: não é possível mudar o passado, então não adianta ficar refletindo sobre ele a menos que você esteja certo de que não cometerá os mesmos erros. E o futuro? Não é nada além do resultado das suas ações de hoje. Então aprenda com o passado para que o presente seja feito de ações melhores e o futuro seja como você espera.

De qualquer modo, o segredo é viver NESTE MOMENTO. Até mesmo o que aconteceu há dez minutos é passado, sabia? Pois bem: deixe ir. Pra ser feliz, é só olhar para o agora. Não há nada de errado com ele e é tudo tão fugaz – puf, passou!

“Ah, mas é tão difícil!”

Sim. É sim. Às vezes a gente simplesmente se nega a aceitar que certas coisas fogem do nosso controle e compreensão. Mas todos passamos por isso: términos, derrotas, perdas. E também por coisas incríveis. Por que não sorrir e olhar para o que vale a pena? Já contamos que pensar positivo pode mudar sua vida.

E aí, em vez de afogar sentimentos e projetos fracassados em imensas doses de autopiedade, a gente aceita que sofre nas mãos da vida – mas não mais do que nas nossas próprias mãos. A gente se permite ser cruel demais toda vez que olha pra dentro e fica tentando encontrar motivos pra consertar o que já se perdeu – então apenas pare de olhar pra trás! Viva. Deixe viver.

Espero que sejamos sempre bravos o bastante para perceber a hora de olhar para frente. Porque deixar ir é um favor que a gente se faz.