Gatinhos modelos: perfis de gatinho pra seguir no Instagram!

Se você está vivendo com a gente aqui nesse ano de 2017, sabe que atualmente o Instagram serve pra essencialmente três coisas: mensagens fofinhas, comidas e BICHINHOS. Não importa o bichinho, e não para nem por gatinho ou cachorrinho –é comum achar contas de Instagram dedicadas até a passarinhos! Tudo muito fofinho.

Como bichinho e Instagram são duas das coisas que a gente mais ama na vida aqui nessa Firma do Bem™, eu pedi ajuda pra Jess, a maior gateira que você respeita, e preparamos um post só com perfis de gatinho pra vocês seguirem!

@fjarilflickans

Atenção, conteúdo fortíssimo de FILHOTINHOS DE GATO.

@kattenapollo

Atenção: conteúdo fortíssimo de GATINHO BRANCO + NENÉM.

@hamilton_the_hipster_cat

ELE TEM UM BIGODE.

@venustwofacecat

0% Photoshop, 100% Born This Way: essa é a descrição do perfil da Venus, a gatinha que nasceu com a carinha dividida em duas cores quase que exatamente e é a coisa mais fofa desse mundo!

@iamlycimnia

Essa conta apresenta perigo de: irmãozinhos e gatinho de gravata. Você foi avisado! A conta da Lycimnia e do irmãozinho Lexus é recheada de momentos fofíssimos e muitos, MUITOS pelos.

@gatchus

Se não são os gatos mais amados desse Brasil????? A Carol Rocha, @tchulim, fez um perfil pros gatinhos dela (Preta, Peepoca, Mio, Bugado e Fumaça), e nesse perfil os gatchus falam muito e brincam muito com o Tintin, que não é gato mas é a criança mais fofinha de todas!

@sphynxworldlove

Essa conta não é exatamente uma família ou um gatinho só, mas sim uma apreciação de toda uma raça: a Sphynx, aquela raça de gatinhos sem pelo que sofre muito preconceito das pessoas que acham eles feios. Abre esse Instagram e me fala quem tem coragem de chamar essas gatinhas de feias, gente?

E você? Tem algum pra acrescentar aqui? 😀

Você não é o que falam sobre você

Foto: Aww Sam

Uns anos atrás, num passado nem tão distante dessas redes sociais de perguntas (alô galerinha do formspring), me perguntaram o que eu achava que as pessoas pensavam de mim. O perfil e as respostas pseudo-engraçadas já foram há muito enterrados, mas para essa pergunta em questão ficou grudada dentro da cabeça para sempre: “Sou muito mais e muito menos do que pensam que sou”.

Tento carregar isso dentro de mim, mas tem dias que vale um lembrete para não dar importância para certas coisas que dizem para a gente e sobre a gente. As palavras tem um poder muito forte, e isso afeta e incomoda, porque afinal, nenhum homem é uma ilha e blá, mas a verdade é que não nos define. Ou melhor, define o espaço que a gente deixa disponível nas nossas vidas. Já deixei de fazer coisas por medo do que pudessem pensar, já me senti culpada pelo que me disseram depois de ter feito outras tantas, pelo julgamento que caiu sobre mim, mas no fim… Quem saiu perdendo fui eu. Seja por reprimir sentimentos que eram válidos, por deixar de viver experiências que gostaria ou pela culpa que ficou alimentando a angústia dentro de mim.

Faz parte da inteligência emocional querer agradar quem está ao nosso redor e buscar validação, mas essa história de se importar tanto com a opinião que os outros tem sobre a gente pode mais atrapalhar do que ajudar. Trazer aquela sensação de culpa, de não ser o suficiente, e consequentemente, um baita gasto de energia preocupações que não levam a lugar algum – ou melhor, levam a lugares piores, porque você acaba se sentindo diminuído e se coloca para baixo por conta da percepção de alguém sobre sua vida. Soa injusto, para falar o mínimo.

Para começar, só você sabe os perrengues que passa na sua vida e tudo que carrega. Existem casos onde opiniões alheias podem fazer a diferença, mas aí são pessoas que realmente importam – gente próxima, importante, e que de fato é bom ter um retorno e diálogo –, mas para e pensa um pouquinho se vale a pena se preocupar com gente que não acrescenta na sua vida. Não, né.

É inevitável que pensem e falem, mas a opinião que os outros formam de você é algo totalmente deles, sejam boas ou ruins. Você não é o que os outros falam sobre você, o que que as pessoas falam pertencem a elas mesmas. Da próxima vez, quando começar a se preocupar com o julgamento alheio, vale lembrar que só você sabe quem verdadeiramente é, e só você tem o poder de abrir espaço para que essas opiniões afetem sua vida.

Daí você decide se vale a pena ou não se preocupar, se vale a pena ou não mudar. Não pelos outros, pelo que disseram ou deixaram de dizer: mas pelo o que você julga que é melhor. Você não pode agradar todos o tempo todo – e nem há motivos para isso. Acredite em si e tire esse peso do coração. 🙂

Ouse se entregar! – Semana 40 #playlist

Você já parou pra ver todas as portas de oportunidades que se abrem pra gente todos os dias? Em quantas delas você entra e quantas delas você fecha, por medo, e sai sem olhar pra trás?

O medo, por muitas vezes, paralisa a gente, e nos impede que experimentemos sensações e momentos que poderiam mudar o curso das nossas decisões. Nessa semana e nesse começo de mês, aproveite para respirar fundo, pegar as canetas e enfeitar todas as suas páginas em branco com novas experiências!

Essa playlist foi feita especialmente inspirada no livro Recados do bem e na semana representada no título. Se você está acompanhando a leitura, aproveite! Toda semana, divulgamos uma nova no nosso perfil do Spotify. Se você ainda não acompanha a gente, segue lá agora: indiretasdobem.com/play!